Rejeitam proposta de plebiscito, mas não votam reforma política para ir a referendo


Menos de 24h após a presidenta Dilma Rousseff, reeleita, reafirmar no discurso da vitória, domingo á noite, sua determinação de fazer a reforma política e convocar um plebiscito popular para o povo decidir a respeito, a resistência às mudanças aflora publicamente. Parte do PMDB e alguns partidos da base aliada avisam que não aceitam plebiscito e querem fazer as alterações via referendo.

A diferença é substancial, vocês sabem: pelo plebiscito, os eleitores opinam e decidem se a lei deve ou não ser aprovada, antes de ela ser levada ao Parlamento; pelo referendo, a população só ratifica ou rejeita uma proposta já aprovada pelo Congresso Nacional ou pelo Executivo. Já vimos esse filme antes. Mais de uma vez. A reação contrária ao plebiscito é a história mais uma vez se repetindo.

O presidente Lula chegou a enviar ao Congresso Nacional uma proposta de reforma política elaborada após consultas à sociedade. Não tramitou, engavetaram. De 2011 a 2013 o PT fez campanha pública pela reforma política. Com apoio do partido constituíram-se comissões especiais para a reforma no Senado e na Câmara.

O Brasil sempre foi um país dividido entre patrões e trabalhadores.


A mídia continua a gastar muito papel e tinta, e a dar ainda grande ênfase à teoria de que o país saiu dividido ao meio da eleição nacional deste ano, particularmente do 2º turno e a pregar uma teoria que interessa muito a todos, mas particularmente ao lado dela – é, a mídia no Brasil tem lado, e como tem! – que é a questão da unidade, da necessidade de unir o Brasil. De preferência, cobra, que todas as iniciativas nesse sentido partam da presidenta reeleita, Dilma Rousseff.

Para sustentar suas teorias e a divisão que vê no país, meio a meio, metade conosco, metade com o outro lado, a imprensa repica a história de que esta foi a eleição mais polarizada pós-redemocratização e volta das diretas de presidente pós-ditadura, e que reafirmou a continuidade da polarização PT x PMDB.

Há 20 anos a polarização existe. É assim. Não tinha nem tem razões para ser diferente. E é normal, como dissemos no dia seguinte ao 2º turno, é natural nas grandes democracias. É a situação que existe à cada eleição nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Portugal, Espanha, sempre polarizadas entre dois grandes partidos – ainda que em todos eles vigore, como aqui, o pluripartidarismo.

Em todas as grandes democracias há prevalência de dois grandes partidos

E a exceção dos Estados Unidos, de sistema presidencialista, os demais tem tendência a ter até mais eleições do que nos, porque vivem sob sistema parlamentarista, onde diante de uma crise maior, da perda de uma maioria, o Parlamento pode ser dissolvido e convocadas novas eleições.

E sempre que elas ocorrem, a exemplo do que se viu agora no Brasil, há a polarização entre os dois maiores partidos. É uma situação que enseja sempre disputas muito apertadas. Há alguns anos, por exemplo, uma eleição do presidente George W.Bush foi decidida pela justiça, em cima de algumas urnas do Estado da Flórida, tamanha a situação de empate em que ficara o resultado do pleito.

No Brasil, agora, culpam muito o PT por ter polarizado e dividido o país, rachado meio a meio, como eles dizem e veem o Brasil. Pena que alguns poucos analistas tenham chamado atenção para um fato, real, e que isso tenha saído com menos destaque ainda. Mas o fato é que o Brasil sempre esteve e sempre foi um país dividido, polarizado.

“A Dilma Rousseff que eu conheci pessoalmente”: o relato de uma repórter do El País


A primeira coisa que fiz ao ser apresentada a Dilma Rousseff, em junho deste ano, foi reparar nos seus sapatos. Baixinhos, um tipo de sapatilha de couro, arredondada na ponta, me deixaram claro que ela precisa de calçados muito confortáveis para lidar com a rotina maçante de uma presidência da República. O encontro com ela aconteceu de forma inesperada. A presidenta queria reunir os correspondentes internacionais para falar sobre os preparativos para a Copa do Mundo. Ao confirmar a participação no jantar no Palácio da Alvorada, tremi. Por mais anos de estrada que se tenha na profissão, ver um chefe de Estado ao vivo sempre dá um certo nervosismo. Pois assim cheguei no dia 03 de junho a Brasília, para seguir ao Palácio da Esplanada, véspera da Copa do Mundo.

