Festa de Pentecostes 2013, em Manaus, teve como tema "Na jovialidade do Espírito, somos Igreja em missão!", devido a Jornada Mundial, que acontece no Rio de Janeiro este ano.
MAB é indicado para prêmio internacional de Diretos Humanos
Recentemente o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) foi indicado pela organização norte americana Grassroots International para receber o prêmio anual do Centro de Justiça e Direitos Humanos Robert Kennedy.
O prêmio é destinado à organizações e defensores de direitos humanos e visa apoiar as diversas lutas por direitos humanos. Além da visibilidade internacional, a iniciativa do Centro inclui o apoio jurídico e legal aos contemplados. Para o MAB este prêmio poderá reforçar a luta histórica que faz na defesa dos direitos humanos e seus defensores.
O MAB entrevistou o diretor executivo de Grassroots Internacional, Nikhil Aziz, que falou do contexto geral da energia no atual cenário do capitalismo, da importância da organização dos atingidos e do significado Prêmio do Centro de Justiça e Direitos Humanos Robert Kennedy.
MAB: A geração de energia tem uma importância muito grande no atual contexto mundial, principalmente a energia hidrelétrica, considerada uma energia limpa. No entanto os movimentos sociais e os ambientalistas fazem uma crítica bastante grande sobre este modelo, que destrói o meio ambiente e não trata das questões sociais. Na sua avaliação, existe um meio termo entre geração de energia e as questões socioambientais? Qual seria?
Nikhil Aziz: Enquanto que a produção de energia é vital para a economia global e para as pessoas em geral, a eletricidade gerada através de hidroelétricas não é a melhor solução. Grandes repressas tem sido vistas por governos como Brasil, Índia, China, e até mesmo pequenos países, como uma parte integral de suas estratégias de produção de energia. Porém nós sabemos que grandes represas beneficiam grandes corporações e não a maioria da população. Além disso, com elas perdemos grandes porções de terra incluindo florestas e terra para a produção de alimentos. Elas geram a interrupção dos rios e afetam as populações rio abaixo, geram a expulsão de milhões de pessoas em todo o mundo, especialmente povos indígenas e famílias camponesas. Apenas na Índia estima-se que desde 1947 mais de 50 milhões de pessoas foram expulsas de suas terras e casas. Elas também produzem metano no lago do reservatório, que é um gás que produz o efeito estufa como o carbono. No final, a vida das represas não é muito longa considerando o alto custo financeiro, humano e ambiental. Existem outras formas para produzir energia, incluindo hidrelétricas que são menos caras, menos centralizadas, e que causam menos danos ao meio ambiente e aos seres humanos. Nós precisamos mudar esta mentalidade que grandes projetos são melhores para uma visão que valorize pequenas ações que, quando multiplicadas, podem conseguir resultados similares ou até mesmo melhores.
MAB: Documentos oficiais do próprio governo brasileiro apontam que existe um padrão de violação dos direitos humanos na construção de barragens no Brasil. A Grassroots tem acompanhado casos de violação dos direitos humanos em outros países, em especial na construção de barragens?
NA: Sim, nós temos acompanhado movimentos sociais em outras regiões que estão lutando contra as violações de direitos, similares ao que os membros do MAB sofrem. Por exemplo, na Índia e Paquistão, em Honduras e Guatemala, e em partes da África nós temos apoiado os movimentos sociais e organizações de povos indígenas e camponeses que se opõem a grandes represas e mudanças do leito de rios e propondo soluções alternativas que causam menos impactos ambientais e humanos.
MAB: No seu ponto de vista, qual a contribuição que os movimentos sociais brasileiros podem dar para a organização de base internacional em um contexto de crise do capitalismo?
NA: Os movimentos sociais brasileiros como o MAB e o MST tem sido vozes importantes no mundo através das suas análises criticas do capitalismo, de propostas que são construídas em processos democráticos e que são baseadas nos direitos humanos e na proteção do meio ambiente. O MAB e o MST tem sido fontes de inspiração para outros movimentos sociais não apenas na América Latina mas também na África e Ásia, e até mesmo nos Estados Unidos. Se o MAB continua firme na luta no Brasil, mesmo diante da crescente criminalização da luta social, vocês do MAB continuarão a servir como exemplo para outras pessoas e organizações. Isto é uma contribuição vital que precisamos no cenário atual de crise do capitalismo neoliberal. Se os movimentos sociais no Brasil se enfraquecem, outros movimentos sociais no mundo também serão enfraquecidos.
