EXEMPLO DE SUPERAÇÃO: Nunca é tarde para estudar.


Um porteiro de uma faculdade do Espírito Santo, Darlivan Caetano, de 64 anos, carrega uma história de superação, após ficar 30 anos sem estudar. De origem humilde, com sete filhos, Darlivan enfrentou diversas dificuldades enquanto crescia no Espírito Santo. No entanto, após superar vários traumas, começou a trabalhar como porteiro da Rede Doctum de ensino em 2007 e lá encontrou motivos para retomar os estudos.

Segundo o Metrópoles, ele finalizou a graduação no ano de 2017, com 59 anos de idade. Foi o primeiro entre seus irmãos e filhos a concluir o ensino superior. Hoje, o porteiro já se formou em mais de três pós-graduações e segue sonhando.

“Meu projeto é continuar estudando, me especializando e adquirir coisas melhores para a minha família. Meu sonho é trazer a felicidade e a estabilidade para meus netos, bisnetos e irmãos”, concluiu.

Defesa questiona delação e diz que Bolsonaro não agiu contra a democracia.


A defesa de Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (3) que o ex-presidente não atentou contra a democracia, não discutiu minuta golpista e não tem ligação com os atos violentos do 8 de Janeiro.

As declarações foram feitas pelos advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, durante a apresentação de alegações, no julgamento, na 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), do chamado "núcleo crucial" da trama golpista.

LIVRO DE MEMÓRIA DO CACIQUE RAONI.




Quando a Companhia das Letras anunciou o lançamento do livro de memórias do cacique Raoni Metuktire, muitos imaginaram que o trabalho se limitava a um registro de relatos de um dos mais célebres líderes indígenas do planeta. Mas, por trás das páginas, o processo foi um ritual de tradução cultural, política e espiritual conduzido pelos próprios netos do cacique — Paimu Muapep Trumai Txukarramãe, Patxon Mẽtyktire e Beptuk Metuktire.

Mais do que tradutores, eles foram mediadores entre dois mundos: o da língua mẽbêngôkre, carregada de ancestralidade, e o português, língua da sociedade envolvente. “Nosso avô é um museu de conhecimento”, afirmam logo no prefácio.

Na tradição Mẽbêngôkre, a palavra dos anciãos pertence às futuras gerações. Cabe aos netos ouvir, aprender e retransmitir. Foi exatamente o que ocorreu. As memórias de Raoni, registradas em entrevistas conduzidas em aldeias como Piaraçu e Mẽtyktire e em cidades de Mato Grosso, foram transcritas e traduzidas pacientemente pelos jovens.

O desafio era monumental: como traduzir termos de parentesco, cantos ancestrais e conceitos que não encontram equivalentes diretos no português? Muitas vezes, a equipe ouvia e reouvia gravações. Outras vezes, precisavam consultar anciãos para identificar de quem Raoni estava falando. “Era como se o cacique tivesse aberto o pensamento do nosso povo para o mundo, e nossa tarefa fosse traduzir esse pensamento”, relatam.

A experiência ultrapassou o campo acadêmico. Durante uma revisão, enquanto liam o trecho em que Raoni lembrava a picada de uma cobra, serpentes surgiram em torno da casa onde trabalhavam, em Teresópolis. Em outra ocasião, um dos netos, Patxon, adoeceu após revisar passagens sobre doenças. Para eles, não eram coincidências, mas manifestações do poder da narrativa do avô, profundamente conectada com a espiritualidade.

O processo envolveu também pesquisa documental, confronto de versões históricas e a colaboração do antropólogo Fernando, chamado por eles de “ikamy”, irmão. A rede de parentesco se expandiu: outros netos e netas participaram das entrevistas, da tradução, da gravação de áudios e vídeos e do mapeamento dos territórios mencionados por Raoni.

Essa multiplicidade de vozes garantiu não apenas a fidelidade ao pensamento do cacique, mas também a adaptação necessária para que o leitor não indígena pudesse compreender as memórias. Foi preciso transformar “akwàtyj”, termo que em português pode ser tia, avó ou bisavó, em uma versão inteligível para o público. Cantos de vitória, de chegada, de cura ou de orientação — cada um com seu peso espiritual — também ganharam forma escrita.

“Quando você ouve Raoni, você fica forte, por isso este livro nos fortalece”, afirmam os netos. Mais que uma autobiografia, a obra é um ato político e espiritual: revela a trajetória de um líder que viveu entre a aldeia e o mundo globalizado, que se tornou símbolo da defesa da floresta e da luta indígena.

Ao final, a mensagem de Raoni ecoa como convocação: lutar pela terra, pela floresta, pela memória e pela paz. “Façam como eu, partam para sua missão, cumpram a sua missão e depois voltem para casa. Nunca se esqueçam da nossa origem.”

Publicar as memórias de Raoni é mais do que registrar a vida de um homem. É abrir caminho para que gerações — indígenas e não indígenas — possam se nutrir de sua visão. Um gesto coletivo, feito por netos que não apenas traduziram o avô, mas reinventaram a tradição oral como livro, sem perder a força da palavra.

