Jogador morre engasgado com a própria língua em jogo

jogador

O jogador iraniano Qusai Emad al-Khawalda, de 19 anos, morreu em campo durante o confronto do seu time Al-Faisaly contra o Al-Jazeera, no último final de semana, em Amã.

O jovem atleta desmaiou, ainda no primeiro tempo de jogo, e acabou morrendo engasgado com a própria língua – que bloqueou a entrada de ar nos pulmões.

O diretor do Al Faisaly, Ihab al-Khalili, alegou que a demora no atendimento médico foi preponderante para a morte do jogador. “Vamos investigar o porquê de tanta demora”.

Esta é a segunda tragédia recente na família al-Khawalda e no time Al-Faisaly. Há dois anos, o goleiro Zbin al-Khawalda, parente do Qusai Emad, morreu em um acidente de carro.

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PRACIANO APRESENTA PROJETO DE LEI QUE TORNA MAIS CÉLERE JULGAMENTO SOBRE IMPROBIDADE


O deputado federal Francisco Praciano (PT) apresentou ontem, na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 6.808/2013 objetivando dar mais celeridade no jul...gamento das ações por improbidade administrativa. 

Uma das medidas contida no projeto do deputado do Amazonas é a supressão da chamada “defesa preliminar”, que é apresentada ao juiz da causa pela pessoa a quem foi atribuída a prática de algum ato de improbidade. De acordo com a lei atual (Lei da Improbidade Administrativa), só após a apresentação dessa “defesa preliminar” é que o juiz decide se recebe ou não a ação.

Praciano entende que a chamada “fase da defesa preliminar” é desnecessária, torna mais demorado o desenrolar do processo e só revela um excesso de zelo com os possíveis demandados, isto é, com aqueles que, supostamente, enriqueceram ilicitamente em razão dos seus cargos, mandatos ou empregos públicos.

Para o deputado, a Lei já exige que, para a apresentação de uma ação de improbidade administrativa contra qualquer pessoa, seja pelo Ministério Público ou pela procuradoria do órgão público que tem interesse na causa, o autor da ação tem que embasar seu pedido com documentos que contenham indícios suficientes da existência do ato de improbidade. Além disso, ainda de acordo com o entendimento de Praciano, a pessoa suspeita de ter cometido tal ato tem toda a oportunidade de se defender, contestando a ação e apresentando, a partir daí, as provas de sua inocência.

“Não observo, dessa forma, razão plausível para se ter uma fase a mais nos processos que julgam a improbidade administrativa, cujo objetivo principal é garantir a moralidade na Administração Pública”, diz o deputado.

Fonte: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

Painel de Especialistas lança consulta pública


Até o dia 15 de dezembro deste ano, a população pode participar e enviar contribuições para o relatório O papel da pesca e da aquicultura sustentável na segurança alimentar e nutricional .

Há um ano, o Comitê de Segurança Alimentar Mundial (CFS) da Organização das Nações Unidas (ONU) pediu ao Painel de Alto Nível de Especialistas em Segurança Alimentar para desenvolver o estudo sobre pesca e aquicultura. O Painel tem como propósito avaliar a importância e relevância da pesca e da aquicultura relacionada à segurança alimentar, apontando as mudanças causadas, entre as quais se incluem a exploração excessiva do pescado e o auge da aquicultura, com a finalidade de compreender melhor essas mudanças e maximizar os efeitos positivos.

A consulta eletrônica será usada pelo Painel de Alto Nível de Especialistas em Segurança Alimentar para dar continuidade à elaboração do relatório. O professor Renato Maluf, conselheiro e ex-presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), faz parte do Comitê Diretivo do Painel.

Fonte: FAO

Bolsa Universidade: Prefeitura divulga resultado do programa para ano letivo de 2014


O período para apresentar todas as documentações exigidas para o preenchimento da vaga será entre 25 a 29 de novembro, na próxima semana. Ao todo, 8.274 pessoas foram contempladas.