MAB: Qual é a percepção que a Grassroots tem da organização dos atingidos por barragens no Brasil?
NA: A Grassroots Internacional saúda a coragem e a determinação dos atingidos por represas no Brasil, dos povos indígenas, quilombolas e camponeses, incluindo as mulheres. Nós sabemos os riscos e os desafios que vocês encontram e enfrentam e todos nós somos inspirados no fato que vocês continuem lutando por seus direitos e por uma forma alternativa de desenvolvimento que seja justa e sustentável.
MAB: Para a edição deste ano do prêmio da FRK, a Grassroots indicou o Movimento dos Atingidos por Barragens, do Brasil. Qual a importância da indicação de um movimento social latino americano para receber o prêmio?
NA: O prêmio de direitos humanos da Fundação Robert Kennedy e outros reconhecimentos são importantes por que mais do que qualquer prêmio financeiro, eles representam o reconhecimento e amplificam a luta e as soluções que os movimentos como o MAB promovem. Estes prêmios também de alguma maneira oferecem algum segurança a mais, já que os governos terão mais cautela na criminalização de membros e dos movimentos sociais que são reconhecidos internacionalmente e que tem aliados em outros países e quem poderão mobilizar outros apoios e solidaridade que os movimentos necessitam.
MAB: No seu ponto de vista, qual o simbolismo deste prêmio para a comunidade internacional dos defensores dos direitos humanos?
Como eu mencionei acima, isto é muito importante. Se os defensores de direitos humanos, como o MAB, não são conhecidos e as suas contribuições não são visíveis, a repressão se torna mais aguda. Se eles são conhecidos por um grupo maior de pessoas nos seus países como também fora das fronteiras nacionais, o poder da solidariedade e o apoio podem ter um impacto em proteger vidas e os direitos humanos.
Quanto tempo vivem os animais?
| Quanto tempo vivem os animais? | |||
|---|---|---|---|
| 1 | Abelha - macho | 5 | meses |
| 2 | Abelha - operária | 6 | meses |
| 3 | Abelha - rainha | 7 | anos |
| 4 | Actínea | 65 | anos |
| 5 | Águia | 60 | anos |
| 6 | Andorinha | 8 | anos |
| 7 | Anêmona | 90 | anos |
| 8 | Arara | 60 | anos |
| 9 | Aranha | 2 | anos |
| 10 | Asno | 30 | anos |
| 11 | Avestruz | 40 | anos |
| 12 | Baleia | 40 | anos |
| 13 | Bicho-da-seda | 15 | anos |
| 14 | Bisão | 40 | anos |
| 15 | Bivinos | 25 | anos |
| 16 | Cabra | 17 | anos |
| 17 | Cadatua branca | 90 | anos |
| 18 | Cachorro | 30 | anos |
| 19 | Camelo | 30 | anos |
| 20 | Camundongo | 3 | anos |
| 21 | Camurça | 25 | anos |
| 22 | Carneiro | 16 | anos |
| 23 | Carpa | 13 | anos |
| 24 | Cascavel | 25 | anos |
| 25 | Cavalo | 30 | anos |
| 26 | Cegonha | 30 | anos |
| 27 | Cisne | 40 | anos |
| 28 | Chimpanzé | 25 | anos |
| 29 | Cobaia | 8 | anos |
| 30 | Coelho | 8 | anos |
| 31 | Concha gigante | 60 | anos |
| 32 | Condor | 50 | anos |
| 33 | Coruja real | 60 | anos |
| 34 | Corvo imperial | 65 | anos |
| 35 | Crocodilo | 80 | anos |
| 36 | Delfim | 28 | anos |
| 37 | Doninha | 9 | anos |
| 38 | Efêmera | 21 | anos |
| 39 | Elefante | 120 | anos |
| 40 | Elefante indiano | 100 | anos |
| 41 | Enguia | 40 | anos |
| 42 | Esquilo | 13 | anos |
| 43 | Falcão | 50 | anos |
| 44 | Foca | 35 | anos |
| 45 | Formiga operária | 6 | anos |
| 46 | Formiga rainha | 15 | anos |
| 47 | Gafanhoto | 8 | meses |
| 48 | Galinha | 16 | anos |
| 49 | Galo | 20 | anos |
| 50 | Gaivota | 30 | anos |
| 51 | Gato | 35 | anos |