O time de jornalistas estrangeiros esperava do lado de fora da casa, observando o belo jardim do Palácio, enquanto conversávamos com alguns ministros, até que ela chegou cumprimentando com beijinhos quem não se intimidou. Ela então puxou o assunto: “E a Copa?”, e logo em seguida pipocaram as perguntas sobre os fantasmas que cercavam o evento – atraso de obras, surto de dengue, entre outras.

Enquanto anotava discretamente o que ela dizia – a regra estabelecida pela presidência era não gravar o encontro – passei a reparar em alguns detalhes. Ficava olhando de perto o rosto da presidenta que tem fama de brava, séria, grossa, trator, e toda sorte de apelidos que a tiram do campo da feminilidade. Queria reparar nas rugas – muito menos do que eu imaginava – enquanto ela sorria. E sim, a presidenta sorri. E muito. Deu muitas risadas, e estava entusiasmada, pois tudo estava pronto para o início da Copa do Mundo, a contento.

Chamei a sua atenção quando fiz perguntas de infraestrutura, e as estradas que estavam sendo construídas no Centro-Oeste do país. Sabia que era um assunto que a presidenta gosta de falar, por ter criado um programa de concessões bilionário para melhorar a logística do país. E, efetivamente, ela disparou a falar com uma naturalidade que me deixou até assustada. Em nada lembrava o dilmês, como foi apelidado seu modo de falar que por vezes repete palavras e dificulta o entendimento imediato. Ela tem um pouco de cabeça de engenheira, que absorve números, e desenhava no ar o que algumas estradas iriam fazer pelo país.

Mas o momento de ver a Dilma humana foi quando o assunto enveredou para as obras de infraestrutura no Nordeste. Nesse momento, os olhos da presidenta brilharam, e eu pude ver bem de perto que não era mais o cérebro da economista-engenheira, mas o coração da mãe de Paula, e avó de Gabriel, que se manifestava. Ela falou sobre o programa de cisternas, que levou perto de um milhão de reservatórios de água para as casas de pessoas carentes, que antes sofriam com a carestia. “Antes se trocava água pelo voto”, disse Dilma, que tomou o meu caderno para desenhar como eram as cisternas. Ela lembrou dos caminhões pipas que chegavam nessas regiões em véspera de eleições, para fazer ‘escambo’ de voto. O reservatório, porém, ficará para sempre, independentemente do governante que assumir a cidade ou Estado em questão.

Depois de algum tempo, a figura formal da presidenta havia desaparecido. Já era uma pessoa normal, uma profissional em seu ofício como os jornalistas que a rodeavam. Seguimos então para a bela mesa de jantar, e estava curiosa para saber quem se sentaria ao lado da presidenta. Ficou o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, do seu lado esquerdo, e um jornalista boa pinta do seu lado direito. Pensei com meus botões: “Ah, mas essa Dilma não tem nada de boba… ministro e jornalista bonitão, um de cada lado!”.

Lembrei desse detalhe quando, um mês depois, ela recebeu o ator Cauã Reymond no Palácio do Planalto, e ela o saudou antes que ao vice-presidente, Michel Temer, como manda o protocolo. “Desculpe Temer, mas não é todo dia que a gente tem um Cauã no Planalto”, disse ela, para deleite da plateia que caiu na gargalhada.

Dilma mora com a sua mãe na residência oficial, e não se tem notícias de amores ou namorados. “Não dá tempo”, respondeu ela certa vez numa entrevista. Por isso, nesse pequeno detalhe de quem estaria ao seu lado no jantar, que possivelmente era apenas uma coincidência, me despertou a curiosidade sobre como deve ser abrir mão de um relacionamento, e ser cercada por homens poderosos o tempo todo. A presidenta tem um quê de sedutora que o dia a dia não capta.