A Prefeitura de Manaus divulgou nesta sexta-feira (22) o resultado da classificação do Programa Bolsa Universidade do ano letivo de 2014. De 10.064 vagas oferecidas, 8.274 pessoas foram contempladas. O período para apresentar todas as documentações exigidas para o preenchimento da vaga será entre 25 a 29 de novembro, de segunda a sexta da semana que vem.

Confira aqui os nomes das pessoas contempladas. De acordo com a Escola de Serviço Público Municipal (ESPI), uma nova chamada deve ser feita para o preenchimento das 2.825 vagas restantes, à medida que os candidatos se enquadrem nos quesitos exigidos.

“Esse é um projeto de alto impacto social, futuramente positivo e econômico para o município. Isso porque vai preparar as pessoas para o mundo da competição e para que ela alcance no mundo um patamar melhor. Então, entramos em negociação com os empresários, que têm sido absolutamente parceiros e nos têm oferecidos muitas bolsas. Eles próprios abriram mão dos seus espaços para que possamos ofertar aos habitantes de Manaus que tanto precisam do Bolsa Universidade”, afirmou o prefeito.

Segundo a coordenadora da ESPI, Luiza Bessa Rabelo, 38.620 pessoas se inscreveram no programa. Ela explicou que, como nem todas as vagas foram preenchidas, será montado um cadastro de reserva. No primeiro momento, será realizado a matricula dos candidatos já selecionados. Em seguida, serão priorizados os candidatos que necessitarem realizar remanejamento de curso ou de instituição de ensino.

“Nós vamos chamar para o remanejamento das vagas restantes as pessoas que não foram contempladas na instituição escolhida ou para o curso escolhido. Elas serão chamadas para refazer uma opção de instituição ou de curso (escolhidos). E esse processo continua. O edital tem validade por um ano. As instituições vão disponibilizar mais vagas em julho e essas pessoas que estão no banco de reserva poderão ser chamadas também no processo seletivo, tanto no remanejamento quanto no cadastro de reserva”, comentou.

O candidato selecionado para o programa Bolsa Universidade pode verificar sua classificação por meio do Portal do Candidato, no endereço www.bolsauniversidade.manaus.am.gov.br, efetuar seu login e senha, e conferir seu status de candidato. O resultado oficial também será publicado no Diário Oficial do Municipio (DOM). 

Documentos

A entrega da documentação necessária para o preenchimento da vaga ocorrerá de segunda à sexta da próxima semana, 25 à 29 de novembro, no horário de 8h às 17h nos seguintes locais de entrega: Auditório Nina Lins, no Centro Universitário Nilton Lins, bairro Parque das Laranjeiras, Zona Centro-Sul, somente para os candidatos classificados para a instituição; e na sede da ESPI, no Bloco D, também na Nilton Lins, que vai receber os candidatos das demais instituições parceiras.

A diretora da ESPI, Luiza Bessa Rabelo, destacou que os classificados deverão comparecer aos postos de atendimento para comprovar as informações prestadas ao sistema no ato da inscrição. A não entrega dos documentos implicará na eliminação do candidato.

Fonte: Assessoria de Imprensa

José Ricardo promove audiências públicas para discutir o Orçamento Estadual com a sociedade civil


O deputado José Ricardo Wendling estará promovendo audiências públicas com a participação da sociedade nos próximos dias 2, 3 e 4 de dezembro, para discutir o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014. A previsão do orçamento do Estado para ano que vem é de R$14,5 bilhões.

A proposta do parlamentar é discutir com o povo a destinação dos recursos públicos e a ordem de prioridades dessa aplicação, já que estes são oriundos da contribuição da própria população. Durante as reuniões o deputado estará recebendo sugestões dos participantes para que sejam apresentadas como emendas à LOA. As sugestões também podem ser encaminhadas ao e-mail deputado.josericardo@aleam.gov.br ou pelo número 3183 4388/ 4390. 

