sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Dilma ganha de todos no 1º turno e a vitória se desenha, também, se houver 2º


A pesquisa do IBOPE / jornal O Estado de S.Paulo de hoje reafirma, sem deixar dúvidas, o que todas as demais pesquisas têm evidenciado nos últimos meses: mantido o quadro eleitoral de hoje, a presidenta Dilma Rousseff será reeleita no 1º turno das eleições do ano que vem. Em nada menos que três dos quatro cenários avaliados por esse levantamento.

Pela pesquisa divulgada nesta 5ª feira e publicada nos jornais de hoje, contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e contra o presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos – vistos como seus dois mais prováveis concorrentes -, a presidenta teria 41% dos votos, mais do que a soma destes adversários, que ficariam com 14% e 10%, respectivamente.

O levantamento indica que a disputa iria para o 2º turno apenas se o candidato tucano fosse José Serra e a ex-senadora Marina Silva (PSB/Rede) tomasse o lugar de Aécio e de Eduardo Campos. Nesse caso, no 1º turno, a presidenta tem 39%, ante 21% de Marina (mais que o dobro dos votos do candidato de Pernambuco a presidente) e 16% de Serra, situação de empate técnico dela com a soma dos opositores.

Governo é bem avaliado

Se a disputa da presidenta Dilma for com Serra e Eduardo Campos, o resultado será 40%, 18% e 10%, respectivamente. Na hipótese de um 2º turno, a presidenta também ganha de todos os demais candidatos e tem em Marina sua adversária mais próxima: mas ela a venceria por 42% a 29% dos votos.

Se este por enquanto hipotético 2º turno for com Eduardo Campos, a presidenta obtém 45% e ele, 18% ; se contra Aécio, ela sairá vitoriosa por 47% a 19%. Contra Serra, a presidenta ganha de 44% a 23%. A pesquisa ouviu 2.002 eleitores em 143 municípios entre os dias 17 e 21 deste mês e sua margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

O IBOPE avaliou, também, os índices de aprovação e apoio populares ao governo Dilma Rousseff. Resultados: o governo da presidenta é avaliado como “ótimo” ou “bom” por 38% dos eleitores; como “regular” para 35%; como “ruim” ou péssimo” por 26%; e só 2% disseram que não sabem ou não responderam.