CONHEÇA OS PAÍSES NÓRDICOS.


Eles são Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia, países do norte da Europa conhecidos pelo frio, pelas paisagens impressionantes e por alguns dos melhores índices de qualidade de vida do mundo.

Mas tem uma coisa que muita gente percebe: por que as bandeiras deles são tão parecidas? A resposta está na famosa Cruz Nórdica, aquele desenho de cruz deslocada para o lado esquerdo. Esse modelo foi inspirado na bandeira da Dinamarca, o Dannebrog, considerada uma das bandeiras nacionais mais antigas ainda em uso.

Com o tempo, outros países da região adotaram o mesmo estilo, mas usando cores diferentes para representar sua própria identidade. Por isso, as bandeiras parecem “da mesma família”, mas cada uma tem sua história.

E detalhe importante: países nórdicos e Escandinávia não são exatamente a mesma coisa! A Escandinávia geralmente envolve Dinamarca, Noruega e Suécia, enquanto os países nórdicos também incluem Finlândia e Islândia.

A MAIOR TRAGÉDIA HUMANITÁRIA DO BRASIL.


Em 1877, o Nordeste brasileiro entrou em um dos períodos mais devastadores de sua história. O céu simplesmente deixou de chover. Os rios secaram, os açudes se transformaram em extensões de lama rachada e a vegetação da caatinga perdeu o verde até restarem apenas galhos retorcidos, espinhos e poeira. O que começou como uma estiagem logo se transformou em uma tragédia humanitária que marcaria para sempre a memória da região.

Conhecida como a Grande Seca de 1877–1879, ela atingiu principalmente as províncias do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e partes do Piauí. Durante quase três anos, milhões de pessoas viram suas plantações desaparecerem, o gado morrer de sede e os alimentos se tornarem cada vez mais raros. Famílias inteiras passaram a sobreviver com raízes, frutos silvestres e qualquer coisa que pudesse ser mastigada.

À medida que os meses passavam, milhares de sertanejos abandonavam suas casas. Eram homens, mulheres, idosos e crianças caminhando por estradas cobertas de poeira, levando nos braços os poucos pertences que ainda possuíam. Muitos percorriam centenas de quilômetros na esperança de encontrar água ou algum lugar onde ainda houvesse comida.

As cidades, especialmente Fortaleza, passaram a receber multidões de retirantes. Em pouco tempo, as ruas ficaram tomadas por pessoas extremamente debilitadas. A falta de alimentos favoreceu surtos de doenças como varíola e outras epidemias, agravando ainda mais a crise. Cemitérios deixaram de comportar o número de mortos, enquanto muitos corpos eram enterrados às pressas ou permaneciam sem sepultamento por dias.

Calcula-se que centenas de milhares de pessoas tenham morrido em consequência da fome, da sede e das doenças associadas à seca. Para muitos historiadores, foi o maior desastre humanitário da história do Brasil no século XIX.

Diante da calamidade, o governo imperial tentou organizar frentes de trabalho conhecidas como "obras de emergência". A ideia era simples: em vez de distribuir alimentos gratuitamente, oferecia-se um pequeno pagamento para que os retirantes trabalhassem na construção de estradas, açudes e outras obras públicas. Na prática, porém, a necessidade era tão extrema que famílias inteiras aceitavam qualquer serviço para conseguir um pouco de comida.

Foi nesse cenário que milhares de crianças passaram a trabalhar nas chamadas emergências. Muitas ainda eram muito pequenas. Carregavam pedras, enchiam cestos de terra, empurravam carrinhos improvisados ou ajudavam os pais sob um sol escaldante durante horas. Recebiam porções mínimas de alimento ou um pagamento insuficiente, mas, para muitas famílias, aquela era a única alternativa para permanecerem vivas por mais um dia.

Fotografias feitas em secas posteriores, quando esse mesmo sistema continuava existindo, mostram fileiras de crianças magras, descalças e cobertas de poeira trabalhando ao lado de adultos. Embora essas imagens pertençam principalmente às secas do início do século XX, elas retratam uma realidade que havia começado ainda na grande tragédia de 1877.

Enquanto alguns lutavam para sobreviver nas obras, outros eram obrigados a deixar o sertão definitivamente. Milhares embarcaram para a Amazônia, atraídos pela promessa de trabalho nos seringais durante o ciclo da borracha. Muitos jamais voltariam para suas terras natais.

