Jogos Olímpicos da Era Moderna.

Barão de Coubertin. 
No ano 1896, os Jogos Olímpicos são retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin. Nesta primeira Olimpíada da Era Moderna, participam 311 atletas de 11 países, disputando provas de atletismo, esgrima, luta livre, ginástica, halterofilismo, ciclismo, natação e tênis. Os vencedores das provas foram premiados com medalhas de ouro e um ramo de oliveira.

Jogos Olímpicos e Política

As Olimpíadas, em função de sua visibilidade na mídia, serviram de palco de manifestações políticas, desvirtuando seu principal objetivo de promover a paz e a amizade entre os povos. Nas Olimpíadas de Berlim (1936), o chanceler alemão Adolf Hitler, movido pela ideia de superioridade da raça ariana, não ficou para a premiação do atleta norte-americano negro Jesse Owens, que ganhou quatro medalhas de ouro. Nas Olimpíadas da Alemanha em Munique (1972), um atentado do grupo terrorista palestino Setembro Negro matou 11 atletas da delegação de Israel. A partir deste fato, todos os Jogos Olímpicos ganharam uma preocupação com a segurança dos atletas e dos envolvidos nos jogos.

Em plena Guerra Fria, os EUA boicotaram os Jogos Olímpicos de Moscou (1980) em protesto contra a invasão do Afeganistão pelas tropas soviéticas. Em 1984, foi a vez da URSS não participar das Olimpíadas de Los Angeles, alegando falta de segurança para a delegação de atletas soviéticos.

Ex-funcionário do CIOPs é identificado como suspeito de ameaça terrorista no Amazonas

O suspeito usava Ali Oziris Lundi como nome batismo - foto: reprodução

Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo, 27, foi preso na operação ‘Hashtag’, nesta quinta-feira (21), por equipes da Polícia Federal (PF), em Manaus, suspeito de planejar um atentado terrorista. Conforme o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, o suspeito é ex-atendente do Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS), e há alguns dias jurou fidelidade ao grupo terrorista que se denomina ‘Estado Islâmico’. O suspeito usava Ali Oziris Lundi como nome batismo.

Mandados de prisão foram expedidos pela 14ª Vara Federal de Curitiba-PR e ao todo, dez prisões temporárias, duas conduções coercitivas e 19 buscas e apreensões foram solicitadas em todo o País. A pena para acusados pode chegar a 15 anos de prisão.

A informação foi confirmada por Sérgio Fontes, durante coletiva de imprensa na manhã desta quinta. “A secretaria estava acompanhando as investigações junto à Polícia Federal. Sabíamos da atuação dessa pessoa. Não posso falar mais detalhes porque está em segredo de Justiça. Sabemos que tem mais gente sendo monitorada. Desminto que o homem seja ex-chefe de Tecnologia da Informação do Ciops, ele era apenas um atendente do órgão”, revelou Sergio Fontes.

De acordo com a PF, aproximadamente 130 policiais participam da operação “Hashtag”. As investigações, que tiveram início em abril deste ano, pretendem coibir ações de pessoas envolvidas com o grupo islâmico que articula ataques terroristas no mundo. Os investigados, devem responder na medida de suas participações, individualmente pelos crimes de promoção de organização terrorista e realização de atos preparatórios de terrorismo, ambos previstos na Lei 13.260/2016.

Embora a informação cause pânico para algumas pessoas, por conta do histórico de terrorismo divulgado atualmente na mídia, a informação foi recebida pelo presidente do Comitê Organizador Olímpico Manaus 2016, Mário Aufiero, como demonstração de preparo de órgãos de segurança do Estado e do restante do País. “Isso fortalece cada vez mais a imagem dos jogos olímpicos no mundo. Pois demonstra que a segurança está preparada e estão realmente antecipando o que poderia ser um ato terrorista durante os jogos”, disse.

