domingo, 5 de fevereiro de 2017

Vítima de perseguição implacável e sem provas.


Em nota pública, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), entidade que congrega médicos, pesquisadores, cientistas e outros atores ligados à Saúde Pública no país, manifestou "tristeza" pela morte prematura de dona Marisa Letícia e "constrangimento": "morreu após uma cruel e ininterrupta campanha de difamação e calúnia(..). A nota, impactante do seu início ao fim, é assinada pelo presidente da entidade, Ronald Ferreira dos Santos, presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Leia na íntegra.


ADEUS, DONA MARISA

A morte de Marisa Letícia Lula da Silva nos entristece e nos constrange.

A tristeza tem sua origem na interrupção precoce de uma vida dedicada às causas populares, à construção de uma sociedade democrática e solidária, à luta, ao lado do marido, Luiz Inácio Lula da Silva, por um Brasil melhor e mais feliz.

O constrangimento diz respeito às circunstâncias: Dona Marisa, uma mulher simples, honesta, uma primeira-dama discreta e que representava o Brasil de todos, morreu após uma cruel e ininterrupta campanha de difamação e calúnia contra ela, o marido e os filhos - sem que uma única prova material tenha sido apresentada ao País.

Nós, do Conselho Nacional de Saúde, desejamos em vontade, preces e orações, que a história de vida de Dona Marisa e, agora, sua memória sirvam de exemplo e lição sobre as tristes consequências da luta política sem regras, sem escrúpulos, sem humanidade.

Desejamos ao ex-presidente Lula e sua família que superem esse momento de luto e sigam em frente, com dignidade e disposição para a luta.

Ronald Ferreira dos Santos, presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS)