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terça-feira, 30 de junho de 2020

Presos na Operação Sangria da PF no Amazonas.

Fonte: CNN Brasil
A Polícia Federal (PF) cumpriu nesta terça-feira, dia 30/06, 20 mandados de busca e apreensão na sede do governo do Amazonas, na residência do governador e no quarto de hotel em que ele estava hospedado em Brasília, onde foram recolhidos objetos pessoais, inclusive o celular de Wilson Lima.

A operação Sangria investiga desvio de recursos públicos repassados ao governo do Estado para o combate a Covid-19 no Estado.

A PF pediu a prisão do governador do Amazonas e também o afastamento dele do mandato. No entanto, o  Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Francisco Falcão, negou as medidas consideradas mais duras.

RELAÇÃO DOS PRESOS NA OPERAÇÃO SANGRIA 
  1. Simone Araújo de Oliveira Papaiz, secretária de saúde;
  2. João Paulo Marques dos Santos, ex-secretário de saúde;
  3. Perseverando da Trindade Garcia Filho, ex-secretário executivo adjunto de saúde;
  4. Alcineide Figueiredo Pinheiro, ex-gerente de compras da secretaria de saúde;
  5. Fábio José Antunes Passos - empresário;
  6. Cristiano da Silva Cordeiro, empresário;
  7. Luciane Zuffo Vargas de Andrade, empresária;
  8. Renata de Cássia Dias Mansur Silva, empresária.

Água não é mercadoria!

Fonte: Instituto Lula.

Na semana passada o Senado aprovou a nova lei do saneamento básico, que vai ao invés de proteger a vida e a saúde do povo brasileiro vai passar para a mão dos empresários essa responsabilidade. Sem investimento público, não haverá água e saneamento básico para os mais pobres.

"Água é vida. É saúde. Água tratada é responsabilidade do Estado brasileiro. Qual é o empresário que vai fazer isso sem rentabilidade? Eles vão levar água encanada pra favela sem ter lucro? Eu sou contra privatizar porque a saúde do povo depende disso", ex-presidente Lula.

Durante o governo Lula foi diferente. O acesso à água de qualidade chegou ao patamar da quase universalidade em 2015, atingindo mais que 95% da população brasileira. Mais impressionante: entre os 5% mais pobres, a oferta aumentou de 49% em 2002 para 76% em 2015.