A Grande Seca também mudou a maneira como o governo brasileiro passou a enxergar o problema. Depois dela, intensificaram-se os projetos de construção de açudes, barragens e sistemas para armazenar água no semiárido. Décadas mais tarde surgiriam órgãos especializados no combate aos efeitos das secas, numa tentativa de impedir que uma tragédia daquela dimensão voltasse a se repetir.

Ainda assim, durante muitos anos, novas estiagens continuaram castigando o Nordeste. Em várias delas, as frentes de emergência voltaram a reunir milhares de trabalhadores, incluindo crianças, repetindo cenas que pareciam pertencer ao século anterior.

Fonte 1: Rodolfo Teófilo — História da Seca do Ceará (1877–1880).

Fonte 2: Frederico de Castro Neves — A Multidão e a História: Saques e Outras Ações de Massa no Ceará (1889–1930).
Fonte 3: Marco Antonio Villa — Vida e Morte no Sertão: História das Secas no Nordeste nos Séculos XIX e XX.

William Kamkwamba: "O Menino que Descobriu o Vento".


Quando a fome devastou o Malawi em 2001, William Kamkwamba foi obrigado a abandonar a escola porque sua família não tinha dinheiro para pagar as mensalidades. Mas ele se recusou a desistir do próprio sonho.

Em uma pequena biblioteca, passou horas estudando livros de ciência e engenharia. Sem dominar o inglês, aprendia observando desenhos e diagramas.

Com madeira, sucata, peças de bicicleta e tubos de PVC, construiu um moinho de vento capaz de gerar eletricidade para a casa da família. Depois, aperfeiçoou a invenção e criou um sistema que também bombeava água para irrigar as plantações.

Sua incrível trajetória inspirou o filme O Menino que Descobriu o Vento, mostrando ao mundo que a curiosidade e a determinação podem transformar um destino.

NUNCA COLOQUE ESSES ALIMENTOS NA GELADEIRA.


A geladeira ajuda a conservar muitos alimentos, mas o frio também pode alterar o sabor, o aroma e a textura de alguns deles. Isso não significa que todos “fazem mal” quando refrigerados, e sim que podem perder qualidade quando são guardados da maneira errada.
  • Tomate: o frio reduz o aroma e pode deixar a polpa mais farinhenta. Prefira guardar em temperatura ambiente.
  • Banana: a casca escurece rapidamente na geladeira. Depois de madura, porém, o frio pode ajudar a conservar a polpa por mais tempo.
  • Alho e cebola: devem ficar em local seco, ventilado e protegido da luz. Dentro da geladeira, podem acumular umidade, amolecer e germinar.
  • Pão: o frio acelera o ressecamento. Para conservar por mais tempo, o melhor é congelar em porções.
  • Batata: temperaturas muito baixas podem transformar parte do amido em açúcar, alterando o sabor e a textura. Guarde em local fresco, escuro e arejado.
  • Pêssego e abacate: devem amadurecer fora da geladeira. Depois de maduros, podem ser refrigerados por alguns dias.
  • Mel: não precisa de refrigeração. O frio facilita a cristalização, mas isso não significa que ele estragou.
  • Café: absorve facilmente odores e umidade. Mantenha em pote bem fechado, longe da luz e do calor.
  • Chocolate: a geladeira pode formar uma camada esbranquiçada causada pela separação de açúcar ou gordura. Guarde em ambiente fresco e seco.
  • Abacaxi: inteiro pode ficar fora da geladeira por pouco tempo. Depois de cortado, deve ser refrigerado em recipiente fechado.
Atenção: frutas e alimentos já cortados precisam ir para a geladeira. O segredo não é evitar o frio sempre, mas saber o momento e a forma correta de armazenar cada alimento.

USIMINAS: Investimento japonês no Brasil.


Em 1956, o governo de Juscelino Kubitschek acelerava o processo de industrialização do Brasil.

O país precisava produzir mais aço e depender menos de importações. Do outro lado do mundo, o Japão tentava reconstruir sua economia no pós-guerra. As empresas japonesas tinham tecnologia, experiência e buscavam expandir sua presença internacional.

Foi aí que os interesses se encontraram: Nasceu a Usiminas.

