Ao discursar sobre as vítimas das enchentes deste ano, o deputado José Ricardo Wendling (PT) propôs, por meio de Indicação, que o Governo do Estado crie um Fundo Estadual para Prevenção de Catástrofes e Enchentes.
“Todos os anos, os rios sobem e descem, não sendo novidade para quem mora nesta região. A diferença é que num ano as águas baixam ou sobem mais. Por isso, o Governo já deveria ter um planejamento para atuar de forma mais abrangente, não necessitando retirar dinheiro da saúde e da educação, por exemplo, para atender emergencialmente as vítimas das cheias”, declarou ele, não aceitando declaração recente do governador do Estado, de que é impossível se fazer um planejamento de ações para conter a cheia no Amazonas.
O deputado ressaltou que a Defesa Civil do Estado já afirmou publicamente que não tem estrutura suficiente para um atendimento mais planejado. “Porque o que está no orçamento é insuficiente e não dá para nada. Distribuir R$ 400 dá apenas para comprar o alimento e algo mais emergencial. Mas é preciso mais. É preciso se pensar na economia desses locais. Afinal, os prejuízos econômicos já chegam a R$ 300 milhões”.
“Todos os anos, os rios sobem e descem, não sendo novidade para quem mora nesta região. A diferença é que num ano as águas baixam ou sobem mais. Por isso, o Governo já deveria ter um planejamento para atuar de forma mais abrangente, não necessitando retirar dinheiro da saúde e da educação, por exemplo, para atender emergencialmente as vítimas das cheias”, declarou ele, não aceitando declaração recente do governador do Estado, de que é impossível se fazer um planejamento de ações para conter a cheia no Amazonas.
O deputado ressaltou que a Defesa Civil do Estado já afirmou publicamente que não tem estrutura suficiente para um atendimento mais planejado. “Porque o que está no orçamento é insuficiente e não dá para nada. Distribuir R$ 400 dá apenas para comprar o alimento e algo mais emergencial. Mas é preciso mais. É preciso se pensar na economia desses locais. Afinal, os prejuízos econômicos já chegam a R$ 300 milhões”.
Fonte: Assessoria de Comunicação
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