Organização Mundial da Saúde destaca o programa Mais Médicos do Brasil

Programa brasileiro é citado como exemplo de estratégia para neutralizar má distribuição de profissionais.

O Brasil tem 81,4 profissionais de saúde por 10 mil habitantes, muito acima das metas da Organização Mundial da Saúde (OMS), mas há uma grande desigualdade entre regiões, revela um relatório da entidade divulgado nesta segunda-feira (11). A conclusão está no estudo Uma Verdade Universal: Não Há Saúde sem Profissionais, divulgado pela OMS durante o terceiro Fórum Global sobre os Recursos Humanos da Saúde.

Segundo a OMS, há grandes disparidades geográficas no acesso a profissionais de saúde, e exemplifica que embora a média nacional seja 17,6 médicos por 10 mil habitantes, a densidade varia entre 40,9 por 10 mil no Rio de Janeiro e 7,1 no Maranhão.

A organização destaca, no entanto, as ações do governo brasileiro para solucionar o problema. Ao citar do programa Mais Médicos, a OMS destaca os investimentos e estratégias em curso para contornar as disparidades na distribuição de profissionais. O Mais Médicos recrutar clínicos dentro e fora do país e preencher vagas nas regiões mais carentes em atenção básica de saúde.

Pelo programa, já foram contratados 6,6 mil médicos que fizeram a sua formação em universidades estrangeiras, número que o governo estima aumentar para 12.996 até março de 2014. Um total de 50 médicos formados em universidades portuguesas - 18 dos quais de nacionalidade portuguesa - foram recrutados pelo Mais Médicos.

O estudo

O estudo alerta que faltam, atualmente, 7,2 milhões de profissionais de saúde em todo o mundo e que o déficit subirá para 12,9 milhões até 2035, com graves implicações para milhões de pessoas.

Foram apresentados os perfis de 36 países, incluindo o Brasil. Segundo os dados, o País tem 2.523 parteiras, 1.243.804 enfermeiros e 341.849 médicos, o que resulta em 1.588.176 profissionais de saúde qualificados, ou seja, 81,4 por 10 mil habitantes.

Entre os 186 países com informações disponíveis, apenas 68 (36,6%), incluindo o Brasil, atingem ou ultrapassam todas as metas definidas, revela a agência das Nações Unidas para a saúde.

Segundo os dados levantados, 83 países, ou seja 44,6%, ainda não atingiram sequer o patamar mínimo definido pelo Relatório Mundial de Saúde de 2006, que prevê 22,8 profissionais de saúde qualificados por cada 10.000 habitantes.

Outros 17 países (9,1%) ultrapassam o patamar mínimo, mas não atingem essa meta da Organização Internacional de Trabalho, que aponta para 34,5 profissionais de saúde qualificados por 10 mil habitantes. Há, ainda, 18 países (9,7%) que atingem esta meta, mas não o patamar dos 59,4 profissionais para 10 mil cidadãos.

Fonte: Agência Lusa

ABSURDO EM MANAUS: Reforma da ponte Arthur Bernardes, do bairro São Jorge, só terá uma alça para pedestre


No próximo dia 15 de novembro, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, deverá entregar à população a ponte Arthur Bernardes, no bairro São Jorge, Zona Oeste, restaurada por determinação do Ministério Público, porém só terá uma alça para os pedestres (Vejam as fotos enviadas pelo professor Guilherme Filho). 

Eis o relator do professor: "Faz cerca de dois meses que a prefeitura de Manaus iniciou uma reforma em uma das duas ponte do bairro São Jorge, ali próximo a "Comunidade da Arthur Bernardes" que pegou fogo ano passado. Ontem fiz uma visita a área da reforma e fiquei INDIGNADO com a mudança que fizeram pois, simplesmente RETIRARAM a LATERAL ESQUERDA (sentido bairro centro), dessa forma MODIFICARAM o Projeto Original. Ficando somente um espaço com cerca de 80 centímetros (lateral direita) para o PEDESTRES atravessarem a referida ponte".