Por: João Guató.

SUPERAÇÃO: Morador de rua se forma em direito.



Por cinco anos, João Victor da Silva viveu nas ruas da Rodoviária do Plano Piloto, em Brasília. Sem família por perto, enfrentando a fome, o frio e a solidão, ele usava caixas de papelão como cama e livros achados no lixo como abrigo para a mente. Mesmo diante das dificuldades, nunca deixou de sonhar. Durante as madrugadas, estudava com a luz dos postes e, quando podia, frequentava a biblioteca pública. Foi assim que começou sua caminhada rumo à faculdade.

Com a ajuda de voluntários e programas sociais, João conseguiu se inscrever no Enem e foi aprovado para o curso de Direito em uma universidade particular com bolsa integral. Anos depois, com o diploma na mão, ele se tornou um exemplo de superação e resiliência. Hoje, João quer atuar como defensor público e ajudar pessoas que, assim como ele, viveram à margem. Sua história inspira não só Brasília, mas o Brasil inteiro.

JURUÁ: O rio mais sinuoso do mundo.


O Rio Juruá, localizado na bacia amazônica, é considerado o rio mais sinuoso* do mundo. Com suas curvas acentuadas, chamadas de meandros, formadas por sua passagem pela extensa planície aluvial, ele percorre o Peru e o Brasil, desaguando no Rio Amazonas.

O Rio Juruá é um grande afluente do Rio Amazonas, conhecido por sua extrema sinuosidade e por atravessar uma vasta área da Amazônia brasileira. Nasce na região dos Andes peruanos e deságua no Rio Amazonas (Solimões), formando uma extensa planície aluvial com inúmeros lagos e meandros. Ele tem um papel fundamental para a vida ribeirinha, servindo como hidrovia e fonte de sustento para milhares de pessoas na região.

*A sinuosidade fluvial é um termo utilizado para descrever a curvatura de um rio ou curso d'água. Ela se refere à forma como o rio se move e serpenteia em seu leito, criando curvas e meandros ao longo do seu percurso.

Maior ilha do Brasil abriga mais de 500 mil pessoas.


A Ilha de Marajó, localizada no estuário do Rio Amazonas, no Pará, é reconhecida como a maior ilha fluviomarinha do mundo. Com cerca de 500 mil habitantes, a ilha é um testemunho vivo da rica cultura marajoara e da diversidade biológica.

Os povos indígenas que habitavam a região desenvolveram uma tradição cultural marcada pela cerâmica intricada, que resiste até hoje nas mãos de hábeis artesãos.

A Cultura Viva da Ilha de Marajó

O artesanato em cerâmica de Marajó, legado dos povos ancestrais, é um exemplo marcante de sua história viva. Hoje, esses artefatos não apenas decoram, mas contam histórias, perpetuando a memória dos primeiros habitantes da ilha.

Além disso, a tradição musical se mantém forte com a realização de eventos culturais que atraem público de todo o Brasil, como os festivais que celebram a música e a arte locais.

Natureza e Economia: Um Equilíbrio Necessário

A Ilha de Marajó exibe uma biodiversidade impressionante em seus campos verdes, florestas e mangues. Búfalos e cavalos marajoaras são elementos essenciais tanto na economia quanto na identidade cultural da ilha.

Esse ambiente não só sustenta uma vida selvagem rica, mas também impulsiona o turismo, uma indústria em crescimento que promove e preserva os estilos de vida genuínos da ilha.

Fonte: https://correiodoestado.com.br/mix/maior-ilha-do-brasil-abriga-mais-de-500-mil-pessoas/

Localizado antigo vulcão na Amazônia.


Um achado surpreendente revelou que o vulcão mais antigo do mundo está em território brasileiro. Batizado de “Vulcão Amazonas”, o conjunto de antigas caldeiras vulcânicas localizado entre os rios Tapajós e Jamanxim, no Pará, remonta a cerca de 1,9 bilhão de anos, com estruturas que chegaram a atingir 22 km de diâmetro e 400 m de altura durante sua fase ativa. Essas formações surgiram na era Paleoproterozoica, em decorrência de processos tectônicos profundos, e colaboraram tanto para a formação geológica da região quanto para o enriquecimento mineral, com depósitos de ouro, cobre e outros elementos. A descoberta trouxe à tona um passado vulcânico amazônico impressionante, que permaneceu preservado sob a densa floresta por bilhões de anos.

TURISMO EM BAIXA NOS EUA PODE GERAR PREJUÍZO DE 12,5 BILHÕES DE DÓLARES.


O número de turistas em Nova York e em todo os Estados Unidos tem apresentado uma queda, mesmo durante o período de alta temporada.

Durante o verão no hemisfério norte, que corresponde às férias escolares nos EUA e em outras partes do mundo, a expectativa era de uma Nova York lotada. No entanto, locais tradicionalmente cheios, como restaurantes, o Museu de História Natural e a loja de brinquedos FAO Schwarz, não registraram as longas filas habituais.