Comunidade Islâmica repudia o ocorrido

De acordo com o presidente do Centro Islâmico do Amazonas, Walid Saleh, o suspeito de planejar atividade terrorista preso nesta quinta não tem nenhum tipo de ligação com a comunidade Islâmica do Amazonas.

Saleh afirma que este é um caso pontual, e que todos do Centro Islâmico estão surpresos com o ocorrido. “Um verdadeiro muçulmano ou seguidor de outra religião monoteísta não compactua com a violência e não há ligação alguma entre o que aconteceu e o Centro Islâmico”, disse Saleh destacando que o suspeito já não frequenta a mesquita há mais de dois anos.

Fonte: http://www.emtempo.com.br/ex-funcionario-do-ciops-e-identificado-como-suspeito-de-ameaca-terrorista-no-am/

JOGOS OLÍMPICOS: Uma disputa milenar.


Desde sua primeira edição na Era Moderna, em 1896, em Atenas, até Londres, em 2012, os Jogos Olímpicos cresceram ao ponto de se transformarem no maior evento do planeta e único capaz de reunir delegações de mais de 200 países em uma mesma cidade. Para se ter uma ideia da força dos Jogos na atualidade, nem mesmo a Organização das Nações Unidas (ONU) consegue agregar tantas nações. 

A tradição olímpica remonta há 2.500 anos e tem origem na Grécia Antiga. Naquele tempo, foram disputadas quase 300 edições, que deixaram de ocorrer tempos depois da invasão dos romanos à Grécia.

A origem

Reza a mitologia que os Jogos nasceram pelas mãos do grande Hércules, ainda na Era Antiga, por volta de 2.500 a.C., para homenagear seu pai, Zeus. Hércules teria plantado a oliveira de onde eram colhidas as folhas para emoldurar a coroa a ser usada por quem triunfasse nas competições. O termo “olímpico”, entretanto, só surgiria cerca de dois mil anos depois.

Os primeiros registros históricos das Olimpíadas datam de 776 a.C., época em que os vencedores começaram a ter seus nomes registrados. Foi nesse período que o termo “Olimpíadas” surgiu, após Iftos, rei de Ilia, aliar-se ao monarca de Esparta, Licurgo, e ao rei de Pissa, Clístenes. A aliança foi selada no templo de Hera, localizado no santuário de Olímpia. Vem daí o nome “Olimpíadas”.

Por meio desse acordo, instituiu-se uma trégua, considerada sagrada em toda a Grécia, no período em que os Jogos fossem disputados. Esse acerto era levado tão a sério que, durante a Guerra do Peloponeso (conflito armado entre Atenas e Esparta, travado entre 431 e 404 a.C.), rivais deixaram as rusgas de lado para competir nos Jogos.

Um fator climático, entretanto, limitou a realização plena dos Jogos em 776 a.C.. Um temporal desabou sobre Olímpia e impediu que a maioria das provas programadas fosse disputada. A única que se concretizou foi uma corrida pelo estádio, vencida por um cozinheiro, Coroebus de Elis. Ao completar a distância de 192,27 metros, ele tornou-se o primeiro campeão olímpico da história.

Após os Jogos de 776 a.C., ficou acertado que as Olimpíadas seriam realizadas a cada quatro anos, sempre durante os meses de julho ou agosto e em um período de cinco dias, com provas abertas aos gregos que fossem cidadãos livres e que nunca tivessem cometido crimes. Durante as décadas seguintes, a competição ganhou força e o número de modalidades chegou a dez, por volta do século 5 a.C., com provas de corrida, arremesso de disco, pentatlo, corrida de bigas, corrida de cavalos, salto em distância, lançamento de dardo, boxe, luta e pancrácio (arte marcial antiga que aliava técnicas do boxe e da luta olímpica).

As competições eram vetadas às mulheres, que não podiam nem mesmo assistir às disputas, com exceção das sacerdotisas de Dêmetra. As mulheres, contudo, tinham um torneio próprio, disputado pouco antes das Olimpíadas, no mesmo estádio de Olímpia, e que era batizado de Heraea, uma homenagem a Hera, a esposa de Zeus.