Em alguns momentos, passava pela minha cabeça que Dilma foi torturada brutalmente com choques elétricos durante a ditadura, chegando a ter a arcada dentária descolada de tantos socos. Quem consegue sobreviver sem amargura a isso? Tive vontade de enchê-la de perguntas a respeito, mas não vi brecha. Continuava reparando na Dilma humana, que evitou a sobremesa para não engordar, embora não tenha resistido a um bocadinho de sorvete, se a memória não me falha.

Depois de tanta informalidade, as perguntas duras já haviam sido feitas e houve espaço para matar as pequenas curiosidades. Quantas horas dorme? – Seis horas por noite. – Gosta de seriados? – Adoro as séries da BBC de época, e Downton Abbey. Quais livros está lendo? – O livro de Thomas Pikkety, “Capital do Século XXI”. E gostei de O homem que amava os cachorros (de Leonardo Padura).

Em seguida, ela mostrou o resto da casa, as pinturas, e os detalhes de obras do arquiteto Oscar Niemeyer na residência oficial. Ao final, antes de se despedir, reuniu os jornalistas para uma foto oficial. Sem me dar conta estava ao lado dela, e ela colocou as duas mãos nos meus ombros, numa proximidade inesperada. Cheguei do jantar pensando: “Por que ela tirou foto ao meu lado? Agradei nas perguntas?”. Ao trocar de roupa, me dei conta de um detalhe. Eu vestia um casaquinho vermelho, da cor do PT, o que deve explicar por que ela me escolheu para sair ao lado. Essa presidenta não tem nada de boba…

Fonte: El País

Waldemir destaca rumos da política brasileira após reeleição de Dilma Rousseff


Com a reeleição confirmada de Dilma Rousseff (PT) para presidência do Brasil, o vereador Waldemir José usou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM) para destacar o norte político que a presidenta reeleita tomará neste segundo mandato. Dentre eles, o parlamentar destacou a reforma politica, o dialogo com os movimentos sociais, o combate rigoroso à corrupção e o controle sem trégua da inflação como medidas importantes para que o país continue avançando social politica e economicamente.

Waldemir destacou que a reeleição de Dilma representa a continuação das politicas sociais que fizeram mudar a vida de milhões de brasileiros. “A presidenta, neste segundo mandato, terá mais experiência o que permitirá fazer um governo melhor, aprofundando as mudanças sociais que o país vem experimentando nos últimos 12 anos.”, ressaltou o vereador.

A votação de Dilma, segundo Waldemir, representa também um sentimento de mudança que a presidenta soube ouvir e reorientar as ações de governo para que estejam de acordo com a vontade popular por mais mudanças. “As mudanças que o país precisa, e que a presidenta muito bem soube captar, estão concretizadas nas propostas de combate a corrupção, de controle sistemático da inflação e da reforma política”, salientou o parlamentar.

Além disso, ele afirmou que se a maioria da população escolheu Dilma é porque reconheceram todos os avanços positivos que o país teve nesses últimos 12 anos, sobretudo aqui no Amazonas, com a prorrogação da Zona Franca de Manaus (ZFM), com o Mais Médico, o projeto Minha Casa Minha Vida, Prouni, Pronatec, dentre outros.

Dilma tem 53%, e Aécio, 47% dos votos válidos, aponta Ibope.


Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República: Dilma Rousseff (PT) 53% e Aécio Neves (PSDB) 47%.

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Levantamento com 3.010 eleitores foi feito nos dias 24 e 25 de outubro.

Dilma tem 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos, diz Datafolha.


Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República: Dilma Rousseff (PT) 52% e Aécio Neves (PSDB) 48%.

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Levantamento com 19.318 eleitores foi feito nos dias 24 e 25 de outubro.

