Conheça os cinco maiores estados do Brasil.


No topo da lista, temos o Amazonas! Com 62 municípios, sua capital é a deslumbrante Manaus. Além de compartilhar fronteiras com cinco estados brasileiros, o Amazonas também faz divisa com Peru, Colômbia e Venezuela. E não para por aí, é lá que encontramos o ponto mais alto do Brasil, Pico da Neblina!

O Pará é um estado de tirar o fôlego! Com 144 municípios, sua capital é a encantadora Belém. Banhado pelo Oceano Atlântico, o Pará possui fronteiras com seis estados brasileiros e também com Suriname e Guiana. Sua vasta área territorial é maior do que toda a Região Sudeste do Brasil, e sua paisagem é dominada pela Floresta Amazônica!

Prepare-se para conhecer o Mato Grosso, o gigante da Região Centro-Oeste! Com seis estados brasileiros em suas fronteiras e a Bolívia a oeste, o Mato Grosso é dividido em 141 municípios. Sua capital, Cuiabá, é considerada o coração da América do Sul, graças à sua localização privilegiada em latitude e longitude.

Minas Gerais é o quarto maior estado e o segundo mais populoso do Brasil, possui 853 municípios, mais do que qualquer outro estado. Localizada na Região Sudeste, sua capital, Belo Horizonte, é um verdadeiro tesouro. Com sete estados limitando sua área territorial, Minas Gerais oferece uma variedade de paisagens e encantos.

O estado da Bahia Localizado na Região Nordeste, tem como capital Salvador, uma das maiores cidades brasileiras. Com oito estados fazendo fronteira e um litoral extenso banhado pelo Oceano Atlântico, a Bahia se destaca como o estado com a maior costa do Brasil. Além disso, é o maior estado nordestino, com um total de 417 municípios.

Mato Grosso do Sul é composto por 79 municípios, o estado é delimitado por cinco estados brasileiros e faz parte da região Centro-Oeste. Sua capital, Campo Grande, é o ponto de partida para explorar as belezas do Pantanal, que domina a parte noroeste do estado.

PF DEFLAGRA OPERAÇÃO PARA INVESTIGAR DESVIO DE R$ 390 MILHÕES NA AMAZONPREV SOB GESTÃO DO GOVERNO WILSON LIMA.


A Polícia Federal deflagrou, sexta-feira (6), a Operação Sine Consensu para investigar possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amazonas (Amazonprev), autarquia vinculada ao Governo do Estado, atualmente sob a gestão do governador Wilson Lima (União Brasil).

Segundo a investigação, cerca de R$ 390 milhões teriam sido aplicados em letras financeiras de instituições privadas entre junho e setembro de 2024. As aplicações, de acordo com a Polícia Federal, teriam ocorrido em desacordo com normas de governança e com regras federais que disciplinam investimentos de recursos previdenciários.

Também foram identificados indícios de irregularidades em procedimentos internos, além de movimentações financeiras consideradas atípicas. A PF apura se houve gestão temerária e possíveis práticas de corrupção na condução dos investimentos.

Durante a operação, policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, além do afastamento de servidores públicos de suas funções. As diligências contam com apoio do Ministério da Previdência Social.

Fonte: Giro da Amazônia

Professora ganha prêmio de 1 milhão de dólares.


Em muitas regiões da Índia, milhões de crianças crescem sem nunca entrar em uma sala de aula. Para muitas delas, a infância é marcada por trabalho precoce, casamento infantil, pobreza extrema e falta de infraestrutura básica.

Foi diante dessa realidade que a professora Rouble Nagi decidiu fazer algo diferente. Em vez de esperar que as crianças chegassem à escola, ela levou a escola até elas. Ao longo dos anos, Rouble criou mais de 800 centros de aprendizagem espalhados por mais de 100 favelas e aldeias da Índia, oferecendo a crianças que nunca haviam estudado um espaço seguro, acolhedor e cheio de possibilidades.

Mas havia desafios: a vida dessas crianças não seguia o mesmo ritmo das escolas tradicionais. Muitas trabalhavam para ajudar a família. Outras enfrentavam pressões sociais que as afastavam da educação.

Então Rouble fez algo simples e revolucionário. Ela adaptou a educação à realidade delas. As aulas passaram a ter horários flexíveis, permitindo que crianças que trabalham também pudessem estudar. As atividades usam materiais reciclados, tornando o aprendizado acessível e criativo. E os conteúdos incluem habilidades práticas, capazes de mostrar às famílias que a educação pode transformar o futuro.

Em duas décadas de trabalho, mais de um milhão de crianças conseguiram entrar no sistema formal de educação graças às iniciativas lideradas por Rouble Nagi.