A tradição das Olimpíadas, entretanto, sofreria um duro golpe com a invasão dos romanos à Grécia, em 456 a.C.. O espírito olímpico arrefeceu com o passar do tempo e as competições passaram a ser encaradas como meros combates. Assim, a última Olimpíada da Era Antiga foi realizada em 393 a.C.. O imperador Teodósio I cancelou os Jogos, após proibir a adoração aos deuses. Terminava ali um período de competições notáveis da história grega, com 293 edições dos Jogos Olímpicos antigos.

Fonte: http://www.brasil2016.gov.br/pt-br/olimpiadas/uma-disputa-milenar

DROGAS NA ESCOLA: Papel do educador e da escola.


O objetivo da escola não se resume ao ensino dos conteúdos das matérias. Sua função alcança o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes nas diferentes dimensões da vida.

Neste contexto, o educador tem uma multiplicidade de funções. Ao selecionar os conteúdos do ensino e ao fornecer ou construir conhecimentos, ele o faz de determinadas formas e isso já caracteriza o tipo de percepção que os alunos terão de si mesmos, da vida e dos valores.

Não é possível negar o papel do educador no desenvolvimento de posturas e comportamentos sobre os mais diferentes assuntos: vida social e familiar, cultura de paz ou de não-violência, cidadania, ética, relacionamento sexual, uso de drogas, saúde em geral, vida profissional e projeto de vida.

Refletir e posicionar-se sobre a questão do uso de drogas é parte integrante desse processo e é preciso que os educadores se preparem para esta tarefa.

Entre as instituições que têm, entre suas funções, prevenir o uso indevido de drogas, a escola ocupa um lugar privilegiado. Em primeiro lugar porque todas as crianças e adolescentes, por princípio, frequentam a escola e o fazem por um grande número de horas semanais, durante vários anos. É comprovada a influência que a escola exerce na formação das pessoas (só superada pela da família).

A NULIDADE DOS TÍTULOS DE PROPRIEDADE DOS “PAULISTAS” - Por Egydio Schwade


Por iniciativa de um vereador do município de Presidente Figueiredo, está rodando pelas comunidades do interior um Abaixo-Assinado contra uma decisão da Juíza Federal, Dra. Jaiza Fraxe. É preciso deixar claro, antes de tudo, que a decisão da Juíza pode acarretar a anulação dos títulos dos grileiros paulistas, que a muitos anos atrapalham a vida dos indígenas e agricultores das comunidades do município. São 266 títulos de 3.000 hectares cada um.

É preciso que as autoridades se coloquem a par da História do seu município. É preciso que conheçam o sofrimento imposto pela Ditadura Militar aos índios com a passagem da BR-174. É preciso que conheçam a história de sofrimento imposta às comunidades de agricultores mediante o uso de títulos nulos, herança de corrupção, para que não repitam, corroborem e continuem este sofrimento, com as mesmas atitudes e ações do século passado.

Venho acompanhando a questão desde que cheguei ao Estado em 1980 e, como cidadão amazonense, tranquilizo os agricultores. Quem tem a temer esta decisão da Juíza Federal, são aqueles que vêm perseguindo e ameaçando as comunidades. O documento da Juíza reforça a nulidade dos títulos dos grileiros paulistas, que tanto atrapalham a vida das comunidades. Está aí o exemplo da comunidade Terra Santa, no Km 152 da BR-174, que há 6 anos vem solicitando a nulidade dos títulos dos grileiros paulistas pois, um madeireiro, montado num desses documentos fraudulentos, pressiona e persegue a comunidade, com ameaças e violência. Estes grileiros e madeireiros devem temer!

O documento da Juíza demonstra a nulidade dos documentos fornecidos pelo Governador Danilo Areosa, em 1971 à pessoas sem interesse algum em investir no Estado, mas sim, em se apropriar de Bens da União e do dinheiro dos Incentivos Fiscais. O reconhecimento da nulidade desses documentos pelas autoridades competentes se vem arrastando à décadas, com a conivência dos governadores, inclusive do atual, prejudicando as comunidades indígenas e dos pequenos agricultores.