Carta aos povos indígenas de Dilma Rousseff


Carta aos Povos Indígenas do Brasil

Aos companheiros e companheiras indígenas, os primeiros brasileiros,

No ano passado vivemos dias intensos; falo das Jornadas de Junho que, para quem não lembra, milhares de brasileiros foram às ruas exigir melhorias sociais e democráticas e, também, exigir mudanças. Naquele mesmo período recebemos os movimentos sociais, grupos da juventude e, também, recebemos lideranças indígenas de todo o Brasil. Após receber a carta com reivindicações das mãos das lideranças indígenas constatei o respeito à nossa Constituição que todos vocês nutrem e afirmei naquela reunião o que escrevo agora: nada em nossa Constituição será alterado com relação aos direitos dos povos indígenas! De todas as justas reivindicações apresentadas não tive dúvidas sobre a questão da inconstitucionalidade da PEC 215. Hoje, todos sabemos, existem desafios na esfera jurídica para podermos avançar na demarcação das terras indígenas no país, principalmente nas regiões centro-oeste, sul e nordeste. Temos que enfrentar e superar estes desafios respeitando a nossa Constituição.

Nos últimos anos construímos, com a participação de representantes indígenas, diversas políticas públicas voltadas aos povos indígenas: políticas afirmativas para o ingresso e permanência de estudantes indígenas nas universidades públicas federais; valorização das culturas indígenas com o Prêmio Culturas Indígenas; inclusão das famílias indígenas em programas federais como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Tive a enorme alegria em assinar o decreto que instituiu a Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial em Terras Indígenas(PNGATI), pois trata-se de uma política fundamental para a sustentabilidade dos povos indígenas.Além destas políticas públicas, buscamos superar graves dívidas históricas do Estado brasileiro com os povos indígenas, realizando a desintrusão da Terra Indígena Xavante de Marãiwatsédé, no Mato Grosso, e a desintrusão da Terra Indígena Awá-Guajá, no Maranhão.Neste ano de 2014 assinei o decreto que convoca a Conferência Nacional de Política Indigenista, que poderá se constituir num espaço privilegiado para a avaliação de toda a relação do Estado brasileiro com os povos indígenas, de identificação das dificuldades atuais, bem como num espaço de pactuação de novos avanços, particularmente na demarcação das terras indígenas, dentro dos marcos da nossa Constituição.

Gostaria de dizer a vocês que manteremos os compromissos com o fortalecimento da Fundação Nacional do Índio; com a melhoria do atendimento à Saúde Indígena; com a qualidade da Educação Escolar Indígena; com a articulação para a aprovação, pelo Congresso Nacional, do Conselho Nacional de Política Indigenista e do Estatuto dos Povos Indígenas; com o acesso das comunidades indígenas a políticas nacionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e outras, além de avançar na regulamentação e aplicação do direito de consulta livre, prévia e informada, conforme a Convenção 169 da OIT.

Conto com o apoio de vocês para, nos próximos quatro anos, enfrentarmos juntos os desafios e cumprirmos com os compromissos, garantindo o bem viver para todos os povos indígenas no Brasil.

Dilma Rousseff
Presidenta do Brasil

Dilma denúncia na TV o terrorismo eleitoral deflagrado por Veja.


A presidenta Dilma Rousseff denunciou ao Brasil em seu programa de rádio e TV que a revista Veja com esta capa e reportagem principal da edição antecipada desta semana, aproveita as últimas horas que antecedem o 2º turno, domingo, para fazer “terrorismo eleitoral” contra a sua candidatura à reeleição.

Ela chamou a reportagem de “terrorismo eleitoral articulado pela revista por seus parceiros ocultos”. Veja cita um suposto depoimento do doleiro Alberto Youssef, no qual ele teria dito que a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula sabiam de um esquema de corrupção que ela e a oposição dizem haver dentro da Petrobras.

Revista sempre faz isso contra o PT às vésperas de eleições

Em seu último programa de propaganda no rádio e TV a presidenta Dilma – líder na disputa do 2º turno domingo, com uma vantagem de 8% nas pesquisas eleitorais – chama a atenção para o fato de o ataque feito pela revista Veja, mais uma vez ser publicado “sem apresentar nenhuma prova concreta e baseando em supostas informações de pessoas do submundo do crime”.

