O avião privado usado por Flávio Bolsonaro para deixar o Brasil tem conexões empresariais com um nome ligado a um caso de narcotráfico e crimes financeiros nos Estados Unidos. Segundo reportagem do portal BP Money publicada nesta quarta-feira (28), a aeronave pertence à Baires Fly, empresa argentina associada ao empresário Sergio Mastropietro, que manteve sociedade e negócios com Federico “Fred” Machado. Machado admitiu crimes financeiros nos Estados Unidos em acordo judicial, mas a acusação relacionada ao tráfico de drogas foi afastada nesse acordo.
O jato utilizado na viagem é um Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW. A Baires Fly também aparece em apurações argentinas sobre suspeitas de lavagem de dinheiro em contratos da Agência Nacional de Deficiência durante o governo de Javier Milei.
Flávio deixou o país após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o cancelamento de seus passaportes e proibir sua saída do Brasil, segundo a Folha de S.Paulo. A rota relatada pela imprensa passou por Puerto Iguazú, na Argentina, com destino inicial a Guayaquil, no Equador, antes da chegada aos Estados Unidos.
Fonte: BP Money e Revista Fórum.

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