Por que são nulos os títulos dos “paulistas”? Entre outras razões:

1. Porque lhes foi negada já no dia 24 de fevereiro de 1971, pelo então Presidente da Funai, Gal. Bandeira de Mello, a “Certidão Negativa” da presença indígena. Documento, à época, exigido para qualquer empreendimento novo na Amazônia. O documento lhes foi negado, porque as terras eram ocupadas pelos Waimiri-Atroari.

2. Não bastasse isto, não houve nenhuma demarcação efetiva dessas terras para estes grileiros, ao contrário, sua delimitação foi feita apenas em escritórios e cartórios que se prestaram à ilegalidade, onde os grileiros chegaram a se apropriar até dos rios da região, como é o caso do Rio Uatumã.

3. Além disso, a lei de terras do Estado do Amazonas, de 1959, determina que as terras concedidas ou vendidas pelo Estado, deveriam ser ocupadas com cultura efetiva. Mas, como sabemos, nenhum grileiro ocupou a terra.

4. Esses títulos foram adquiridos com evidente intensão de fraudar o Estado. É o caso dos títulos de lotes localizados sobre o futuro lago de Balbina. Foram concedidos quando os trabalhos da Hidrelétrica já estavam projetados. Os grileiros paulistas visaram apenas obter vantagem indenizatória com o enchimento do lago.

A pretensão dos índios é a mesma que a das comunidades, ou seja, a declaração de nulidade dos registros de propriedade desses grileiros “paulistas”. Assim, a campanha do vereador, confrontando o documento da Juíza Fraxe, está fora da realidade ou de interesse politico. Não se pode imaginar que uma autoridade deste município não tenha conhecimento do sofrimento imposto às comunidades nos últimos anos, pela ação dos “laranjas” desses “paulistas”. As terras da União e do Estado estão sendo saqueadas, sem favorecer devidamente a população local, como é o caso da Mineração Taboca e da Fazenda Cristo Rei.

A comunidade Terra Santa é um caso exemplar das injustiças que pesam sobre as comunidades, vitimas daqueles títulos nulos. Quando a comunidade já estava há 9 anos instalada, um madeireiro teve acesso aos documentos dos “paulistas”. De posse do documento e protegido da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o madeireiro se tornou um perseguidor da comunidade. Entrou na Justiça Estadual onde conseguiu mandado de despejo da comunidade Terra Santa. Esta iniciou então uma luta para reverter o mandado, luta que continua até hoje e em meio a qual já foram injustamente despejados as mais esclarecidas lideranças, inclusive, o seu Presidente, Valdomiro Machado. Sempre buscando a verdade, se dirigiram aos órgãos públicos afins: Polícia (onde já registraram mais de 20 BOs de queixas contra o madeireiro), Defensoria, MPF, Corregedoria e Procuradoria Geral do Estado... onde obtiveram provas suficientes para continuar a sua luta contra as pretensões do madeireiro da Fazenda Cristo Rei. Hoje, o madeireiro, assina o abaixo-assinado, camuflado, em pretenso defensor dos direitos da comunidade, usando a comunidade como “bucha de canhão” contra a decisão da Juíza Federal. Sua assinatura está aí porque de fato é o único interessado na manutenção dos títulos dos “paulistas”. O Abaixo-assinado é uma estratégia para a manutenção da ilegalidade.

Em verdade, a Juíza Jaiza Fraxe, desencadeou um processo de reconquista das terras afetadas pela herança maldita de um período de ocupação fraudulenta que atingiu duramente todo o povo, não somente da Amazônia, mas de todo o país. De um lado a Lei dos Incentivos Fiscais e do outro a transferência das terras para ladrões profissionais.