No texto, a “Veja” disfarça cinicamente e diz que não pretende com a reportagem “diminuir ou aumentar as chances de vitória de nenhum candidato”. A própria revista admite na reportagem que Youssef “não apresentou provas das afirmações”. E tenta justificar que ele não o fez porque o atual momento do processo serve apenas para que a polícia e o Ministério Público avaliem o grau de conhecimento do acusado nos esquemas de supostos desvios na Petrobras.

POR QUE VOTO EM DILMA? - Júlio Lázaro Torma


Muitos querem a minha opinião e manifestação sobre o atual período e embate que se coloca neste segundo turno das eleições presidenciais e levando em conta a necessidade para garantir os avanços da sociedade brasileira vive nestes últimos anos.Não posso me furtar em participar deste processo e em declarar o meu apoio em favor da reeleição de Dilma Rousseff ( PT).

Mesmo sendo um critico aos limites do atual governo e do sistema político reconheço publicamente que houve uma diminuição da pobreza e da miséria no Brasil, onde a pobreza foi reduzida há 75%, onde milhares de jovens tem ingresso em escolas técnicas, universidades públicas e privadas. Como a inclusão de cotas para setores da sociedade secularmente excluídos como os povos indígenas e afrodescendentes, além de ampliação de direitos das mulheres, homossexuais, antes tratados com distem pelos governos federais.

Como os projetos sociais de inclusão social como o Bolsa Família, a onde as crianças e adolescentes destas famílias beneficiadas demostram bom rendimento escolar, freqüência em sala de aula, evitando assim a evasão escolar.

O projeto minha casa minha vida, luz para todos, pro une, saúde para todos, que tem incluído milhões de brasileiros/as lhes dando cidadania.

Como o Farmácia Popular, valorização do salário minimo, como o poder de consumo da população, onde aqueles antes condenados a viver abaixo da linha de pobreza. Hoje tem acesso a uma moradia digna como minha casa minha vida e a comprar carro com IPI reduzido, TV de led, celulares, computador, internet, TV A cabo, artigos de higiene, materiais de construção que fomenta o comércio, indústria e gera empregos locais.

Bem como investimentos federais como duplicação da rodovia Rio Grande-Pelotas ( BR 392),da BR 116 ( Porto Alegre- Pelotas), Pólo Naval, Parque Eólico Santa Vitória do Palmar- Chui, núcleos habitacionais através do minha casa minha vida, PRONATEC, expansão da UFPEL, FURG, IFSUL, criação da UNIPAMPA , Universidade da Fronteira Sul, expansão dos direitos trabalhistas aos trabalhadores e trabalhadoras domésticos.

Sigo questionando o atual modelo desenvolvimentista deste governo. É nosso dever de empenhar na luta por uma profunda reforma política e na convocação de uma assembléia exclusiva como a inclusão social de 16 milhões de pessoas que ainda vive abaixo da linha da pobreza. Exigindo respeito a natureza e dos povos indígenas, quilombolas, sejam respeitados.

Bem como a realização de uma ampla e radical reforma agrária, que partilha a terra para todos os trabalhadores sem terra e por uma ampla e radical reforma urbana que coloque todos os terrenos baldios,prédios desocupados e abandonados para quem quer morar e necessite de moradia digna.

Enquanto isso o outro candidato representa o modelo neoliberal é alinhado ao capital transnacional, atrelado ao sistema financeiro, além de ser apoiado por setores atrasados como latifundiários, agronegócio, escravocratas urbanos e rurais e por setores retrógrados preconceituosos e anticristãos que jamais vão apoiar e assumir tais projetos.

Além de ser um defensor do livre mercado e de um modelo economicista, outro candidato se eleito for á um risco da perda de direitos sociais, políticos e econômicos, conquistado com muita luta, suor e sangue da classe trabalhadora e popular do campo e da cidade.

Por último devo ressaltar a política externa dos governos Lula- Dilma nestes últimos anos, foi uma política externa independente e não alinhada aos interesses dos Estados Unidos da América, que buscou e trabalhou pela paz entre os povos, bem como a criação do BRIC e uma maior integração dos países latino-americano e caribenho, feito de maneira respeitosa, com quem devemos cada vez mais buscar dialogando, no caminho da paz e da solidariedade entre todos os países do mundo.

