Zé Ricardo aponta contradições do vereador da extrema-direita.


Do partido do presidente Jair Messias Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado, o vereador Coronel Rosses (PL) acusa o governo de Luiz Inácio Lula da Silva de impor uma ditadura no país. A declaração foi contestada por Zé Ricardo (PT), que afirmou não compreender como o parlamentar pode, simultaneamente, defender a ditadura militar, apoiar a dosimetria que reduz penas de condenados e, ainda assim, posicionar-se contra uma suposta “ditadura”.

Zé Ricardo (PT) questionou Rosses se matar uma autoridade era correto e que, biblicamente, as autoridade são instituídas por Deus, mas que no golpe defendido pela direita, incluía o assassinato de Lula e outras autoridades.

“O Lula nem estaria vivo se o golpe de estado tivesse dado certo. Interessante como essa turma da direita adora um golpe de estado, porque o plano deles, demonstrado pela Polícia Federal, era assassinar o presidente, assassinar o vice Alckmin, ministro do Supremo. Era isso que queriam fazer e talvez eu nem estivesse vivo aqui, podendo falar. Talvez tivesse uma perseguição total no Brasil, talvez até maior do que a ditadura que eles defendem, a ditadura militar, que durou 21 anos”, afirmou o vereador ao apontar incoerência no discurso de acusação de que o país vive uma ditadura, mas que essa era uma das bandeiras defendidas pela direita.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Zé Ricardo aponta contradições do vereador da extrema-direita.

Do partido do presidente Jair Messias Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado, o vereador Coronel Rosses (PL) acusa o governo ...