Por isso, é preciso que continue a luta dos Waimiri-Atroari e de seus aliados, bem como das comunidades do interior do município de Presidente Figueiredo. Todos juntando forças pela anulação dos títulos dos grileiros paulistas, herança da violência e da corrupção do Regime Militar e hoje servindo aos saqueadores das riquezas naturais, em especial, a madeira e os minérios, além serem instrumentos de perseguição das comunidades rurais.

A iniciativa da Juíza Federal, Jaiza Fraxe, corroborada pelos estudos de outros órgãos públicos, como as Defensorias, o MPF, Corregedoria e Procuradoria Geral do Estado, se reveste no momento de particular importância na luta das comunidades rurais e indígenas. A iniciativa exige que as terras griladas retornem a seu destino original, como terras da União ou do Estado, de onde foram roubadas. A nulidade dos títulos leva a discussão sobre essas terras a novos patamares para lhes dar o destino justo.

Fonte: http://urubui.blogspot.com.br/

Cunha organizou encontro ‘secreto’ entre Temer e empreiteiro.


Segundo o jornal "O Globo", 3 reuniões não constaram na agenda oficial de Temer. Em encontro, empreiteiro anunciou doação de R$ 11,4 milhões ao PMDB.


O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), organizou, de acordo com o jornal “O Globo”, ao menos três encontros do então presidente do grupo Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, com Temer.

As reuniões, secretas, não constaram na agenda oficial. Durante um dos encontros, o empreiteiro anunciou uma doação no valor de R$ 11,4 milhões ao PMDB.

A assessoria de Temer confirmou apenas um dos encontros, que teria sido realizado em 2014, a três meses das eleições. As razões para não terem incluído a reunião na agenda oficial do vice seriam “técnicas”. 

As informações foram obtidas pela Polícia Federal a partir de uma perícia feita em um dos celulares do executivo. “O conjunto de mensagens mostra intimidade de Azevedo com Cunha”, diz a reportagem.

“Em dezenas de conversas entre 2011 e 2014, eles acertaram mudanças “em segredo” de textos legislativos, encontros e até pagamentos a serem realizados em contas do PMDB e de empresa de Cunha”, continua a matéria do jornal “O Globo”. 

Cunha está suspenso do mandato parlamentar por decisão unânime do STF, que já recebeu também duas denúncias contra o deputado e analisa um terceiro pedido de abertura de processo por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Propina

Reportagem publicada pelo jornal “Folha de S. Paulo” também abordou suposta propina ao Temer. Segundo a matéria, o interino Michel Temer (PMDB) recebeu R$ 5 milhões do dono da OAS, José Adelmário Pinheiro, o Leo Pinheiro.

ORIGEM DOS JOGOS OLÍMPICOS.


A prática esportiva, bem como uma série de outras práticas desenvolvidas pelo ser humano, possuía nas civilizações antigas um fundamento religioso. Os Jogos Olímpicos, por exemplo, hoje em dia bastante popularizados em razão do resgate que deles foi feito peloBarão de Coubertin, na década de 1890, não fogem à regra. A origem de tais jogos ocorreu na cidade de Olímpia, uma das cidades-estado da Grécia, por volta do século VIII a.C.

Na antiga Grécia, quatro grandes festivais religiosos eram celebrados com jogos esportivos: os Píticos, dedicados ao deus Apolo e realizados no santuário de Delfos; os Ístmicos, realizados no santuário de Corinto e dedicados ao deus Poseidon; os Nemeus, realizados em Nemeia, no santuário de Zeus e a ele dedicados; e, por fim, os Olímpicos, que eram realizados em Olímpia e também dedicados a Zeus.

Hércules, segundo a mitologia grega, é considerado o fundador dos Jogos Olímpicos. Filho de Zeus com uma mortal, Hércules foi desafiado pela deusa Hera a cumprir doze trabalhos considerados irrealizáveis. O quinto deses trabalhos consistia em limpar os currais do rei Áugias, da cidade de Élis. Segundo o mito, os currais eram habitados por milhares de animais e não era limpo há cerca de 30 anos.