Por isso declaro o meu VOTO EM DILMA pela continuidade de um projeto democrático popular para o Brasil.

Como gritava Dolores Ibárruri Gómez ( 1895-1989), grito para aqueles que querem a volta de um modelo neoliberal, excludente e privativista.

" NÃO PASSARÃO! AVANCEMOS NA CONSTRUÇÃO DE UM PAÍS MAIS JUSTO E SOBERANO".

Ilusões de um povo - por Dom Luiz C. Eccel*


Até quando ficaremos nas ilusões, ou nas más intenções? Pessoas sensatas sabem sobejamente que o candidato do PSDB é apenas verniz, em tudo o que diz e propaga. Basta conhecer um pouquinho só da nossa história política...

Problemas e defeitos encontramos em todas as pessoas, instituições, clubes, Igrejas, associações e partidos políticos... Mas todos sabem, ou deveriam saber que o governo de FHC fez o que fez, conhecido como privataria tucana; roubos bilionários, salário mínimo baixíssimo, desemprego alarmante, havia até advogados e engenheiros nas filas disputando as poucas vagas para garis. Inflação altíssima, os bancos lucrando como nunca, enfim o Brasil foi colocado de joelhos diante dos EUA e seus fortes aliados. O Lula nos colocou de pé! Os títulos de "doutor honoris causa” por ele recebidos estão aí para confirmar.

Os escândalos financeiros do PSDB foram muitos e astronômicos, porém tudo foi engavetado, pois o STF, e os grandes meios de comunicação estavam, e estão, sempre do lado dessa direita fascista e golpista (vide anexo). O PSDB com seus aliados não estão nem aí para saúde, educação, moradia, vida digna para o povo, especialmente os excluídos.

O Brasil jamais viu avanços nos seus 500 anos de história, como nos governos de Lula e Dilma (vide anexo). E a ONU declarou o Brasil, pela primeira vez, há poucos dias, fora do mapa da fome. Só os mal intencionados não percebem esses grandes avanços, em todas as áreas da sociedade brasileira, apesar de ter muito por fazer, e sempre terá.

Minha única e exclusiva preocupação é com o povão; tenho certeza, infelizmente, que se Aécio chegar lá, será a retomada do entreguismo: Petrobras, pré-sal, bancos públicos, desprezo das políticas públicas, desemprego voltando, inflação disparando e povão pagando o pato, para eles continuarem a se locupletar e novamente se aliar aos EUA entregando o que temos de riqueza natural. Consciência eles não têm, por isso o remorso passará bem longe deles. Mandem de volta para seus países de origem os médicos que aqui chegaram com o programa +médicos, e quero ver se os médicos brasileiros irão para os rincões mais remotos, ou mesmo para as periferias mais pobres deste país. Alguns alegam que ganham pouco, que faltam instrumentos, etc; mas por que FHC não resolveu o problema da saúde antes de entregar nossas riquezas para alguns poderosos, e abastecer suas contas nos paraísos fiscais? E a classe média acha isso tudo muito bom... Infelizmente é da natureza das toupeiras serem parcial ou totalmente cegas! Fato é que Dilma já fez bastante pela saúde, e o projeto é dos melhores, com a ajuda dos royalties do pré- sal, em favor da saúde e da educação.

Tenho certeza de que desde o início do governo Lula, a direita tentou derrubá-lo, desmoralizando o governo petista, com toda sorte de armações, as mais diabólicas, mirabolantes e sórdidas. A elite nunca aceitou perder o poder, muito menos para um operário. E a grande mídia (PIG) faz passar todas essas mentiras como se fossem verdades, e os "incautos ficam indignados” (santa ingenuidade, ou venenosa maldade), sem mesmo buscarem elementos para refletir seriamente. Eu sempre acompanhei tudo muito bem! Não suporto tansisse, assim busco informações em fontes fidedignas. A filósofa Marilena Chauí tem razão em declarar a obtusidade absoluta, especialmente, da classe média. Esta classe juntamente com outra, não aceita que pobres possam usar os mesmos perfumes importados, viajar nos mesmos aviões, e comprar nas mesmas lojas; não preciso ir longe, vejo esta estultice anacrônica aqui na "minha” cidade...