A observação empírica é respaldada por estatísticas que apontam para um cenário preocupante para o setor de turismo americano.

Previsão de Perda: Estima-se uma perda de 12,5 bilhões de dólares em gastos de visitantes estrangeiros até 2025.

Redução de Visitantes: A projeção indica uma queda de 8,2% nas chegadas internacionais com pernoite.

Contramão Mundial: Os Estados Unidos são um dos únicos países a não registrar crescimento no setor, enquanto 184 outras nações apresentam aumento no número de turistas.

Fonte: Reuters/Adam Gray

O HOMEM MAIS RICO QUE O BILL GATES.



Alguém perguntou ao homem mais rico do mundo, Bill Gates: "Há alguém mais rico do que você no mundo?"

Bill Gates respondeu: "Sim, há uma pessoa que é mais rica do que eu". Depois contou uma história.

Foi durante o tempo em que eu não era rico nem famoso. Eu estava no aeroporto de Nova York quando vi um vendedor de jornais. Eu queria comprar um jornal, e ao tê-lo nas minhas mãos descobri que não tinha moedas suficientes. Então, deixei de lado a ideia de comprar e devolvi o jornal ao vendedor. Eu disse-lhe que não tinha a moedas. O vendedor disse: "eu estou te dando isso de graça". Diante da sua insistência, levei o jornal.

Casualmente, depois de 2 a 3 MESES, aterrizei no mesmo aeroporto e novamente me faltavam moedas para comprar um jornal. O vendedor ofereceu-me o jornal de graça novamente. Eu recusei e disse-lhe que não podia aceitá-lo porque nessa ocasião também não tinha nenhum tostão. Ele disse: "você pode levá-lo, estou compartilhando isso dos meus ganhos, não estarei perdendo". peguei o jornal.

Depois de 19 anos eu me tornei famoso e conhecido pelas pessoas. De repente, lembrei-me desse vendedor. Comecei a procurá-lo e depois de aproximadamente 1 mês e meio de busca eu encontrei.

Eu perguntei a ele: " você me conhece?"  Ele disse: "Sim, você é Bill Gates".
Perguntei-lhe de novo: " Lembra-te uma vez que me deste o jornal grátis?"
O vendedor disse: "Sim, eu lembro-me, te dei duas vezes".

Eu disse-lhe :" eu quero pagar a ajuda que você me deu essas duas vezes. O que você quiser na sua vida, diga-me, eu dou ".

O vendedor disse: " Senhor Bill Gates, acredite que ao fazer isso não poderá igualar a minha ajuda?" Eu perguntei por quê?"

Ele disse: " Eu te ajudei quando eu era um pobre vendedor de jornais e agora você está tentando me ajudar quando você se tornou o homem mais rico do mundo. Como pode sua ajuda igualar a minha?"

Nesse dia, percebi que o vendedor de jornais era mais rico do que eu, porque ele não esperou se tornar rico para ajudar alguém.

As pessoas precisam entender que os verdadeiramente ricos são aqueles que possuem um coração rico, em vez de muito dinheiro. É realmente importante ter um coração rico para ajudar os outros.

Condenda pelo STF por vandalismo no dia 8 de janeiro é presa ao chegar no Brasil.


Uma mulher condenada pelos atos criminosos de 8 de janeiro de 2023 foi presa nesta quinta-feira (28) em Minas Gerais, depois de ser deportada dos Estados Unidos. A detenção ocorreu no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, logo após a chegada de um voo com brasileiros deportados.

A foragida é Rosana Maciel Gomes, de 52 anos, condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 14 anos de prisão.

As acusações incluem golpe de Estado, associação criminosa, dano ao patrimônio público, dano ao patrimônio tombado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Após o desembarque, ela foi encaminhada para uma penitenciária em Belo Horizonte.

Rosana havia deixado o Brasil em janeiro de 2024, um dia depois da posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. Desde então, era considerada foragida pela Justiça brasileira. A prisão ocorreu quando ela tentou entrar ilegalmente no estado do Texas, pela fronteira com o México.

A deportação representa mais um capítulo no esforço das autoridades brasileiras para localizar e responsabilizar os envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília. Na ocasião, milhares de pessoas invadiram e depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal.

Com a prisão de Rosana Maciel, a Justiça reforça o recado de que os condenados pelos atos de 8 de janeiro continuarão a ser responsabilizados, independentemente de tentativas de fuga ou de permanência no exterior. O caso também evidencia a cooperação internacional em torno da extradição e deportação de envolvidos nos crimes que atentaram contra a democracia brasileira.

Fonte: Rádio Bandeirante,

Eleições nos EUA: americanos descontentes com Trump.

Há um fluxo constante de eleitores chegando a um ponto de votação em Anchorage, no Alasca. A disputa para o Senado no Estado está acirrada, ...