sábado, 25 de outubro de 2014

POR QUE VOTO EM DILMA? - Júlio Lázaro Torma


Muitos querem a minha opinião e manifestação sobre o atual período e embate que se coloca neste segundo turno das eleições presidenciais e levando em conta a necessidade para garantir os avanços da sociedade brasileira vive nestes últimos anos.Não posso me furtar em participar deste processo e em declarar o meu apoio em favor da reeleição de Dilma Rousseff ( PT).

Mesmo sendo um critico aos limites do atual governo e do sistema político reconheço publicamente que houve uma diminuição da pobreza e da miséria no Brasil, onde a pobreza foi reduzida há 75%, onde milhares de jovens tem ingresso em escolas técnicas, universidades públicas e privadas. Como a inclusão de cotas para setores da sociedade secularmente excluídos como os povos indígenas e afrodescendentes, além de ampliação de direitos das mulheres, homossexuais, antes tratados com distem pelos governos federais.

Como os projetos sociais de inclusão social como o Bolsa Família, a onde as crianças e adolescentes destas famílias beneficiadas demostram bom rendimento escolar, freqüência em sala de aula, evitando assim a evasão escolar.

O projeto minha casa minha vida, luz para todos, pro une, saúde para todos, que tem incluído milhões de brasileiros/as lhes dando cidadania.

Como o Farmácia Popular, valorização do salário minimo, como o poder de consumo da população, onde aqueles antes condenados a viver abaixo da linha de pobreza. Hoje tem acesso a uma moradia digna como minha casa minha vida e a comprar carro com IPI reduzido, TV de led, celulares, computador, internet, TV A cabo, artigos de higiene, materiais de construção que fomenta o comércio, indústria e gera empregos locais.

Bem como investimentos federais como duplicação da rodovia Rio Grande-Pelotas ( BR 392),da BR 116 ( Porto Alegre- Pelotas), Pólo Naval, Parque Eólico Santa Vitória do Palmar- Chui, núcleos habitacionais através do minha casa minha vida, PRONATEC, expansão da UFPEL, FURG, IFSUL, criação da UNIPAMPA , Universidade da Fronteira Sul, expansão dos direitos trabalhistas aos trabalhadores e trabalhadoras domésticos.

Sigo questionando o atual modelo desenvolvimentista deste governo. É nosso dever de empenhar na luta por uma profunda reforma política e na convocação de uma assembléia exclusiva como a inclusão social de 16 milhões de pessoas que ainda vive abaixo da linha da pobreza. Exigindo respeito a natureza e dos povos indígenas, quilombolas, sejam respeitados.

Bem como a realização de uma ampla e radical reforma agrária, que partilha a terra para todos os trabalhadores sem terra e por uma ampla e radical reforma urbana que coloque todos os terrenos baldios,prédios desocupados e abandonados para quem quer morar e necessite de moradia digna.

Enquanto isso o outro candidato representa o modelo neoliberal é alinhado ao capital transnacional, atrelado ao sistema financeiro, além de ser apoiado por setores atrasados como latifundiários, agronegócio, escravocratas urbanos e rurais e por setores retrógrados preconceituosos e anticristãos que jamais vão apoiar e assumir tais projetos.

Além de ser um defensor do livre mercado e de um modelo economicista, outro candidato se eleito for á um risco da perda de direitos sociais, políticos e econômicos, conquistado com muita luta, suor e sangue da classe trabalhadora e popular do campo e da cidade.

Por último devo ressaltar a política externa dos governos Lula- Dilma nestes últimos anos, foi uma política externa independente e não alinhada aos interesses dos Estados Unidos da América, que buscou e trabalhou pela paz entre os povos, bem como a criação do BRIC e uma maior integração dos países latino-americano e caribenho, feito de maneira respeitosa, com quem devemos cada vez mais buscar dialogando, no caminho da paz e da solidariedade entre todos os países do mundo.

Por isso declaro o meu VOTO EM DILMA pela continuidade de um projeto democrático popular para o Brasil.

Como gritava Dolores Ibárruri Gómez ( 1895-1989), grito para aqueles que querem a volta de um modelo neoliberal, excludente e privativista.

" NÃO PASSARÃO! AVANCEMOS NA CONSTRUÇÃO DE UM PAÍS MAIS JUSTO E SOBERANO".