terça-feira, 26 de novembro de 2013

Arena da Amazônia tem custo ampliado para R$ 669,5 milhões




De acordo com o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP-Copa), Miguel Capobiango, o valor do contrato com a empresa Andrade Gutierrez, exclusivo para a construção da Arena, é de R$ 594 milhões.

Entre as obras de estádios da Copa, já são duas que oficialmente custam mais de R$ 1 bilhão: Maracanã (R$ 1,050 bilhão), no Rio de Janeiro, e Estádio Nacional Mané Garrincha (R$ 1,403 bilhão), em Brasília. Essas duas arenas, aliás, estão entre as oito que tiveram o custo de sua reforma ampliado de dezembro para hoje. Mineirão, em Belo Horizonte, Beira-Rio, em Porto Alegre, e Itaquerão, São Paulo, mantiveram o custo de suas obras. Já o custo da reforma do Castelão, em Fortaleza caiu: de R$ 623 milhões para R$ 518 milhões.

Em Manaus, a Arena da Amazônia, que foi orçada inicialmente em R$ 499,5 milhões, teve o custo atualizado pelo Ministério do Esporte para R$ 669,5 milhões - 34% a mais. De acordo com o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP-Copa), Miguel Capobiango, o valor do contrato com a empresa Andrade Gutierrez, exclusivo para a construção da Arena, é de R$ 594 milhões.

Ainda segundo Capobiango, os valores excedentes “são contratos que fazem parte de todo o complexo da arena, mas que não são da construção especificamente”, como o projeto básico, gerenciamento, certificação e auditoria da Arena. De acordo com o coordenador, fazem parte da soma total do custo do estádio: o Consórcio Arena; a Sustentec, que concede a certificação LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental na sigla em inglês) e a Ernest & Young, que faz auditoria do contrato de financiamento com o BNDES.