A PEC, que garante dois dias de folga por semana para o trabalhador sem diminuição do salário, teve 472 votos favoráveis e 22 contrários na Câmara, enquanto no Senado o placar foi de 75 a 1, com apenas o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votando contra.
A oposição no Senado defendia que era preciso discutir de forma aprofundada a reforma e chegou a apresentar, através do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), uma proposta alternativa.
A PEC proposta por Marinho estabelece o pagamento por horas, modelo em que o trabalhador só receberia pela hora trabalhada e poderia ter seu salário diminuído de forma proporcional.
Flávio chegou a defender publicamente a PEC de Marinho como a melhor alternativa para os trabalhadores, mas diante das manifestações populares em favor do fim da 6x1 declarou, na véspera da votação, que se posicionaria “conforme a vontade da maioria do povo”.

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