Nove em cada dez professores da educação básica e do ensino superior afirmam ter sofrido ou presenciado censura em seus ambientes de trabalho. O dado vem do levantamento “A violência contra educadoras/es como ameaça à educação democrática”, desenvolvido pelo ONVE (Observatório Nacional da Violência contra Educadoras/es) com apoio do Ministério da Educação.
Especialistas envolvidos no estudo apontam que garantir liberdade pedagógica e canais de apoio institucional é fundamental para proteger profissionais da educação e assegurar que a escola continue sendo espaço de reflexão e construção de conhecimento.
Pressões externas, tentativas de controle sobre o trabalho pedagógico e questionamentos agressivos sobre métodos e temas abordados também apareceram nos relatos. Esses pontos afetam a autonomia docente e comprometem o clima escolar, de acordo com a organização.

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