Hércules, após conseguir realizar o penoso trabalho, decidiu comemorar o feito inaugurando jogos esportivos em homenagem ao seu pai, Zeus. Tais jogos teriam sido realizados pela primeira vez no santuário de Zeus em Olímpia e, por isso, recebido o nome de “Olímpicos” ou, simplesmente, Olimpíadas. A narrativa mitológica à parte, de fato em Olímpia os jogos esportivos foram bastante intensos, com periodicidade de quatro anos e por cerca de cinco séculos.

Modalidades esportivas das antigas Olimpíadas

Muitas das modalidades esportivas da antiga Grécia eram bastante parecidas com as atuais. Outras, por sua vez, era radicalmente diversas.

Entre as que se assemelhavam às que são praticadas hoje, havia, por exemplo, as corridas a pé (chamadas de drómos), que se dividiam em categorias, cada qual variando conforme a distância e o tempo percorrido. A atual corrida de revezamento de bastão deriva, por exemplo, da corrida em que se revezava uma tocha acesa. Havia ainda o pentatlo – que também é praticado hoje, mas com modificações –, lançamento de discos e dardos e modalidades de luta.

Entre os esportes que diferem dos atuais, havia a corrida com armadura de combate, chamada de hoplitodromía; as corridas com carros de combate de tração animal, como as bigas (puxadas por dois cavalos) e as quadrigas (puxadas por quatro cavalos); e, por fim, lutas como o pancrácio, que consistia em algo próximo ao “vale-tudo”. Nessa modalidade de luta sem regras, os competidores beiravam a morte e eram permitidos socos, cabeçadas, cotoveladas, torções, estrangulamentos etc.

Fonte: Cláudio Fernandes

CUIDADOS COM A VISÃO: 'Janela do corpo".


A visão é o mais valioso de nossos sentidos. Com freqüência ouvimos dizer que o olho é a "janela do corpo". Existem alguns males que afetam este órgão ou o processo visual de alguma forma.

Na Gravidez - Toda mulher deve seguir corretamente o pré- natal, evitando assim, problemas de visão (e outros) da mãe e do bebê que vai nascer. Se doenças como a rubéola e a toxoplasmose, afetarem as mães até o 3º mês de gravidez, podem prejudicar também a criança, acarretando problemas neurológicos e de cegueira. 

Em Bebês - Os bebês podem ser afetados pela conjuntivite, logo nos primeiros dias de vida. Se os pais perceberem qualquer sintoma como vermelhidão, irritação, lacrimejamento, devem levar o bebê ao especialista o mais rápido possível.


Na Infância - A infância é uma fase importante do desenvolvimento, pois é nela que muitas doenças podem ser detectadas e tratadas. A criança vai desenvolvendo a visão desde o seu nascimento, até uma visão completa, aos 7 anos de idade.O primeiro exame deve ser realizado aos três anos, se não aparecerem sinais antes disto.

DEFEITOS DA VISÃO 


Miopia 

A Miopia é a condição em que os raios de luz são focalizados antes de atingirem a retina. O míope enxerga bem os objetos próximos e, quando tenta focalizar algo mais afastado, procura forçar a vista na tentativa de reduzir a distância. Por isso, para enxergar um ponto mais distante, o míope aperta os olhos. A miopia mais comum é a axial, que se caracteriza pelo olho ser maior que o normal.

Hipermetropia 

A Hipermetropia é a condição inversa à miopia, em que os raios de luz são focalizados após a retina. A Hipermetropia mais comum é a axial, que se caracteriza pelo olho ser menor do que o normal. O hipermétrope vê melhor os objetos distantes. Pode- se observar que quem tem este problema costuma colocar o jornal a certa distância para poder lê-lo.