Uma parceria entre capital brasileiro e japonês que trouxe muito mais do que dinheiro: Trouxe engenharia, tecnologia e métodos de gestão.

O local escolhido foi Ipatinga, no leste de Minas Gerais. A região ficava próxima de algumas das maiores reservas de minério de ferro do mundo e tinha enorme potencial para a siderurgia.

A usina transformou completamente a cidade. Vieram trabalhadores, moradias, vomércio e infraestrutura.

Em poucos anos, Ipatinga deixou de ser uma pequena localidade para se tornar um dos principais polos industriais do país. A Usiminas virou símbolo da industrialização brasileira.

Mas existe um detalhe que quase ninguém percebe. O maior legado da parceria não foi apenas a fábrica. Foi a transferência de conhecimento. O Japão não exportou apenas máquinas, xxportou tecnologia e formas de produzir.

E isso ajudou a desenvolver uma indústria que continua estratégica para o Brasil até hoje. Nos negócios, capital constrói fábricas. Conhecimento constrói setores inteiros.

Fonte: Update Diário.

Encontro das Águas: um dos espetáculos naturais mais fascinantes do planeta!


Nos arredores de Manaus (AM), os rios Negro e Solimões protagonizam um dos fenômenos naturais mais famosos do mundo: o Encontro das Águas.

Mesmo após se encontrarem, as águas dos dois rios seguem lado a lado por aproximadamente 6 quilômetros, formando uma nítida divisão entre o preto e o marrom antes de finalmente se misturarem.

Por que isso acontece?

Rio Negro:
• Águas escuras, ricas em matéria orgânica dissolvida.
• Temperatura média de cerca de 28 °C.
• Baixa concentração de sedimentos.
• Correnteza mais lenta, em torno de 2 km/h.
• Águas naturalmente mais ácidas.

Rio Solimões:
• Águas turvas, carregadas de sedimentos trazidos da Cordilheira dos Andes.
• Temperatura média de cerca de 22 °C.
• Maior densidade.
• Correnteza mais rápida, entre 4 e 6 km/h.

A combinação dessas diferenças de temperatura, velocidade, densidade, acidez (pH) e quantidade de sedimentos faz com que as águas não se misturem imediatamente, criando um contraste impressionante que pode ser observado até do espaço.

É a partir da confluência dos rios Negro e Solimões que o curso d'água passa a ser chamado de Rio Amazonas.

O Rio Amazonas percorre milhares de quilômetros até desaguar no Oceano Atlântico e é reconhecido como o maior rio do mundo em volume de água e o maior sistema de drenagem do planeta. Além disso, muitos estudos modernos também o apontam como o rio mais longo da Terra, embora essa comparação com o Nilo ainda seja debatida por pesquisadores.

O Encontro das Águas é um dos maiores símbolos da Amazônia e um exemplo extraordinário de como a geografia e a hidrologia podem criar paisagens únicas na natureza.
Fonte: Mais Geografia.

Argentina Vence a Inglaterra e Está na Final da Copa do Mundo de 2026.


A Argentina repetiu o roteiro de toda a Copa do Mundo, virou para 2 a 1 contra a Inglaterra de forma épica e defenderá o título contra a Espanha. A partida aconteceu em Atlanta, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (15).

O gol da Inglaterra foi marcado Anthony Gordon, recém-contratado pelo Barcelona. A Argentina empatou com Enzo Fernández, com belo chute de fora da área, e Lautaro Martínez fez o gol decisivo nos acréscimos. Messi deu duas assistências e foi importante para a virada novamente.

A Argentina busca o quarto título mundial contra a Espanha, que quer a segunda taça. Os espanhóis levantaram a taça em 2010, enquanto a Argentina conquistou o título em 1978, 1986 e 2022.

Prefeitura de Itacoatiara recupera aval para contrato de pavimentação.


A disputa em torno de um contrato milionário para o fornecimento de massa asfáltica em Itacoatiara ganhou um novo capítulo no Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). Menos de um mês após barrar a contratação por suspeitas de irregularidades, a Corte voltou atrás e autorizou a Prefeitura de Itacoatiara a dar continuidade ao processo licitatório, alegando que a suspensão poderia comprometer obras de recuperação da malha viária do município.