Por todo esse impacto, Rouble foi reconhecida com o Global Teacher Prize, considerado um dos maiores prêmios da educação no mundo, concedido pela GEMS Education, no valor de US$ 1 milhão.

Rouble pretende usar o prêmio para criar um instituto profissionalizante gratuito e também desenvolver um programa de alfabetização digital, ampliando ainda mais as oportunidades para jovens que cresceram à margem da educação.

Fonte: Good News Network

Homnagem para honrar o pai na formatura.


Costurei um vestido com as camisas do meu pai para o baile de formatura em sua homenagem — meus colegas riram, mas então o diretor pegou o microfone e a sala inteira ficou em silêncio.

Minha mãe morreu durante o parto. Depois disso, só restaram meu pai e eu. Ele preparava meu lanche, fazia panquecas todos os domingos e aprendeu a trançar meu cabelo assistindo a vídeos no YouTube.

No ano passado, ele foi diagnosticado com câncer. Ele sempre sonhou em me ver me formar no ensino médio. Mas isso nunca aconteceu. Alguns meses antes do baile, ele faleceu. Meu coração se despedaçou em mil pedaços. Mudei-me para a casa da minha tia.

Enquanto as outras meninas da escola escolhiam vestidos de grife para o baile, percebi que queria algo diferente. Lembro-me de como meu pai usava camisas para trabalhar todos os dias. Costumávamos brincar que o armário dele estava cheio apenas de camisas. Abri a caixa com seus pertences e decidi costurar um vestido com suas camisas — em sua homenagem. Então, sentei-me e comecei a costurar. Minha tia me ajudava às vezes. Quando terminei o vestido e me olhei no espelho, senti como se ele estivesse ali, ao meu lado, novamente.

Então, fui ao baile de formatura usando aquele vestido, orgulhosa dele. Quando entrei no

Então, o diretor da escola, Sr. Bradley, de repente parou a música. Um silêncio constrangedor se abateu sobre o salão. Ele aproximou-se do microfone e disse: "Antes de continuarmos a comemoração, preciso dizer algo importante."

Ele nem havia terminado de falar quando as risadas cessaram e o choque se espalhou por seus rostos.
Fonte: https://www.facebook.com/groups/293967227285718/permalink/27330941676494907/?rdid=GJOT0ouP5ily4RV7#

Vorcaro relata encontros com autoridades e chama Hugo Motta de amigo.


Em mensagens com a então companheira, Martha Graeff, no dia 28 de março de 2025, Daniel Vorcaro sugere que teve encontros com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), com o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Em conversa pelo chat do Instagram com o filho, Tiziano Vorcaro, o banqueiro responde afirmativamente que é amigo de Motta. Tiziano havia enviado uma publicação sobre a eleição do parlamentar para o comando da Câmara dos Deputados.

Prisão de Vorcaro

Daniel Vorcaro, seu cunhado Fabiano Zettel, Luiz Phillipi Mourão Moraes, apelidado de “Sicário”, e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva foram presos na quarta-feira (4) durante a terceira fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal (PF).

Sob custódia das autoridades, segundo a PF, Sicário atentou contra a própria vida, foi levado ao hospital, mas não resistiu. Nesta quinta-feira (5), a PF abriu um inquérito para apurar o ocorrido.

O que leva um capitão do Exército apontar armas contra o regime que jurou servir?



A resposta não cabe em slogans. Ela atravessa quartéis, corredores abafados de repressão, selvas úmidas no interior paulista e o chão seco do sertão baiano. Ela passa pela disciplina militar, pela leitura política, pelo choque moral e pela convicção de que, sob uma ditadura, neutralidade se torna cumplicidade.

A história de Carlos Lamarca começa dentro da instituição que, anos depois, o transformaria em seu inimigo mais caçado.

Nascido no Rio de Janeiro, Lamarca seguiu a carreira militar com desempenho destacado. Era considerado um dos melhores atiradores de sua geração. Em 1962, integrou a missão de paz da ONU em Gaza. Ali, o contato direto com populações submetidas à pobreza extrema ampliou sua percepção sobre desigualdade e geopolítica. O mundo deixava de ser um mapa estratégico e se tornava um campo concreto de disputas por poder e sobrevivência.

Em 1969, já era capitão do 4º Regimento de Infantaria, em Quitaúna, Osasco. Instrutor de tiro, disciplinado, respeitado. Um quadro promissor.

O golpe de 31 de março de 1964 alterou o eixo da sua trajetória. Dentro das Forças Armadas havia oficiais e praças que defendiam o legalismo constitucional. O novo regime iniciou uma ampla depuração interna. Estima-se que mais de 6.500 militares foram punidos, reformados compulsoriamente ou expulsos por razões políticas. Sargentos, cabos e marinheiros figuravam entre os mais atingidos. A repressão atravessava as próprias fileiras.