Astigmatismo 

O Astigmatismo é um defeito causado pela refração diferencial dos raios de luz. A córnea normal é um segmento perfeito, como uma esfera. A córnea de um astigmata apresenta diferentes raios em sua curvatura. Em lugar de um ponto focal, existirão dois, e, por isso, o indivíduo não conseguirá focalizar simultaneamente, num mesmo plano, tudo o que vê. Os astigmáticos geralmente queixam-se de dor de cabeça, dores constantes no globo ocular, sensação de peso e queimação nos olhos.

Estrabismo - O Estrabismo ou vesguice, como é conhecido popularmente, é a condição onde ambos os olhos são desviados do eixo central. É provocado pelo enfraquecimento dos músculos oculares, ou por algumas doenças graves.

Daltonismo - é uma rara perturbação da visão colorida, determinada geneticamente, caracterizada pela falta de reconhecimento de uma ou várias cores.

Presbiopia ou vista cansada - é uma condição normal onde, principalmente indivíduos acima de 40 anos, têm dificuldade para ler ou enxergar objetos muito próximos (a menos de 45 cm de distância). Esta condição é corrigida com óculos de leitura.

Ambliopia - é uma situação onde a visão da criança não se desenvolve, tornando-se fraca em um olho, ou mesmo nos dois olhos (olho preguiçoso).

Fontes: Ministério da Saúde

Quais serão os próximos passos da ação contra Eduardo Cunha?


O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou, por 11 votos a 9, o parecer pela continuidade do processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O parlamentar é acusado de receber propina para viabilizar negócios da Petrobras e pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Entre as motivações que levaram o conselho a aprovar a continuidade do processo contra ele, ainda está o depoimento prestado à CPI da Petrobras no qual ele negou manter contas no exterior.

Saiba o que já ocorreu no processo contra Cunha no Conselho de Ética e veja os próximos passos:

Representação - 28 de outubro

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados recebeu representação - de autoria do PSOL e da Rede - contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para apurar quebra de decoro parlamentar. Os membros das duas legendas alegam que Cunha mentiu ao negar ter contas no exterior em depoimento à CPI da Petrobras.

Instauração do processo - 3 de novembro

Conselho instaura processo contra Cunha. Na mesma data, foi definido o relator do caso, deputado federal Fausto Pinato (PRB-SP). Três dos 18 membros do conselho foram sorteados para concorrer à função. De acordo com o regimento da Casa, só pode concorrer à vaga os deputados que não sejam do mesmo partido ou estado de Cunha ou das siglas que pediram o processo.

Após o sorteio do nomes, José Carlos Araújo (PDB-BA), que preside o colegiado, escolheu como relator o parlamentar Fausto Pinato entre os três concorrentes.

Pelas regras, o relator tem prazo de 10 dias úteis para fazer um relatório preliminar avaliando se o processo deve ou não continuar e divulgar sua decisão.

Parecer Preliminar - 16 de novembro

O relator Fausto Pinato apresentou parecer preliminar favorável à continuidade da ação contra Cunha, três dias antes do prazo final. Segundo Pinato, o processo cumpre todos os requisitos de admissibilidade.

Nessa fase, o relator só analisa se foram cumpridos requisitos formais e se o autor da representação apresentou uma denúncia bem fundamentada. Se o parecer não fosse pela continuidade do processo, a reabertura do pedido só poderia ser feita com recurso ao plenário e a assinatura de, pelo menos, 52 parlamentares.

O parecer seguiu para votação do conselho, mas a votação foi adiada várias vezes.

Troca de relator - 9 e 10 de dezembro

Fugindo à tramitação comum do processo, um recurso de Eduardo Cunha alegou que Fausto Pinato não poderia relatar o caso já que o regimento interno impede que o parecer seja elaborado por um deputado do mesmo partido, bloco parlamentar ou estado do denunciado. O PRB fez parte do bloco partidário do PMDB no começo da legislatura.

O recurso foi aceito pela presidência da Câmara e um novo relator assumiu o processo contra Cunha, o deputado Marcos Rogério (PDT-RO). Com isso, o processo voltou à fase anterior, em que o relator deve apresentar parecer preliminar sobre admissibilidade ou não da representação.