A primeira reunião, no dia 2, será no Centro Comunitário São Francisco, na Rua Principal 3, no bairro Nova Cidade, próximo a Escola Estadual Zilda Arns; a segunda audiência ocorrerá na sede do Movimento Comunitário Vida e Esperança (MCVE), na Rua Sete de Setembro, bairro Terra Nova. O último encontro está marcado para ser realizado na Paróquia Cristo Redentor, Avenida “O”, bairro Alvorada III. As três audiências públicas serão às 19h30.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Abusos de Barbosa e fuga de Pizzolato - Por Wálter Maierovitch*


A lei de execução penal é de 1984. A ditadura agonizava e o ministro da Justiça, Ibrahim Abi-Ackel, empenhou-se, com sucesso, na elaboração de uma legislação moderna e humanizada em face de um caótico e desumano sistema penitenciário nacional. Logo no artigo 3º., essa lei assegura “ao condenado e ao internado todos os direitos não atingidos pela sentença ou pela lei”. Está claro, em face dessa norma recepcionada pela nossa Constituição de 88, não se poder manter em regime fechado o condenado a regime menos rigoroso, como, por exemplo, o semi-aberto e o aberto. No particular, é remansosa a jurisprudência dos tribunais brasileiros de servir o remédio heroico do habeas-corpus liberatório para por fim a esse tipo de abuso de poder e ilegalidade.

Na semana que passou, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) enfrentou, em processo da sua competência originária e apelidado de ‘mensalão’, uma questão nova e concluiu ser possível a execução parcial de condenação defintiva, caso, por exemplo, de José Dirceu e com relação ao crime de corrupção ativa. Prevaleceu o entendimento de ser possível a execução parcial das penas, vale dizer, o fatiamento do julgado, num neologismo processual penal: transitou em julgado, “tollitur quaestio”. A questão está encerrada, ainda que condenações, por outros crimes, estejam pendentes.

Mais ainda, decidiu-se, na referida sessão plenária, não ser possível a execução provisória de acórdão condentório sem trânsito em julgado e pendente de embargos infringentes. Mesmo os seis embargantes que não obtiveram quatro votos absolutórios, condição de admissibilidade desse recurso previsto no Regimento Interno do STF, não poderiam ter processo de execução provisória aberta. E mesmo que não conhecidos esses seis infringentes, por decisão monocrática do relator Joaquim Barbosa, não caberia execução dada a possibilidade de interposição de agravo regimental ao Plenário.

Com efeito, na execução parcial aberta, o juiz da execução, ministro Barbosa, estava balizado pela última decisão da Corte. Apesar disso, condenados a regime semi-aberto, como José Dirceu, por exemplo, foram, no último 15 de novembro colocados, ilegal e abusivamente, em regime fechado. E se percebeu que, na pressa e atropelando-se a lei de execução que confere a “proteção contra qualquer forma de sensasionalismo” (art.41,VIII), o ministro Barbosa, além de omitir o regime prisional na guia de recolhimento para a execução, não se informou sobre a existência de vagas em regime semi-aberto. Deve-se lembrar, pois também remansosa a jurisprudência, que a inexistência de vagas no regime semi-aberto implica na provisória concessão de regime aberto, na modalidade de prisão albergue. No caso de inexistência de casa de albergado, outorga-se, sempre provisoriamente, a prisão albergue domiciliar.

Como se percebe, além das flagrantes ilegalidades e abusos de poder, o ministro Barbosa não domina a lei de execução penal e nem as interpretações dadas pela doutrina e jurisprudência. Em face disso, deveria ter sido mais cauteloso e ter evitado os constrangimentos suportados por condenados que se entregaram e, por evidente, não precisavam ter viajado algemados. Fora isso, e como a pena, por princípio constitucional, tem como finalidade ética a emenda do condenado, mantê-los próximos à família e nas suas cidades, conforme concluem os tratadistas, ajuda na chamada ressocialização. A nossa penitenciarista maior, Armida Bergamini Miotto, no seu Curso de Direito Penitenciário, anota que a família, que deverá estar próxima, dará a atenção e o apoio necessário, apesar da reprovação à conduta dada como criminosa.