| 52 | Garça | 50 | anos |
| 53 | Gorila | 25 | anos |
| 54 | Gralha | 8 | anos |
| 55 | Grou | 50 | anos |
| 56 | Hipopótamo | 40 | anos |
| 57 | Javali | 25 | anos |
| 58 | Jibóia | 23 | anos |
| 59 | Lagarto ocelado | 12 | anos |
| 60 | Leão | 24 | anos |
| 61 | Lebre | 7 | anos |
| 62 | Linguado | 50 | anos |
| 63 | Lobo | 18 | anos |
| 64 | Lontra | 7 | anos |
| 65 | Lúcio | 40 | anos |
| 66 | Macaco | 13 | anos |
| 67 | Minhoca | 5 | anos |
| 68 | Morcego | 20 | anos |
| 69 | Mosca das frutas | 70 | dias |
| 70 | Mula | 30 | anos |
| 71 | Ostra | 18 | anos |
| 72 | Ostra perlífera | 80 | anos |
| 73 | Ouriço | 4 | anos |
| 74 | Pangolim | 40 | anos |
| 75 | Pato | 25 | anos |
| 76 | Pardal | 18 | anos |
| 77 | Peixe solea | 70 | anos |
| 78 | Pelicano | 50 | anos |
| 79 | Oinguim | 34 | anos |
| 80 | Pomba | 28 | anos |
| 81 | Porco | 12 | anos |
| 82 | Proteus | 13 | anos |
| 83 | Rã | 9 | anos |
| 84 | Rã touro | 14 | anos |
| 85 | Raposa | 20 | anos |
| 86 | Rato | 4 | anos |
| 87 | Rinoceronte | 40 | anos |
| 88 | Salamandra | 25 | anos |
| 89 | Salamandra do Japão | 40 | anos |
| 90 | Sanguessuga | 25 | anos |
| 91 | Sapo | 30 | anos |
| 92 | Solitária | 10 | anos |
| 93 | Tartaruga dos Gálapagos | 150 | anos |
| 94 | Tartaruga palustre | 100 | anos |
| 95 | Texugo | 11 | anos |
| 96 | Tigre | 17 | anos |
| 97 | Tritão | 25 | anos |
| 98 | Truta | 24 | anos |
| 99 | Tubarão gigante | 25 | anos |
| 100 | Toupeira | 2 | anos |
| 101 | Urso branco | 24 | anos |
| 102 | Urso pardo | 35 | anos |
| 103 | Vespa | 1 | anos |
| 104 | Víbora do cabo | 6 | anos |
| 105 | Zebra | 30 | anos |
Princesa do Solimões é CAMPEÃO AMAZONENSE!
O Princesa do Solimões Esporte Clube, do município de Manacapuru (84 km de Manaus), fundado em 18 de agosto de 1971, no sagrou hoje (26) campeão amazonense pela primeira vez em mais de quatro décadas.
A equipe é um clube pioneiro do interior a disputar o Campeonato Amazonense de futebol, o Princesa é hoje ao lado do Penarol o clube mais tradicional do interior. Já chegou a final do estadual em duas oportunidades (1995 e 1997), sendo vice-campeão nas duas. Perdeu para o Nacional por 2 X O no tempo regulamentar, mas venceu nos pênaltis por 8 X 7.
Entidades sindicais no Amazonas estão nas mãos de partidos políticos
Apenas um sindicato não possui dirigente com filiação partidária.
Os principais sindicatos classistas do Amazonas são presididos por integrantes de partidos políticos, de acordo com dados disponíveis no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os dados revelam que sete partidos políticos presidem 15 principais entidades sindicais do Estado.
Partido que tem como membro o ex-prefeito Amazonino Mendes, o PDT, tem entre seus filiados quatro presidentes de entidades sindicais. Em Manaus, o PDT tem representantes na presidência do Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil do Estado do Amazonas (Sinpol), Sindicato dos Bancários do Amazonas (SEEB-AM), Sindicato dos Farmacêuticos no Estado do Amazonas (Sinfar-Am) e Sindicato dos Contabilistas no Estado do Amazonas (Sindcontab-Am).
Para o secretário-geral do PDT no Amazonas, Dermilson Chagas, a existência de líderes sindicais filiados a partidos políticos é positivo para as entidades classistas. “Todos mundo tem uma ideologia e isto reflete também nos sindicatos. Mas são coisas distintas, não há interferência partidária dentro dos sindicatos, isto é bem claro e plausível”, afirmou Chagas.