Novo parecer - 15 de dezembro

O relator Marcos Rogério seguiu o entendimento de seu antecessor e se posicionou favorável à continuidade do processo contra Eduardo Cunha no Conselho de Ética. O parecer preliminar do novo relator foi lido e votado pelo conselho, na mesma sessão. Por 11 votos contra nove, os deputados decidiram pela continuidade da representação.

Aprovação da continuidade do processo

Com a aprovação do parecer preliminar pela continuidade do processo contra o deputado que preside a Câmara, uma cópia da representação será remetida para Eduardo Cunha. O acusado tem prazo de 10 dias úteis para apresentar sua versão dos fatos, o que inclui a defesa escrita e a indicação de provas e testemunhas (no máximo oito).

Apresentação do relatório final

Após a defesa de Cunha, o relator tem 40 dias úteis improrrogáveis para apresentar relatório com parecer final pela cassação ou não do mandato. O relatório deve, então, ser votado pelo Conselho de Ética.

Em votação aberta, é necessário o apoio de 11 dos 21 membros do conselho (maioria simples) para a aprovação do parecer. Independentemente do resultado – cassação, suspensão de prerrogativas, suspensão temporária do exercício do mandato ou absolvição – o relatório segue para o plenário da Câmara.

Após votação do relatório no Conselho de Ética, Cunha tem prazo de cinco dias úteis para recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. A Comissão tem outros cinco dias úteis para dar um parecer.

Decisão do plenário

Após a análise do recurso, o processo é enviado à Mesa Diretora, que terá duas sessões ordinárias para incluí-lo na ordem do dia. O parecer do Conselho de Ética ganha preferência sobre os outros itens da pauta. A votação é aberta e são necessários pelo menos 257 votos (maioria absoluta dos 513 deputados, já que Cunha não vota) para cassar o mandato do parlamentar.

Toda essa tramitação no colegiado deve durar, no máximo, 90 dias.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/lava-jato/conheca-os-proximos-passos-do-processo-contra-eduardo-cunha-no-conselho-de-etica,c1301a3cd3d4c49b6f861dae79f8eebf6gbk9nwn.html

ATO PÚBLICO EM DEFESA DA DEMOCRACIA, DA LEGALIDADE E CONTRA O GOLPE


Acontece às 16h desta quarta-feira (16) Ato Público em defesa da democracia, da legalidade e contra o golpe, no Largo São Sebastião, Centro, organizado pela Frente Brasil Popular. Um ato para toda a sociedade e que também terá a participação de partidos políticos, como PT, PCdoB, PDT, PSOL, e movimentos sociais. “É justa a manifestação da população, o que não podemos é permitir um ataque à democracia. Vamos às ruas contra o golpe”, declarou o deputado José Ricardo Wendling (PT), um dos apoiadores desse movimento.

Com faixas e cartazes em defesa da democracia, contra o impeachment da presidenta Dilma e defendendo a saída do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, os manifestantes sairão da Praça São Sebastião, seguindo em caminhada pela avenida Getúlio Vargas até a esquina das avenidas Sete de Setembro com Eduardo Ribeiro, abrindo espaço para a manifestação pacífica de todos os participantes.

Para os organizadores do Ato, a população brasileira não pode se deixar enganar. Querem tomar o poder a qualquer custo, tirando do poder a presidente da República, que foi democraticamente eleita e rasgando a Constituição Federal. E completam: a presidenta Dilma teve todas as suas contas aprovadas, não sendo alvo de nenhuma investigação. Por isso, não se pode aceitar esse golpe contra o País, sob pena de retrocesso no processo de escolha da população.

Depois das eleições aumentou o ódio contra os indígenas no Brasil.

Uma onda de denúncias envolvendo ameaças, agressões, atropelamentos e ataques contra povos indígenas passou a mobilizar organizações indígen...