Ufam inscreve até hoje para seleção que abre 80 vagas para professor


Terminam nesta quarta-feira (13) as inscrições para a seleção simplificada para a contratação de 80 professores pela Fundação Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

O valor da inscrição varia conforme a modalidade do cargo. Para professor auxiliar, assistente ou adjunto, os valores oscilam entre R$ 38,30 e R$ 77.

A carga horária dos docentes é de 20 ou 40 horas e o vencimento básico varia de R$ 1,9 mil a R$ 2,7 mil, mais pagamento de retribuição por titulação, que é de R$ 152,35 para especialização a R$ 1,9 mil para doutorado, além de auxílios alimentação e transporte.

A vez dos morcegos - Por Francisco Praciano*


Há mais de 30 anos o Sesc tem realizado Feiras de Livros em várias cidades do país, com programações que incluem exposição e venda de livros, shows culturais e atividades de incentivo à leitura, além de palestras proferidas por escritores locais e nacionais.

Em Manaus, a 27ª Feira de Livros do Sesc ocorreu nesse último final de semana no Manaus Plaza Centro de Convenções e prestou homenagem a Alcides Werk, poeta que, apesar de ter nascido no Mato Grosso do Sul, viveu a maior parte de sua vida no Amazonas e escreveu belíssimos poemas sobre a nossa floresta, nossos rios e nossos igarapés.

Eventos como esse são importantes, uma vez que contribuem para a divulgação dos trabalhos dos nossos poetas e escritores e também possibilitam que o leitor conheça pessoalmente seus autores preferidos e até converse com eles. Apesar disso, é preciso reconhecermos que faltam, principalmente para os nossos jovens, políticas públicas de incentivo à leitura e à produção literária. E o pior: falta, também, sensibilidade aos nossos governantes para que reconheçam a importância da elaboração dessas políticas públicas.

Há alguns anos, quando era vereador em Manaus, apresentei um projeto de lei batizado de ‘Viaje nas Artes’, que obrigava as empresas de ônibus a afixarem, nas paredes internas dos coletivos, cartazes contendo poemas e letras de músicas de autores locais e nacionais. O projeto que, com certeza, contribuiria para aumentar a cultura e a consciência crítica do nosso povo, não foi aprovado.

Se tivesse sido aprovado, o usuário de ônibus em Manaus faria o seu trajeto lendo, por exemplo, poemas como ‘Da Espera’, de Alcides Werk, que diz: “Direi aos pássaros que esperem/ enquanto perdurar a ronda dos morcegos/ Mas, quando se avizinhar a madrugada/ Exigirei que todas as canções tecidas no silêncio/ deixem o verde tímido dos bosques/ e povoem de som as avenidas/ para que os homens se alegrem/ e conheçam que o mundo é bom”.

A vez ainda é dos morcegos. Não tenho dúvidas, porém, de que a madrugada chegará.

* Francisco Praciano é deputado federal pelo PT-Am.

Nova data da prova do concurso para juiz será no dia 4 de dezembro


A Comissão do Concurso do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV Projetos) definiram para o dia 4 de dezembro, das 13h às 18h, a nova data da prova discursiva do concurso para juiz substituto.

O concurso oferece 31 vagas para o cargo de juiz de direito substituto, com remuneração inicial de R$ 19,5 mil. 
O novo regulamento está publicado no portal da FGV, instituição responsável pelo certame: http://fgvprojetos.fgv.br/concursos/tjam13. A prova discursiva do concurso tinha sido aplicada em 4 de setembro, porém, foi anulada por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O local de prova também está disponível para consulta pelos candidatos no endereço eletrônico da FGV Projetos. Um novo cronograma previsto para as demais etapas do concurso será divulgado em breve pela comissão.

O candidato convocado deverá comparecer com antecedência mínima de uma hora do horário marcado para o início da prova, munido de caneta esferográfica de tinta azul ou preta, de ponta grossa, de comprovante de inscrição e de documento de identidade original, preferencialmente aquele utilizado no ato de sua inscrição.