Para completar esse quadro, um dos condenados a regime fechado, Henrique Pizzolato, fugiu para a Itália e, portador de cidadanias brasileira e italiana, acredita estar blindado. Diante da fuga, a interina procuradora geral da república acredita em soluções mágicas. Ela sustenta ser caso de o Brasil postular a extradição de Pizzolato com base no Tratado de cooperação com a Itália, que é de 1989. No caso de negativa da extradição—, cogita-se de um mensalão à italiana…. Ou seja, Pizzolato responderia a processo criminal junto à Justiça italiana, por crimes cometidos no Brasil. Convém recordar não existir na Itália o foro privilegiado e o processo criminal pode percorrer três instâncias: 100% de chance de prescrição com relação a Pizzolato.

Mais ainda, esse mensalão à italiana, na verdade, permitiria à Justiça da Itália reexaminar o acerto ou o erro da condenação de Pizzolato pelo nosso Supremo Tribunal. Na hipótese de uma absolvição de Pizzolato nessa proposto mensalão à italiana, o nosso Supremo sairia esculhambado.

A nossa Constituição proíbe, – com cláusula pétrea -, a extradição de brasileiro nato. Outros países também proíbem a extradição dos seus nacionais, exceção feita à Colômbia e com relação a narcotráfico.Essa impossibilidade de extradição de nacionais gerou um problemão para as Nações Unidas, quando da Convenção de Roma e criação do Tribunal Penal Internacional (TPI). O TPI é competente para julgar, fora os sete países que não aceitaram a sua jurisdição internacional, os crimes contra a humanidade, genocídios e punir ditadores sanguinários. A pergunta que não calava era como fazer para executar as condenações do TPI com extradições proibidas ??

Criou-se, então, o instituto da “entrega” ao Tribunal Penal Internacional. Entrega, — e não extradição. Assim, a extradição ficou reservada às relações entre estados-nacionais e o TPI, ao contrário, apenas solicita a entrega. E tem mais. O Tratado Brasil-Itália exige reciprocidade. Ora, como a Constituição brasileira proíbe por cláusula pétrea a extradição de brasileiro nato cai a reciprocidade e não poderá o Brasil exigir isso da Itália.

Voltando ao mensalão à italiana, temos duas situações diversas. Pelo Tratado, cabe ao Brasil e não a Pizzolato, solicitar, à Itália, a abertura do processo para novo julgamento. Se o Brasil fizer isso, vai passar atestado de república das bananas. Ou seja, submeter o nosso Supremo Tribunal ao supremo vexame de ter uma decisão reexaminada pela Justiça de outro país. Quanto a Pizzolato, ele não vai poder, ao contrário do que propala, postular junto à Justiça italiana um novo julgamento. Isso porque, pelo princípio da territorialidade da lei penal, Pizzolato não cometeu nenhum crime na Itália.

Sobre Pizzolato cumprir pena na Itália trata-se de uma recomendação da Convenção da ONU sobre contraste à corrupção: cada estado-membro deverá aprovar no Parlamento a Convenção e criar a legislação adequada. E de se lembrar que Lula indeferiu a extradição do pluriassassino Cesare Battisti por entender que na Itália o sistema penitenciário não era seguro, no sentido de preservar a vida do encarcerado.

*Walter Maierovitch é jurista e professor, foi desembargador no TJ-SP

Orçamento do povo - Por José Ricardo Wendling


Na Assembleia Legislativa está o projeto da Lei do Orçamento para ser discutida e aprovada pelos deputados. O orçamento para 2014 é de R$ 14,8 bilhões. Esse é o recurso que o governador terá nas mãos para gastar.

O grande problema é que o povo não é ouvido para definir as prioridades e as maiores necessidades e dizer em quê deve ser gasto todos esses recursos. O orçamento foi elaborado por técnicos de uma secretaria, sem participação da sociedade.

Segundo pesquisas, a maior preocupação da população é com o atendimento na área de saúde. Mas no orçamento do Governo do Estado os investimentos com saúde estão diminuindo. Em 2009, era de 18,74% do orçamento, caiu para 15,68% em 2013 e para 2014 é menor, ficando em 14,22%.