Com sua origem no meio sindical, o PT possui entre seus filiados três presidentes de sindicatos em Manaus: Sindicato dos Metalúrgicos (Sindmetal), Sindicato dos Servidores Públicos no Amazonas (Sindsep) e Sindicato dos Petroleiros do Amazonas (Sindipetro-Am).
Outro partido com forte tradição sindical, o PCdoB possui dois de seus membros na presidência do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) e Sindicato dos Vigilantes do Amazonas (Sindevam).
O presidente do Sinteam, Marcus Libório, afirma que as duas atividades não se confundem. “Uma coisa é a política sindical e outra é a partidária. Um dirigente de um sindicato ser membro de um partido não interfere em nada na política sindical. Todos os presidentes dos grandes sindicatos são filiados a partidos políticos, isto não acontece somente com os sindicatos, mas também em outras associações. Acontece que o líder sindical não pode levar o partido para dentro do sindicato. Se isto acontece, aí atrapalha sim”, opinou Libório.
Exceção
Praticamente uma exceção à regra, o presidente do Sindicato dos Vendedores Ambulantes de Manaus, Raimundo Inácio Ferreira, não é filiado a nenhum partido, mas acredita que a prática não atrapalha a atuação sindical. “O problema só acontece quando a pessoa entra em um partido para sair candidato a cargos eletivos como vereador, por exemplo, e usa o sindicato para atingir este objetivo”, salientou Ferreira.
Crítico da relação entre partidos políticos e sindicatos, o antropólogo Ademir Ramos não vê com bons olhos a relação entre estas instituições. “Isto não é natural. Isto acontece com sindicatos, instituições estudantis e outras, com pessoas que usam estas instituições para serem ‘puxadinhos’ dos partidos políticos.
Representatividade - 188 sindicatos atuam no Amazonas, de acordo com o Cadastro Nacional de Entidades Sindicais do Ministério do Trabalho e do Emprego;
- 129 entidades sindicais representam trabalhadores e 59, são o de empregadores;
- 65 entidades de classe do Amazonas representam empregados da iniciativa privada, outros sete são de profissionais liberais;
- 16 sindicatos do Estado são formados por servidores públicos municipal, estadual ou federal.
Participação da mulher na política brasileira cresce de forma lenta
Especialistas dizem que partidos estariam dificultando acesso às decisões da estrutura partidária.
Se o eleitorado brasileiro não tem preconceito em votar nas mulheres, por que a participação feminina na política cresce apenas 1%, em média, a cada eleição? Parte da resposta talvez se encontre nos partidos, que não estariam praticando ‘democracia de gênero’, por exemplo, ao dificultar o acesso das mulheres às esferas decisórias da estrutura partidária.
“Em parte, é verdade que a mulher não se interessa pela política, porque a campanha é um jogo de cargas marcadas. Ela sofre com a falta de espaço na televisão (propaganda eleitoral), de recursos, de apoio nos partidos. No dia em que os partidos mudarem a relação com as mulheres, pode ter certeza que seu interesse será proporcional à mudança das estruturas (partidárias)”, aposta o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, professor de mestrado na Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence/IBGE).
Mas a conta desta exclusão não pode ser cobrada apenas dos partidos. A sobrecarga dos afazeres domésticos sobre as mulheres – que já respondem por 44% da força de trabalho brasileira – também é um fator de peso a distanciar a mulher da prática política, segundo ressaltou a professora Clara Araújo, do Programa de Pós-Graduaçãoem Ciências Sociaisda Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
“As mulheres trabalham em casa mais que o dobro de horas dedicadas pelos homens: 26 horas contra 10 horas semanais”, comentou a pesquisadora.
Lanterna
Este cenário foi revelado, na última terça-feira, durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado. Detalhes dessa realidade constam no livro ‘Mulheres nas Eleições2010’, lançado na ocasião e elaborado com a participação de José Eustáquio Diniz e Clara Araújo.
O demógrafo espera que a publicação contribua para acelerar o processo de paridade nas disputas políticas. E, neste esforço para vencer o “déficit democrático de gênero”, que ajude a tirar o Brasil da posição de lanterna quanto à participação feminina no cenário político internacional.
“O Brasil tem menos de 10% de mulheres na política, perdendo até para o Iraque e o Afeganistão. Para dividir paritariamente (os cargos políticos) com os homens, as mulheres vão levar quase 150 anos, já que o ritmo de crescimento é de 1% a cada eleição”, observou José Eustáquio Diniz.
