quinta-feira, 10 de outubro de 2013

José Ricardo pede informações da Seduc sobre prédios alugados


O deputado José Ricardo Wendling (PT) está solicitando novamente da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informações sobre a quantidade de prédios alugados que servem como escolas estaduais ou como anexos dessas unidades, além dos valores que são pagos por cada aluguel. “A informação que temos, com base em estatísticas de 2011, é que a Seduc teria 76 imóveis alugados servindo como escolas. Mas precisamos de dados atuais”, contou.

Em nível municipal, José Ricardo subscreveu representação proposta pelos vereadores do PT, Bibiano Garcia, Waldemir José e Rose Matos, no Ministério Público do Estado (MPE) e no Tribunal de Contas do Estado (TCE), pedindo investigação nos 170 imóveis alugados pela Prefeitura de Manaus e que servem como escolas municipais. “Há fortes indícios de que o valor desses aluguéis está superfaturado, beneficiando os ‘amigos do poder’. Além disso, esses prédios alugados não são adequados para o funcionamento escolar, já que muitos eram utilizados como prédios comerciais. Tanto Prefeitura quanto Governo precisam construir mais escolas e acabar com a farra desses aluguéis”.

Cobrança por apoio a entidades

José Ricardo cobrou nesta quinta-feira que o Governo do Estado atenda com prioridade as entidades sociais do Estado. Um exemplo é a Escola Rainha dos Apóstolos, localizada no KM 22 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), que está ameaçada de fechar as portas por falta de recursos financeiros. Uma unidade educacional que existe há cerca de 40 anos, atendendo cerca de 300 alunos, sendo 100 internos que vêm do interior, incluindo os indígenas, e possui mais de 30 professores contratados.

“Pelo que sabemos, o Estado não quer mais ajudar essa entidade que trabalha com educação, mas também com prevenção. Lamentamos que a situação tenha chegado a esse ponto”, declarou o parlamentar, ressaltando que é dessa forma que o Estado vem tratando todas as entidades sociais do Amazonas, já que ainda não receberam os recursos anuais, em pleno mês de outubro. “É o descaso do Governo com as pessoas mais necessitadas”, complementou, informando ainda que está encaminhando pedido de informações das Secretarias de Estado da Assistência Social (Seas) e da Educação (Seduc) sobre o porquê do rompimento do contrato com a Rainha dos Apóstolos.

Fonte: Assessoria de Comunicação