
“Quando se trata de vidas, não dá para flexibilizar a revalidação do diploma de Medicina. Não consigo nem pensar nisso”, foi a abordagem inicial do deputado federal Francisco Praciano (PT), durante a Audiência Pública no plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM), sobre a proposta da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), em criar instrumentos que facilitem a revalidação. A proposta do deputado federal, é que os países do Mercosul estabeleçam um núcleo comum no básico do curso de Medicina, mas que a revalidação continue. Segundo Praciano, a falta de médicos em municípios do interior do Estado, está relacionado com o isolamento intelectual, apesar dos altos salários oferecidos. “Além da política de salários, o Governo só vai resolver o problema da distribuição dos médicos pelo interior se proporcionar créditos aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), criar uma carreira de Estado, a exemplo do que faz o Poder Judiciário e oferecer boa escola para que não ocorra defasagem na aprendizagem entre os alunos do interior e da capital”, finalizou Praciano. (Blog da Floresta).
Testes justos.Vc deveria dedicar um dia para saber a respeito da legislacao brasileira no que diz respeito a revalidacao de estudos em paises estrangeiros. Milhares de brasileiros no exterior, que trablham e sao profissionais poderiam ajudar o Brasil com o conhecimento que eles ja adiquiriram aqui fora, sem tirar nada dos cofres publicos. Somente que eu ja conheco, vc economizaria milhoes de reais. A melhor instituicao do pais a USP tem uma media de revalidacao de apenas 30% dos estudantes que entram para revalidacao. Um otimo exemplo eh minha esposa que eh formada nos EUA em enfermagem, eh professora de enfermagem nos EUA em duas universidades e teve a revalidacao de estudos dela negada no Brasil. Um absurdo de marca maior. Assim sendo, A lei para um grupo deveria ser a lei para todos.
ResponderExcluirnossa historia recente:revalidacaobrasil.blogspot.com