Por isso defendo o orçamento participativo. Na Assembleia apresentei um projeto propondo que em cada município e em cada área de Manaus seja realizada uma audiência pública aberta para incluir as sugestões do povo. É assim que funciona em outros estados como o Rio Grande do Sul, onde o PT administra.

Quando a população participa e decide o que é mais urgente e importante a ser feito, também fiscaliza mais as obras, os serviços e os gastos públicos. Torna-se um fiscal que também denuncia quando há desvios de recursos públicos.

Aliás, o presidente do Tribunal de Contas da União informou esta semana que no Amazonas foram desviados R$ 150 milhões de verbas federais em três anos, por prefeitos, gestores e empresas, principalmente na saúde e na educação.

Tenho um projeto na ALE que prevê que somente será pago obras do governo se uma comissão de pessoas da comunidade confirmar que a obra existe e foi realizada.

Estou tentando realizar audiência pública na ALE para discutir o orçamento com a sociedade. Mas os deputados do governador não querem. Mesmo assim, estarei realizando audiências populares nas comunidades, para ouvir as sugestões e apresentar como emendas.

O orçamento, o dinheiro é do povo e este precisa ser ouvido e respeitado.

Ao executar prisões, Barbosa desrespeitou resolução do CNJ, órgão que preside


Conselho Nacional de Justiça determina que prisões devem ser feitas apenas com cartas de sentenças, mas réus da Ação Penal 470 foram presos apenas com mandados.

No momento em que determinou a execução de prisões de 12 condenados na AP 470 durante feriado da Proclamação da República, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, desrespeitou uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), expedida em 2010, que regulamenta o trâmite para o início do cumprimento das penas de prisão. Além do STF, Barbosa também preside o CNJ.

Essa resolução (113/2010) foi expedida pelo então presidente do CNJ, Gilmar Mendes. A ideia desse documento não somente era organizar a execução de prisões em todo o Brasil, mas também evitar que o preso ficasse por um tempo indeterminado cumprindo um regime ao qual ele não foi condenado. Na ocasião, a resolução foi considerada um avanço pela magistratura.

Com 26 artigos, esse documento determina que o processo de execução da sentença deve ter, além da carta de sentença, outras 12 peças jurídicas entre as quais “qualificação completa do réu”, “interrogatório do executado na polícia e em juízo”, “cópias da denúncia”, “cópias da sentença, votos e acórdãos (íntegra do julgamento) e respectivos termos de publicação”.

A execução das prisões dos 11 réus da AP 470 – um está foragido – ocorreu apenas com o mandado de prisão expedido pelo STF, mas sem as cartas de sentença com o detalhamento do tempo de prisão de cada condenado. As cartas de sentenças somente foram encaminhadas ao juiz de Execução Penal do Distrito Federal, Ademar de Vasconcelos, no final de semana. Os documentos chegaram ao juiz somente na tarde do último domingo.

De forma oficial, entre a tarde de sexta-feira e a de segunda-feira, os réus do mensalão ficaram sob custódia da Justiça Federal e só passaram a executar as suas penas mais de 48 horas depois depois da detenção, quando as cartas de sentença foram expedidas. Os advogados dos réus já questionaram essas prisões durante essa semana nas petições impetradas no STF requerendo transferência de domicílio, progressão de regime, entre outros benefícios.

Até a manhã de segunda-feira, os advogados dos réus não tiveram acesso às cartas de sentenças. Até ministros do Supremo tinham dúvidas sobre a execução de algumas penas dos condenados.

Nesta terça-feira, o ministro Marco Aurélio Mello questionou a forma como as prisões foram executadas e os motivos pelos quais os presos foram deslocados para Brasília. Mello afirmou que “tem que haver a carta de sentença necessariamente” antes da execução das penas. “O cumprimento se dá onde o réu, o reeducando, e tomara que todos saiam reeducados, onde o reeducando tem raízes, tem domicilio”, explicou Mello.

