O deputado José Ricardo Wendling (PT) declarou nesta quinta-feira (3) que os governantes do Estado precisam agir mais efetivamente para ajudar as vítimas da enchente, tanto da capital quanto do interior do Amazonas. “Hoje, 38 municípios, incluindo Manaus, estão em estado de emergência por conta da cheia dos rios. Ruas da cidade estão interditadas e o prejuízo para o comércio já chega aos R$ 30 milhões. Esse é um momento dos governantes pensarem na população e não nos seus próprios interesses. Enquanto o governador e o senador brigam, o povo padece com essa enchente”, disse José Ricardo.
Ele está apresentando Indicação ao Governo para que o cartão enchente tenha mais tempo de validade, dois ou três meses. E ressalta Projeto de Lei de sua autoria para que a Defesa Civil do Estado tenha mais recursos destinados à prevenção de acidentes e catástrofes naturais. “Porque tem pouco tempo que o chefe da Defesa Civil informou que esses recursos hoje são precários. Nosso povo precisa de solidariedade”.
Representação no MPE por demora em reforma de escola
O parlamentar ingressou hoje com representação no Ministério Público do Estado (MPE) contra a Secretaria de Estado da educação (Seduc), que há mais de dois anos está com obra de reforma na Escola Estadual Humberto Campos, localizada no Alvorada 1, Zona Centro-Oeste, mas ainda sem previsão de conclusão.
Enquanto isso, os alunos dessa escola estudam desde 2010 em um prédio anexo da Escola Estadual Senador Petrônio Portela, localizada no Dom Pedro, mesma zona, gerando despesas altíssimas no transporte escolar dos alunos. Após confirmar com a empresa que presta esse serviço à Seduc o custo do transporte, levando-se em consideração a utilização de três ônibus pela parte da manhã e outros três pela tarde, chegou-se ao valor de R$ 1,5 milhão (considerando-se 20 meses de serviço, ou seja, 440 dias letivos), o que daria para reformar outra unidade de ensino, já que a placa de reforma da Humberto Campos sinaliza para gastos de R$ 1,6 milhão.
Tristes dados da educação do Estado
Para o deputado, a educação do Amazonas está abandonada pelo poder público e o resultado disso são os tristes dados apresentados pela imprensa local, com base no Censo do IBGE (2010): de que 500 mil amazonenses nunca frequentaram a escola. “Percentual altíssimo, uma tristeza”, afirmou ele, ressaltando que somente no Município de Lábrea 52% da população não têm estudo.
“Por isso, é que temos o maior percentual de miséria e de mortalidade infantil. Quando visito escolas e encaminho os dados à Seduc, é porque quero contribuir com a educação. Mas nunca tive qualquer retorno da Secretaria”, lamentou o petista.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Tristes dados da educação do Estado
Para o deputado, a educação do Amazonas está abandonada pelo poder público e o resultado disso são os tristes dados apresentados pela imprensa local, com base no Censo do IBGE (2010): de que 500 mil amazonenses nunca frequentaram a escola. “Percentual altíssimo, uma tristeza”, afirmou ele, ressaltando que somente no Município de Lábrea 52% da população não têm estudo.
“Por isso, é que temos o maior percentual de miséria e de mortalidade infantil. Quando visito escolas e encaminho os dados à Seduc, é porque quero contribuir com a educação. Mas nunca tive qualquer retorno da Secretaria”, lamentou o petista.
Fonte: Assessoria de Comunicação
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