O Ato Institucional nº 5, em 1968, consolidou o fechamento do sistema político. Prisões arbitrárias, suspensão de garantias constitucionais e institucionalização da tortura tornaram-se instrumentos de Estado. Lamarca, como oficial, tomou conhecimento direto desses métodos. O conflito deixou de ser apenas institucional e passou a ser moral.

Em janeiro de 1969, Lamarca executou uma ação que marcou sua transição definitiva. Organizou a retirada de 63 fuzis FAL e munições do quartel de Quitaúna e desertou. Não se tratou de um impulso. Ele já havia providenciado a saída da esposa, Maria Pavan, e dos filhos para Cuba, evitando que fossem usados como instrumento de pressão.

A deserção foi um ato estratégico e simbólico. Um capitão formado pelo Estado utilizava seu treinamento contra a própria engrenagem repressiva. Lamarca assumiu papel central na Vanguarda Popular Revolucionária e, posteriormente, no MR-8. Tornou-se o principal estrategista militar da oposição armada.

No Vale do Ribeira, em 1970, montou um núcleo de treinamento de guerrilha. O Exército mobilizou cerca de 2.500 homens, helicópteros e aviões para cercar um grupo de 17 militantes. Lamarca rompeu o cerco e conduziu seus homens pela mata fechada até a fuga completa. O episódio repercutiu profundamente na cúpula militar. A partir dali, sua captura tornou-se prioridade absoluta.

A radicalização consolidava-se como resposta direta ao fechamento das vias institucionais e ao emprego sistemático da tortura. Para Lamarca, a luta armada representava a única estratégia capaz de enfrentar um regime que operava com aparato militar total.

A vida na clandestinidade exigia disciplina permanente. Disfarces constantes, codinomes, deslocamentos entre “aparelhos” e comunicação fragmentada. A perseguição era conduzida por órgãos como DOI-CODI e SNI. A cada prisão sob tortura, aumentava o risco de rastreamento.

Sua relação com a psicóloga Iara Iavelberg inseriu dimensão afetiva em meio à guerra política. Iara teve papel intelectual ativo dentro dos movimentos. Em setembro de 1971, foi morta em Salvador durante ação de forças de segurança. Investigações posteriores demonstraram que não houve suicídio, como sustentou a versão oficial por décadas. A morte de Iara intensificou o isolamento de Lamarca.

Debilitado fisicamente e deslocado para o interior da Bahia, ele passou a depender de redes cada vez mais frágeis de apoio.

A caçada final recebeu o nome de Operação Pajussara. Coordenada pelo major Nilton Cerqueira, mobilizou aparato significativo de inteligência e tropas na região de Pintada, sertão baiano.

Em 17 de setembro de 1971, Lamarca e o militante Zequinha Barreto foram localizados. Ele estava exausto, com problemas gástricos crônicos e em repouso sob uma árvore quando foi surpreendido. Cercado e sem condições efetivas de defesa, foi morto a tiros. Zequinha também foi executado.

A operação tinha objetivo político claro: eliminar o símbolo mais visível da resistência armada oriunda do próprio Exército. A morte de Lamarca foi divulgada como neutralização de um desertor perigoso. Internamente, significou a eliminação de um dissidente que conhecia profundamente a estrutura militar.

Em 2014, a Comissão Nacional da Verdade dedicou volume específico às violações de direitos humanos sofridas por militares que resistiram ao regime. O reconhecimento institucional consolidou o entendimento de que a repressão atravessou também as próprias Forças Armadas.

Em 2007, a Comissão de Anistia concedeu a Lamarca a promoção post-mortem a coronel, com indenização à família. A decisão gerou intensa disputa judicial que percorreu tribunais superiores. A batalha jurídica tornou-se extensão simbólica do conflito travado décadas antes.

Lamarca permanece figura de tensão na memória nacional. Sua trajetória apresenta um arco fechado: oficial disciplinado, ruptura ética diante do autoritarismo, liderança armada, perseguição sistemática, execução e disputa posterior por reconhecimento histórico.

A história não simplifica suas escolhas. Ela as registra. E ao registrá-las, expõe a dimensão extrema a que um país chega quando transforma divergência em crime e transforma dissidência em alvo militar.

A trajetória de Lamarca ilumina esse ponto exato da história brasileira: quando a estrutura que deveria proteger a Constituição passou a combatê-la, alguns decidiram permanecer dentro da engrenagem. Outros escolheram enfrentá-la. Ele escolheu enfrentar.

Daniel Vorcaro é preso pela PF em nova fase da operação sobre Banco Master.



O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, voltou a ser preso nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal em São Paulo em uma investigação que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras. Procurada, a defesa dele ainda não se manifestou.