Trajetória
A mulher pode até nem ser tão discriminada na divisão do espaço do horário eleitoral, mas costuma sempre aparecer ao lado de uma liderança partidária –normalmente, do sexo masculino – para imprimir maior credibilidade a sua candidatura. Esta peculiaridade foi levantada por Clara Araújo, que assinalou uma terceira característica da trajetória feminina na política. Além de chegar às disputas eletivas por influência familiar ou pela via do associativismo, a atuação na gestão pública tem rendido bons resultados eleitorais às mulheres.
Um exemplo de sucesso nas urnas impulsionada pela ação administrativa foi a eleição de Dilma Rousseff para a Presidência da República em 2010.
“Ela foi ministra de Minas e Energia e da Casa Civil e teve o apoio do presidente Lula, que era muito popular, além de ser de um partido forte e de ter o apoio de uma grande coligação, que tinha espaço na televisão e recurso. Tendo este arranjo, mesmo uma mulher que nunca disputou um cargo de vereador conseguiu ser presidente da República”, considerou José Eustáquio Diniz.
A experiência pessoal da própria presidente da CDH, senadora Ana Rita (PT-ES), reforça esta constatação dos pesquisadores.
“Antes de vir para o Senado, eu fui apenas vereadora. Mas assumi este espaço com muita força e disposição e tenho procurado fazer a minha parte da melhor maneira possível”, sustentou Ana Rita.
Autora do requerimento de debate, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) afirmou que o Congresso deve encontrar meios para promover uma crescente e contínua participação das mulheres na política brasileira.
O livro Mulheres nas Eleições 2010 pode ser baixado gratuitamente pela internet no site www.bibliotecafeminista.org.br.
Internet continua limitada no Amazonas

Mesmo com o crescimento no número de computadores nas casas, o serviço de internet ainda deixa a desejar.
O avanço no número de casas com microcomputadores ligados à internet no Amazonas está longe de ser sinônimo de qualidade no acesso ao serviço no Estado, sobretudo em Manaus.
Mesmo com o aumento de domicílios conectados à rede mundial de informações, a população tem sofrido com a interrupção do sinal, baixa velocidade da conexão e falta de cobertura.
Pesquisa divulgada, na semana passada, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que até 2011, 37,3% dos domicílios do Amazonas estavam conectados à internet contra apenas 10,5% da população on-line em 2005, uma diferença de 26,8 pontos percentuais.
O avanço possibilitou ao Estado ocupar o décimo oitavo lugar entre as capitais brasileiras com maior acessibilidade à internet, cinco posições acima do registrado em 2005.
O disseminador de informações do IBGE no Amazonas, Adjalma Nogueira, responsável pela divulgação da pesquisa, avalia o crescimento. "O levantamento demonstra que a disponibilidade do serviço de internet cresceu em todos os níveis e já atinge pessoas de diferentes classes sociais, diferente do que acontecia há cinco anos atrás", afirma.
Por outro lado, na análise de Nogueira a qualidade não acompanha o crescimento. Para ele, o custo continua alto e o acesso deficiente. "Os principais problemas são a qualidade da conexão e a falta de cobertura em vários pontos da cidade e uma velocidade de conexão deficitária. Há uma crescente demanda por parte do usuário mas os serviços estão aquém do crescimento", opina.
Conforme a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Secti-AM), desde 2010, estudos visando soluções para a qualidade da internet tem sido realizados com base em análises que indicavam o alto custo e a baixa capacidade da internet no Amazonas.
Segundo a chefe do Departamento de Apoio à Pesquisa (DAP) da Secti-AM, Luzia Raquel Queiroz Rodrigues, a secretaria iniciou um levantamento da infraestrutura de fibra ótica existente no Estado.
"A partir daí, articulamos parcerias com as detentoras das fibras para levar a internet de qualidade à capital e aos municípios pelos quais passam essas fibras", justifica sem detalhar investimentos.
Segundo pesquisa do IBGE, em 2011, havia 281 mil domicílios com computador no Amazonas, dos quais, 208 mil estavam conectados a internet.
Relator defende mais tempo para debates na CMM
Na próxima terça-feira (28) a Comissão Especial de Reforma do Regimento Interno da Câmara Municipal de Manaus (CMM), continuará a apreciação do parecer do relator da Comissão, vereador Waldemir José (PT). Na pauta dessa reunião estão previstas discussões acerca da Tribuna Popular, do Grande Expediente e da Ordem do Dia.