Alguém poderia alegar que mesmo estudando muito, é de direita, eu respondo como o grande Victor Hugo: "algumas pessoas pagariam para se venderem”! A direita fascista golpista, escrota e asquerosa dá muita risada dos seus eleitores. Dizem: como é fácil convencer os eleitores deste país! Voltemos a nos refestelar entregando as nossas riquezas naturais, e com os impostos provenientes do povo, e vez ou outra lhes daremos umas esmolas... Outro problema sério: é sabido que a direita foi, é, e sempre será aliada da ditadura que persegue, prende, tortura, mata, e faz os cadáveres desaparecerem. Pior ainda, o vice do Aécio foi aliado da ditadura e a defende sempre, sujeito escroto!

O governo do PT deixou de fazer algo importante? Sim! Poderia ter começado o processo de declaração de nulidade da entrega da Vale do Rio Doce com nossas riquezas minerais, a preço de banana, pelo FHC, uma das empresas mais ricas do mundo. E assim teríamos mais dinheiro para a saúde e educação. Não sei se iria conseguir o intento, pois a justiça normalmente é injusta, e a maioria dos ministros do STF é de direita, ou seja, não estão nem aí para os problemas do povo. Poderia ter feito a reforma agrária e urbana, ter taxado as grandes fortunas; democratizado os meios de comunicação para que os poucos detentores de hoje deixem de distorcer, mentir e manipular o povo... Mas tem um grande mérito, entre tantos outros, apurar as irregularidades no uso da verba pública, não engavetando nada, como era costume na era anterior ao governo petista.

Outro questionamento sério que devemos fazer: Por que o Aécio construiu os aeroportos particulares, com dinheiro público, e os mesmos ficam trancados? Você já se perguntou sobre isto? Fico pensando: não seria para tráfico de drogas, que causam tantas desgraças, mortes e violência, especialmente aos nossos jovens? Para que outro motivo faria isso? Você se lembra daquele helicóptero que foi pego com quase 500 quilos de cocaína? Era de gente próxima a ele. E por que não se falou mais nisso? Se fosse 1 quilo só, com alguém do PT, estariam falando até hoje, especialmente a Globo e Veja.

O FHC disse que os eleitores de Dilma são pessoas desinformadas dos grotões. Eu tenho certeza que os eleitores do PSDB é que são desinformados, não conhecem nada da nossa história; aliás, o grau de ignorância dos eleitores de FHC e Aécio é tão alarmante que supera até as expectativas das "pesquisas” da GLOBO, VEJA e CIA... Desconhecem totalmente as roubalheiras bilionárias da direita fascista e golpista, ou são coniventes... Portanto, nunca vote na direita, pois é colocar a raposa para cuidar do aviário!

Não sou dono da verdade, mas receba um fraterno abraço de quem tem mente e olhos bem abertos para saber claramente onde estão as verdades e as mentiras, em todos os espaços, sejam eles públicos ou privados, no meu e no seu também... Se quiser acreditar, acredite; se quiser continuar na obscuridade, fique à vontade! Porém seria muito interessante que todos (as) buscássemos conhecer a verdadeira história deste país, em fontes que não sejam as dos grandes meios de comunicação que aí estão para emburrecer o povo, e com isso continuar lucrando com suas mentiras com caras de verdades. Não sou candidato a cargos, mas a colaborar para que o povo tenha vida com dignidade! Isso faz 500 anos que a direita já provou que não dá! Cada um (a) analise a realidade de acordo com a quantidade de neurônios que tem... Fique com Deus! Ou fique com a globo, veja, época e cia... Dê uma olhada no link abaixo!

* Dom Luiz C. Eccel é Bispo Diocesano de Caçador-SC.

Flávio Bolsonaro descumpre ordem de Moraes e não entrega passaporte à PF.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) descumpriu a decisão do do ministro Alexandre de Moraes , do Supremo Tribunal Federal ( STF ), e não entre...