“Eu teria aguardado para chegar-se à prisão, a confecção, que ocorreu na segunda-feira, das cartas de sentença. Enquanto não se tem a carta de sentença expedida, a prisão ressoa como provisória. E não foi em momento algum decretada a preventiva. Agora, claro, cada cabeça é uma sentença”, disse o ministro nesta terça-feira.

Outros dois ministros foram questionados sobre a execução de sentenças da AP 470. Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso evitaram falar sobre isso.

Nesta terça-feira, uma comissão de juristas divulgou um manifesto criticando as prisões. Entre os juristas que assinaram o documento, estão profissionais como Dalmo Dallari e Celso Bandeira de Mello. Ele afirmaram no documento que “a imprecisão e a fragilidade jurídica dos mandados expedidos em pleno feriado da República, sem definição do regime prisional a que cada réu teria direito, não condizem com a envergadura da Suprema Corte brasileira”.

José Ricardo solicita do TCU auditoria das obras de recuperação das ruas do Distrito

O deputado José Ricardo ingressou, hoje (21), com uma representação junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) requerendo a realização de uma auditoria na execução da obra de revitalização e expansão no sistema viário do Distrito Industrial de Manaus, referente ao convênio n° 776488. Em visita ao local no mês passado, o parlamentar constatou a paralisação da referida obra, apesar do site http://www.portaldatransparencia.gov.br informar que ela está em execução, e, com o término previsto para o dia 18 de dezembro deste ano.

Além da paralisação, José Ricardo questionou por meio da representação a morosidade e a inexistência de construção de sarjetas, calçadas e drenagem pluvial na realização da obra no sistema viário. “A desestrutura do local causa um impacto negativo na economia produzida no Distrito Industrial, que é uma das principais fontes de arrecadação do Estado, uma vez que naquelas ruas transitam os veículos que escoam a produção das diferentes indústrias ali estabelecidas”, expôs.

O convênio no valor de R$ 94.041.011,10 foi firmado entre o Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), tendo como órgão executor a Secretaria de Estado de Infraestrutura do Amazonas (Seinfra). Conforme o ‘Portal da Transparência’, o início de vigência do acordo se deu em 28 de dezembro de 2012, com conclusão prevista para o dia 18 de dezembro de 2014.

Porém, na placa de identificação do Governo Estadual fixada no Distrito Industrial, o início das obras ocorreu no dia 26 de junho de 2013 com a previsão de término somente para 17 de junho de 2015, e o valor da obra em R$ 87.382.923,15.

O transtorno e os frequentes acidentes ocasionados pelos inúmeros buracos e até mesmo crateras nas vias públicas do Distrito Industrial de Manaus tem sido noticiado, quase que diariamente, pelos jornais locais desde o final de 2012. 

Fonte: Assessoria de Comunicação

Nova chamada pública para Compra Institucional do PAA


Agricultores familiares de todo o Brasil vão ajudar populações que se encontram em situação de insegurança alimentar. Está aberta a segunda chamada pública da Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos. A iniciativa é do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A ação prevê a compra de 921,2 toneladas de alimentos. Para isso a Conab prevê investimentos de R$ 2,3 milhões para aquisição de feijão, farinha de trigo, farinha de mandioca, arroz, fubá de milho e macarrão. O aviso de chamada pública está disponível a partir desta quarta-feira (20) no site da Conab.

Para participar, os agricultores familiares, organizados em cooperativas ou outras entidades associativas, podem enviar propostas até às 12h do próximo dia 29.

As chamadas públicas são realizadas pelas superintendências regionais da Conab. As propostas enviadas serão analisadas considerando os documentos de habilitação, detalhamento dos produtos e quantidades necessárias em cada unidade armazenadora. 

De acordo com o MDS, a aquisição desses produtos irá compor as cestas utilizadas na ação de distribuição de alimentos a grupos populacionais específicos, como indígenas, quilombolas, famílias acampadas, pescadores artesanais e ao atendimento de municípios em situação de emergência, entre outras finalidades.

Fonte: Imprensa/Conab

Conheça a primeira promotora de justiça quilombola do Brasil.

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