domingo, 2 de março de 2014

Waldemir cobra a instalação do Plano de Mobilidade urbana para Manaus


Durante a reunião da Comissão de Transporte, Viação e Obras Públicas da Câmara Municipal de Manaus (CTVOP/CMM), realizada na manhã de sexta-feira (28), com o superintendente municipal de transporte urbano (SMTU) Pedro Carvalho, para tratar dos primeiros resultados do uso da faixa exclusiva para os ônibus na Avenida Constantino Nery, o vereador Waldemir José (PT) defendeu a implantação do plano de mobilidade urbana para cidade e aprovou a criação da faixa azul. 

Para o vereador Waldemir José, a iniciativa da Prefeitura é válida, uma vez que essa medida prioriza o transporte público. “Temos que entender que a prioridade é o transporte público. A crise na mobilidade urbana está também em torno dos carros particulares. Por esse motivo, defendo que o Poder Público um sistema de transporte mais atrativo. Em São Paulo, o uso de corredores exclusivos está sendo aprovado pela população”, disse o parlamentar pontuando que existem muitos carros transitando na cidade pela falta de transporte público de qualidade para população. 

Ele lembrou, ainda, que o plano de mobilidade urbana é essencial para que os investimentos feitos no sistema de transporte tenham continuidade sempre que houver mudanças de gestão, o que evitará grandes prejuízos à população. 

Além disso, com base na experiência de ir de ônibus até o SMTU e nas fiscalizações nas estações das linhas 609, 612, 610, 601 e 604, Waldemir José relatou a Pedro Carvalho as dificuldades que os usuários do transporte coletivo da cidade enfrentam todos os dias e afirmou que um dos maiores problemas desse serviço é a falta de fiscalização por parte da Prefeitura. 

“As empresas fazem o que querem e não obedecem a horários de saídas estabelecidos pelo SMTU. As empresas ditam as regras, o que não pode ocorrer no serviço público. Não encontramos nenhum fiscal nessas estações. Falta a presença da Prefeitura cobrando das empresas que cumpram o horário de saída. Levemos em consideração que a população paga diariamente pela utilização completa da frota e não pela metade”, relatou Waldemir.