A decisão revoga a medida cautelar anteriormente concedida no âmbito de uma representação movida pela empresa Innova – Soluções Corporativas contra a Prefeitura de Itacoatiara e a empresa Dipar da Amazônia Ltda., vencedora do Pregão Eletrônico nº 15/2026.

A representação questiona a legalidade da licitação destinada à formação de uma ata de registro de preços para aquisição de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) e emulsões asfálticas, insumos utilizados em obras de pavimentação e operação tapa-buracos.

Na primeira análise do caso, o relator havia entendido que havia elementos suficientes para suspender a contratação até o aprofundamento da investigação. A medida impediu a prefeitura de formalizar qualquer contrato decorrente da ata de registro de preços.

Entretanto, após pedido de reconsideração apresentado pelo prefeito de Itacoatiara, o entendimento foi alterado. Na nova decisão, o conselheiro reconhece que a cautelar deixou de considerar o chamado “perigo da demora inverso”, situação em que a manutenção da decisão judicial ou administrativa pode produzir danos maiores do que aqueles que pretende evitar.

Segundo a prefeitura, a paralisação da contratação inviabilizaria o fornecimento de insumos essenciais para serviços de manutenção das vias públicas, prejudicando a mobilidade urbana e o transporte de pessoas e mercadorias.

Ao acolher os argumentos, o relator afirmou que o interesse público deve prevalecer neste momento, sobretudo diante da possibilidade de agravamento das condições das ruas durante o período de chuvas.

Na prática, a decisão representa uma vitória administrativa para a gestão municipal, que recupera a autorização para executar um dos contratos considerados estratégicos para a política de infraestrutura da cidade. Ao mesmo tempo, o caso evidencia a tensão permanente entre a necessidade de assegurar a continuidade dos serviços públicos e o dever dos órgãos de controle de fiscalizar a legalidade das contratações.

Apesar da revogação da cautelar, o Tribunal de Contas deixou claro que a investigação sobre as supostas irregularidades está longe do fim. O mérito da representação ainda será apreciado pelo Tribunal Pleno, enquanto a Diretoria de Controle Externo de Licitações e Contratos (DILCON) continuará a instrução processual para verificar se houve violação à Lei de Licitações durante o pregão.

Caso sejam confirmadas irregularidades, o contrato ainda poderá ser alvo de novas medidas restritivas ou até mesmo de anulação, além da eventual responsabilização dos agentes públicos envolvidos.

A decisão também determina a comunicação imediata às partes interessadas e o encaminhamento do processo para continuidade da fiscalização técnica, mantendo sob acompanhamento um contrato que envolve um dos setores mais sensíveis da administração pública municipal: as obras de infraestrutura e pavimentação, frequentemente alvo de disputas administrativas e questionamentos dos órgãos de controle.

Fonte: https://amazonas1.com.br/prefeitura-de-itacoatiara-recupera-aval-para-contrato-de-pavimentacao/

Choro no Eixo encanta o público em Brasília com clássicos da música brasileira.

Grupo Prática da Bossa: Cantora Clarissa Teixeira, flautista Flávia Lacerda e saxofonista Joaquim Barroncas.

Na tarde de ontem, 12 de julho de 2026, Brasília foi palco de mais uma edição do Choro no Eixo, evento que reuniu amantes da música brasileira em um ambiente de cultura, arte e valorização da riqueza musical nacional.

A programação contou com apresentações do grupo Prática da Bossa, composto pela cantora Clarissa Teixeira, flautista Flávia Lacerda e saxofonista Joaquim Barroncas, artistas que demonstraram grande sensibilidade e talento ao interpretar um repertório composto por clássicos da música popular brasileira.


Ao longo da apresentação, o público foi conduzido por diferentes estilos e sonoridades, em uma celebração da tradição do choro e da MPB. Entre os momentos mais marcantes da tarde esteve a emocionante interpretação de "As Vitrines", composição de Chico Buarque de Holanda, cuja poesia e delicadeza foram realçadas pela expressividade da voz de Clarissa Teixeira e pelos belos arranjos instrumentais de Flávia Lacerda e Joaquim Barroncas.

A combinação entre flauta, saxofone e voz proporcionou uma apresentação refinada, evidenciando a qualidade técnica dos músicos e a riqueza harmônica da música brasileira. O repertório, cuidadosamente selecionado, despertou a atenção e o entusiasmo do público, que acompanhou as interpretações com aplausos e demonstrações de apreço.