PRACIANO EXPLICA PROJETO DE LEI QUE DESTINA 50% DOS RECURSOS DOS ROYALTIES DO PETRÓLEO PARA MELHORAR SALÁRIO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO


O deputado federal Francisco Praciano (PT/AM) debateu nesta terça-feira (12), na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei de sua autoria, que determina que os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão aplicar, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) dos recursos de que trata o artigo 2º da Lei nº 12.858 - LEI DO ROYALTIES DO PETRÓLEO, no pagamento de salários e outras verbas de natureza remuneratória a profissionais do magistério da educação básica pública em efetivo exercício. 

Para Praciano, por tudo o que se lê, se ouve e se vê, a valorização dos profissionais da educação é um desejo não só dos próprios profissionais do magistério, como também, pode-se mesmo afirmar, de toda a sociedade brasileira. "O único problema parece ser, como já se disse, a falta de recursos, ou, em outras palavras, a inexistência de uma fonte de onde sairão os recursos necessários para proporcionar essa tão almejada valorização" disse.

" Neste sentido, a Lei 12.858, de 9 de setembro de 2013 garantiu uma fonte extra de recursos para serem aplicados na área da educação: os royalties do petróleo" citou o parlamentar.

Segundo Praciano, é uma importante conquista para os desejados avanços na área da educação, de modo geral, porém a referida Lei não garante explicitamente que esses recursos, ou ao menos parte deles, sejam destinados à melhoria salarial dos professores ou daqueles que desempenham as atividades de suporte pedagógico à docência (direção, administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais) na educação básica da rede pública.

" Esse é, justamente, o propósito da presente Proposição: que parte dos recursos dos royalties do petróleo - destinados à educação pela Lei 12.858/2013 - sejam aplicados, obrigatoriamente, no pagamento de salários e de outras verbas de natureza remuneratória dos profissionais do magistério em efetivo exercício na rede pública" defendeu.

O petista lembrou que até o advento da citada Lei 12.858/2013, tinham os entes federados -responsáveis diretamente pelo pagamento dos profissionais da educação básica -a justificativa de falta de recursos para melhor remunerarem esses profissionais. Não há, no entanto, como manter-se essa justificativa, uma vez que considerável volume de recursos, conforme previsto na citada Lei, passarão a ingressar nos cofres dos Municípios, dos Estados e do Distrito Federal para serem utilizados, com exclusividade, na melhoria da educação pública, com prioridade na educação básica. 

" Entendemos que não haverá melhoria na qualidade da educação básica se os profissionais do magistério continuarem com seus salários aviltados" críticou o parlamentar.

Fonte: ASSESSOR DE COMUNICAÇÃO

José Ricardo cobra do Secretário da Fazenda esclarecimento sobre obras paradas e dívida do Governo


O deputado José Ricardo Wendling solicitou nesta terça-feira (12), na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), esclarecimento sobre as finanças do Amazonas, no que refere-se a arrecadação, despesas, empenhos e investimentos realizados pelo governo do Estado. O pedido foi formalizado por meio de um requerimento protocolado um pouco antes do pequeno expediente. O documento convoca o secretário estadual da fazenda, Afonso Lobo.

Algumas das explicações requeridas estão relacionadas as obras, incluindo as da Copa de 2014, os investimentos e as políticas públicas que podem ser suspensas, e como as promessas de obras e infraestrutura de mais de R$6 bilhões para o interior e capital serão cumpridas, por conta do fechamento do Sistema Eletrônico de Compras do governo do Estado, noticiado pelos meios de comunicação. 

Com base na medida nenhuma compra poderá ser efetuada até que o sistema seja reaberto, em 2014. De acordo com a imprensa, no Portal da Transparência (www.transparencia.am.gov.br) há informação de que o Executivo Estadual empenhou R$12,99 bilhões, e arrecadou R$10, 9 milhões, até o mês passado. “Precisamos saber do secretário de fazendo que história é essa. Ora se já empenhou mais do que arrecadou e não vai realizar, significa que vai aplicar um calote? A própria promessa de investimento acima da capacidade em ano pré-eleitoral é suspeito”, questionou o parlamentar.