O cunhado dele, Fabiano Zettel, também era alvo de mandado de prisão e se entregou na Superintendência da PF. A defesa disse que "em que pese não ter tido acesso ao objeto das investigações, Fabiano está à inteira disposição das autoridades".

As prisões aconteceram como parte da terceira fase Operação Compliance Zero, que, segundo a PF, tem o objetivo de investigar a "possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa".

A medida foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em sua primeira ação como relator do caso, que assumiu no mês passado.

Segundo a PF, o esquema financeiro envolve a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação é uma referência à falta de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.

Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado ao tentar embarcar para a Europa em um avião particular que sairia do aeroporto de Guarulhos, na Grande SP. Para a PF, não havia dúvidas de que ele iria fugir do país.

Havia um mandado de prisão preventiva contra Vorcaro, que já foi levado para a Superintendência da PF na capital paulista.

Além de Vorcaro e Zettel, também há outros dois mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em São Paulo e Minas Gerais. As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil.

Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.

CPI - Vorcaro era aguardado para depor nesta quarta à CPI do Crime Organizado, em Brasília. No entanto, o dono do Banco Master já havia sinalizado que iria comparecer apenas à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

O ministro André Mendonça tinha decidido na terça-feira (3) que a ida dele à CPI seria facultativa.

Fonte: G1

RUTH ROCHA, ÍCONE DA LITERATURA INFANTIL, COMPLETA 95 ANOS.


No dia 2 de março de 1931, nascia em São Paulo Ruth Machado Lousada Rocha, uma das maiores referências da literatura infantojuvenil brasileira. Esta semana, a autora celebrou 95 anos de vida, com homenagens que vão de escolas e leitores a uma grande novidade: a escola de samba Mancha Verde anunciou que ela será o tema-enredo do Carnaval 2027, no Grupo de Acesso 1 de São Paulo.

O enredo "A palavra que ensina a criança a voar" celebra sua trajetória como educadora e contadora de histórias que transforma vidas.

Formada em Ciências Políticas e Sociais pela USP, Ruth atuou por cerca de 15 anos como orientadora educacional no Colégio Rio Branco, antes de se dedicar integralmente à escrita. Só aos 45 anos lançou seu primeiro livro, "Palavras, muitas palavras" (1976), inaugurando um estilo direto, coloquial e libertador que revolucionou a literatura infantil no país.

Seu maior sucesso, "Marcelo, Marmelo, Martelo e outras histórias", tornou-se best-seller com mais de 70 edições e milhões de exemplares vendidos. Outros clássicos como "O reizinho mandão" (na Lista de Honra do Hans Christian Andersen), "Nicolau tinha uma ideia" e "Romeu e Julieta" marcaram gerações, promovendo reflexão crítica, cidadania e o prazer da leitura — sem moralismos prontos.

Com mais de 200 títulos publicados, traduzidos para 25 idiomas e prêmios como o Jabuti e a Ordem do Mérito Cultural, Ruth Rocha não só escreveu livros: ajudou a construir o Brasil que lê, questiona e sonha desde a infância.

Incêndio atinge embaixada dos EUA em Riade após ataque de drones.


Um incêndio atingiu na madrugada desta terça-feira (3, data local) a embaixada americana na capital da Arábia Saudita após um ataque com dois drones, informou o Ministério da Defesa do reino.

"A embaixada americana em Riade foi atacada por dois drones, o que provocou um incêndio limitado e danos materiais menores no edifício", indicou um porta-voz do ministério saudita.

Uma fonte próxima ao Exército saudita disse, sob condição de anonimato para poder abordar este tema delicado, que sua defesa aérea interceptou quatro drones que tinham como alvo o bairro diplomático de Riade.

A representação de Washington pediu aos cidadãos americanos nas cidades de Riade, Jidá e Dhahran que permaneçam em locais seguros e "evitem comparecer à embaixada até segundo aviso, devido a um ataque contra o local".

DISTRIBUIÇÃO DESIGUAL DA POPULAÇÃO BRASILEIRA.


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Censo 2022), a população brasileira está distribuída de forma desigual entre as cinco regiões do país.

A Região Sudeste é a mais populosa, com 84.840.113 habitantes, concentrando grande parte das atividades econômicas e urbanas. Em seguida vem o Nordeste, com 54.658.515 habitantes, região de forte importância histórica e cultural.

A Região Sul possui 29.937.706 habitantes, enquanto o Norte (17.354.884) e o Centro-Oeste (16.289.538), apesar de terem grandes extensões territoriais, apresentam menores contingentes populacionais.

Essa distribuição revela as desigualdades regionais e o processo histórico de ocupação do território brasileiro.

Fonte: Geografia Oline.

Fazendeiro é preso suspeito de provocar incêndio em área de mata no Amazonas.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações começaram após denúncias de que proprietários de terras e fazendeiros estariam colocando fog...