De acordo com relator, a Comissão já aprovou que as Tribunas Populares ocorrerão uma vez por semana com duração de 30 minutos e no início do Pequeno Expediente. No entanto, outra proposta será apreciada nessa reunião: a realização de Tribunas todos os dias com a duração de 5 minutos.
Para o Grande Expediente, o relator defenderá que os vereadores tenham 10 minutos para defender sua pauta, com o máximo de 7 oradores. “Uma vez que a comissão já aprovou, anteriormente, um tempo de 90 minutos para o Grande Expediente, podemos contemplar todos os blocos partidários e o tempo que sobrar será dividido em tempo proporcional aos partidos ou blocos. Nessa fase é o momento que debatemos os assuntos mais importantes da cidade e, portanto, precisa ser mais qualificado”, disse o relator.
Em se tratando da Ordem do Dia, Waldemir José defende que pauta esteja disponível no site da Câmara no máximo até às 20h do dia anterior de sua apreciação e seja entregue aos vereadores com 24 horas de antecedência. “Se nós, vereadores, tivermos a pauta antecipadamente podemos contribuir com mais qualidade nos debates. Além disso, se a população também souber o que será debatido no plenário, poderá contribuir com sugestões para melhoria da cidade”, concluiu o parlamentar.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Brasileiro Tony Kanaan vence as 500 milhas de Indianápolis
O piloto baiano Tony Kanaan venceu as 500 milhas de Indianápolis neste domingo, em sua 12ª participação na prova.
O colombiano Carlos Muñoz cruzou a linha de chegada em segundo, em sua prova de estreia na Indycar, e o norte-americano Ryan Hunter-Reay foi o terceiro entre os 33 pilotos que iniciaram a corrida de 200 voltas.
Dilma faz ‘sabatina’ de nomes para a Comissão Nacional da Verdade
Presidente consulta integrantes do grupo e especialistas antes de indicar o novo integrante do colegiado.
Por Roldão Arruda
Repetindo o já conhecido estilo centralizador, a presidente Dilma Rousseff fez uma série de consultas e vai decidir, próximos dias, o novo integrante da Comissão Nacional da Verdade. Ele vai substituir o ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que solicitou seu afastamento por problemas de saúde. Há, hoje, cinco fortes candidatos, mas diante do perfil da presidente ninguém quer arriscar o escolhido.
Ao se reunir com os atuais integrantes da comissão, no início deste mês, para ouvir o relato de seu primeiro ano de atividades, a presidente contou que estava ouvindo sugestões e pediu a eles que também apresentassem as suas. No mesmo encontro comentou-se que o critério básico para a escolha deveria ser o conhecimento dos temas tratados na comissão.
Esse parece ser o único consenso entre grupos que atuam na área - de órgãos do governo a comissões estaduais da verdade e organizações não governamentais. Acredita-se que seria contraproducente, após um ano de trabalho, acolher alguém alheio às investigações e debates já em andamento.
Nos bastidores do Planalto, entre os nomes mais cotados para a vaga de Dipp aparecem Luci Buff, procuradora que já trabalha como assessora da comissão, e Antonio Carlos Biscaia , advogado, ex-deputado federal e ex-procurador-geral do Rio.
Também integram a lista de cotados Marco Antonio Barboza, presidente da Comissão Especial de Desaparecidos Políticos; Cezar Britto, ex-presidente da OAB; e Paulo Abrão, presidente da Comissão de Anistia e secretário Nacional de Justiça.
Familiares. Em 2012, as cons ultas de Dilma incluíram grupos de familiares de mortos e desaparecidos na ditadura. Mas um dos nomes mais insistentemente sugeridos por eles, o do procurador regional da República Marlon Weichert, que há mais de dez anos desenvolve atividades relacionadas à localização de restos mortais de desaparecidos políticos, foi ignorado pelo Planalto. Agora, o nome do procurador volta a ser cotado em alguns círculos, mas com força menor do que na rodada anterior.
Outras personalidades que têm sido citadas por organizações que atuam na área de direitos humanos são Nilmário Miranda, deputado federal (PT-MG) e ex-ministro de Direitos Humanos; e Jair Krischke, do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, de Porto Alegre.
Pesa contra Nilmário o fato de ser ex-preso político. Em 2012, a presidente evitou esse tipo de escolha, para não alimentar ainda mais as críticas de que a comissão teria caráter revanchista. Contra Krischke, destacado militante na defesa d os familiares, pode pesar o fato de ser próximo de Carlos Araújo, ex-marido de Dilma, ex-deputado pelo PDT e também ex-preso político. A escolha seria considerada muito pessoal.
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