Ele destacou ainda que é oportuno a vinda de Lobo à Casa, visto que, o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014 está no Legislativo em fase inicial. O deputado afirmou que é necessário que haja uma ampla discussão da peça orçamentária para que seja identificada, justamente, a previsão do Estado para cada área, de forma a elencar onde será preciso retirar ou alocar recursos. “O momento de debater é agora. Repito: os recursos do Estado não pertencem ao governador nem aos deputados, nós precisamos ouvir o povo, o segmento empresarial, os trabalhadores que sempre têm suas demandas, precisamos ouvir todos que sofrerão os impactos com essas obras”, expôs.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Waldemir defende que a cidade não precisa de Expansão Urbana Horizontal


Durante o Pequeno Expediente da Câmara Municipal de Manaus, realizado na manhã desta terça-feira (12), o vereador Waldemir José defendeu a tese de que a cidade de Manaus não precisa de expansão territorial urbana, conforme a ponta o Plano Diretor Urbano e Ambiental e, para isso, afirmou que solicitará apoio do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa) para comprovar que essa medida prejudicará a área.

De acordo com a revisão do Plano Diretor, a área que circunda a Reserva Ducke se tornará em Zona de Expansão Urbana, o que resultará na separação das matas entre a Reserva e o Parque Ecológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), prejudicando a fauna dessa região que perderá território, ficando isolada e cercada por conglomerados urbanos, como o que já acontece com a fauna da mata da Ufam.

Segundo Waldemir José, a expansão dessa área significa isolar a Reserva Ducke, degradando a natureza, causando a redução de vidas animais e vegetais. “O isolamento da Reserva Ducke é um crime ambiental. Temos o dever ético de defender a área verde da cidade”, disse Waldemir.

O parlamentar defendeu a verticalização como forma de adensamento da cidade, o que seria a melhor alternativa para resolver a questão de moradia em Manaus, evitando a expansão horizontal urbana. “Afirmo que a cidade não necessita expandir sua área urbana de tal forma que cause um grave impacto à floresta. O Plano Diretor propõe o adensamento da cidade, portanto podemos colocar em prática essa ideia e resolver a questão do crescimento habitacional sem atingir as áreas verdes da capital”, pontuou Waldemir.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Satélite de uma tonelada cai do espaço em direção à Terra

"Ferrari do espaço" estava em órbita desde 2009

O satélite GOCE caiu do espaço neste último domingo (10). Já era previsto que o satélite poderia cair no fim de outubro, pois sua missão chegaria ao fim, uma vez que o combustível acabaria e o satélite começaria a cair em direção da Terra de uma altura de 224 km.

O satélite GOCE de uma tonelada é apenas uma pequena fração de objetos espaciais que caem na Terra. Heiner Klinkrad, chefe do Escritório de detritos espaciais da ESA, disse em um comunicado. "Nos 56 anos de voo espacial, cerca de 15.000 toneladas de objetos espaciais artificiais entram na atmosfera sem causar uma única ferimentos até à data".

Mulher faz sexo com vizinho por engano em Araxá


Vítima acordou no meio da noite sendo acariciada pelo homem, que pensou ser seu marido.

A Polícia Militar de Araxá foi chamada na última segunda-feira (11) para atender uma ocorrência inusitada. Uma mulher de 53 anos contou aos militares que, por problemas particulares, dorme em quarto separado do marido. No entanto, durante a madrugada, ela acordou com um homem fazendo carinhos em seu corpo e, acreditando se tratar do companheiro, manteve relações sexuais com ele.

No entanto, ao ouvir a voz do homem ao seu lado, ela percebeu que se tratava na verdade de seu vizinho, identificado como I.V, de 27 anos. Ao notar o engano, a mulher ficou desesperada e gritou. Seu vizinho então saiu correndo, fugiu pela janela e deixou as roupas para trás. A PM compareceu à casa do suspeito, que estava dormindo nu no momento da abordagem.

O pai do rapaz alegou à corporação que o filho sofre de problemas mentais. Mesmo assim, o homem foi conduzido à delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos.

Eleições nos EUA: americanos descontentes com Trump.

Há um fluxo constante de eleitores chegando a um ponto de votação em Anchorage, no Alasca. A disputa para o Senado no Estado está acirrada, ...