Mais do que um espetáculo musical, o Choro no Eixo reafirmou a importância de iniciativas culturais que preservam e difundem o patrimônio musical brasileiro, aproximando artistas e público em torno de obras que marcaram diferentes gerações.

Eventos como esse fortalecem a cena cultural de Brasília e mantêm viva a tradição do choro e da música popular brasileira, valorizando compositores, intérpretes e instrumentistas que contribuem para a riqueza artística do país.


Lançada no álbum Almanaque em 1981, a música "As Vitrines" é uma das composições mais aclamadas e sensíveis de Chico Buarque. A letra narra a história de um homem apaixonado que segue os passos da amada pelas ruas da cidade, observando-a através dos reflexos nos vidros das vitrines. Ele a admira intensamente, mas sofre com a distância e o anonimato, já que ela passa sem sequer notar sua presença.

O Eixão do Lazer é o fechamento semanal do Eixo Rodoviário de Brasília, que proíbe carros e abre os seus 14 km para pedestres, ciclistas e skatistas. A via, que corta o Plano Piloto de Norte a Sul, funciona aos domingos e feriados nacionais, das 6h às 18h, tornando-se o maior espaço de convivência da cidade.

Para aproveitar ao máximo esse famoso "point" a céu aberto, veja as atividades comuns em cada região:
  • Esporte e Mobilidade: Extensão ideal para pedalar, correr ou andar de skate, com trechos amplos e espaços abertos para toda a família.
  • Cultura e Música: Na altura da 207/208 Sul, acontece o tradicional Choro no Eixo.
  • Gastronomia: Diversos food trucks e vendedores ambulantes oferecem de água de coco a hambúrgueres e cervejas artesanais.

BEMOL: História de uma família que naufragou no meio da selva, voltou para Manaus sem um centavo e construiu um império.


Uma família naufragou no meio da selva, voltou para Manaus sem um centavo, e construiu um império de R$ 5 bilhões em 80 anos. Sem sair do Amazonas. Quando os bancos se recusaram a financiar a população da Amazônia, a Bemol criou o próprio crediário. Quando as outras empresas evitaram a região pela logística impossível, a Bemol investiu exatamente nisso. Hoje de cada três pessoas que vivem na Amazônia Ocidental, uma é cliente da Bemol.

A Bemol foi fundada em 1942 em Manaus pelos irmãos Samuel, Israel e Saul Benchimol. O nome deriva de um trocadilho com a nota musical (bemol, que diminui o tom) e a redução do nome Benchimol. Começando como uma pequena distribuidora de remédios, a empresa expandiu-se e se tornou a maior rede varejista da Amazônia Ocidental.

Evolução e Inovações no Varejo: A trajetória da Bemol está fortemente ligada ao desenvolvimento econômico da região Norte do Brasil.

Década de 1960: A empresa ganhou força ao importar e vender máquinas de costura japonesas (New Yorker), introduzindo em Manaus um inovador sistema de crediário de 12 a 24 meses. Logo em seguida, passou a comercializar eletrodomésticos, móveis e cimento.

Logística Amazônica: Com a dificuldade de transporte fluvial e a ausência de grandes rodovias na região, a empresa transformou a logística no seu maior trunfo. Criou centros de distribuição próprios e uma frota estruturada para abastecer dezenas de cidades isoladas.

Para contornar as limitações de infraestrutura local, a Bemol transformou-se em um conglomerado que atua em múltiplos setores além do varejo tradicional.

Bemol Farma: Rede de farmácias com forte presença local.
Mercados Bemol: Lojas de conveniência e mercados que oferecem vendas online e presenciais.
Bemol Serviços Financeiros: Operando quase como um banco regional, oferece facilidades de pagamento, empréstimos e a clássica conta digital da loja.
Bemol Solar: Divisão voltada para a geração de energia sustentável.

Com uma operação focada na confiança do consumidor amazonense, a Bemol possui forte atuação online, atendendo mais de 60 municípios nos estados do Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre.

CONHEÇA OS PAÍSES NÓRDICOS.

Eles são Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia, países do norte da Europa conhecidos pelo frio, pelas paisagens impressionantes e...