MAIS UMA BOMBA: Virgindade era negociada no Amazonas.


Fantástico investiga casos de exploração sexual de menores no Amazonas.
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Depois das acusações de pedofilia contra o prefeito de Coari, no Amazonas, os repórteres do Fantástico voltaram à região para investigar outros casos de exploração sexual de menores.

Meninas de 13 e 14 anos foram seduzidas e levadas à prostituição. A virgindade era negociada.

Vejam a chamada do programa de hoje:
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/03/fantastico-investiga-casos-de-exploracao-sexual-de-menores-no-am.html

Amapá corrige para 11 o número de desaparecidos após rompimento de barragem

11 pessoas estão desaparecidas por causa de um rompimento na barragem da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jarí

A Secretaria de Comunicação do governo do Amapá corrigiu no início da noite de hoje (29) a informação de que 11 pessoas desapareceram por causa de um rompimento na barragem da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari (AP). Segundo a secretaria, há quatro desaparecidos.

O acidente ocorreu por volta das 3h da manhã deste sábado, causado, segundo as primeiras informações, pelo rompimento de uma braçadeira da parte de uma barragem de desvio do rio. O barranco cedeu sobre um guindaste e não atingiu moradias, pois trata-se de uma barragem secundária, distante das vilas.

O Corpo de Bombeiros da 7ª Companhia, com base em Laranjal do Jarí, fez o atendimento e equipes de mergulhadores de Macapá foram enviadas para ajudar nas buscas dos trabalhadores desaparecidos.

Segundo nota do governo do estado, todas as providências relativas à segurança já foram tomadas e somente após realizada a perícia pela Polícia Técnico-Científica do Amapá e pelo Corpo de Bombeiros será possível afirmar as causas do acidente.

Manifesto exige punição de militares pelas mortes de dois mil índios em Golpe Militar

Debate realizado na Ufam discutiu as consequências do autoritarismo promovido durante a ditadura militar na Amazônia

Responsabilização dos autores de crimes contra indígenas é um dos itens do documento que será enviado à Comissão da Verdade. Debate “Amazônia contra o autoritarismo: 50 anos depois” ocorreu sexta-feira (28), na Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Representantes de organizações da sociedade civil, dos ministérios públicos Federal (MPF-AM e do Trabalho (MPT-AM), do Comitê do Direito à Verdade, Memória e Justiça do Amazonas, lideranças indígenas e partidos políticos, exigem a responsabilização dos homicídios cometidos pelos militares com mais de 2 mil índios na Amazônia durante o Golpe Militar de 1964.

No debate “Amazônia contra o autoritarismo: 50 anos depois”, realizado sexta-feira (28) no auditório da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), os representantes das entidades assinaram um manifesto contra o autoritarismo instalado pela ditadura militar. A responsabilização dos mandantes e executores dos crimes cometidos contra os indígenas é um dos cinco itens exigidos pelo manifesto.

Os outros itens são o imediato cumprimento da decisão da Corte Interamericana de Diretos Humanos (CIDH) no caso Araguaia e reinterpretação da Lei da Anistia; a localização e identificação dos corpos dos desaparecidos políticos e esclarecimento das circunstâncias e dos responsáveis por suas mortes; a identificação e punição dos torturadores, estupradores, assassinos, mandantes, financiadores e daqueles que ocultaram cadáveres; e a desmilitarização das polícias e rompimento do ciclo de violência perpetuado pelas corporações.

Herança

O coordenador de pesquisa do comitê estadual, o missionário Egydio Schwade, destacou como exemplo do “patrimônio eternizado” da ditadura, a grilagem de terras. “Muitos empresários e entidades financiaram diretamente as Forças Armadas e ainda hoje estão na elite econômica, e em troca obtiveram a grilagem de terras que vem deixando marcas destrutivas na Amazônia”, disse Schwade.

O manifesto “Autoritarismo nunca mais: Golpe Militar 50 anos depois” será encaminhada no dia 31 de março para a Comissão Nacional da Verdade.

Impunidade

“Muito pouco se discute, como se não tivesse existido ditadura militar na Amazônia”, disse o procurador da República, Júlio Araujo Junior, durante o debate “Amazônia contra o autoritarismo: 50 anos depois”. Ele ressaltou que o papel do Ministério Público Federal (MPF-AM) é garantir os direitos dos povos e comunidades tradicionais, como índios, quilombolas, comunidades extrativistas e ribeirinhas.

Procurador Júlio Araújo lembra que papel do MPF é garantir direitos dos povos da floresta
“O que nós discutimos aqui tem muito de atual, mesmo pouco se falando de ditadura na Amazônia, como se ela não tivesse existido por aqui. Mas as violações, as motivações e os desafios enfrentados pelo MPF são reais, pois as violações praticadas na ditadura perduraram no tempo com impactos e consequências”, afirmou Julio.

Para o procurador do MPF, os militares sempre enxergaram a Amazônia como um lugar estratégico, um projeto de soberania nacional e de integração.

“E estudando um pouco a situação da Transamazônica, projetada durante o governo do presidente Emílio Garrastazu Médici, sendo uma das chamadas “obras faraônicas” devido às suas proporções gigantescas, realizadas pelo regime militar, podemos verificar o discurso utilizado por eles, como se a região fosse uma terra sem homens, e que esses povos não eram contemplados e que não havia nenhuma perspectiva de dialogar com eles, e neste momento começam a violação de alguns direitos adquiridos pelos indígenas, como, o uso da terra”, lembrou.

“O grande objetivo do nosso encontro é, além de lembrar os 50 anos do Golpe Militar e resistir para que essas violações dos direitos humanos nunca mais aconteçam, também ouvir as comunidades tradicionais da Amazônia, estudantes, pesquisadores, professores, para que possamos discutir os direitos dos cidadãos que, ainda hoje, em pleno período democrático, são desrespeitados como herança do autoritarismo da ditadura militar na Amazônia”, disse.

Para o Procurador do Trabalho, Renan Bernardi Kalil, lembrar da ditadura militar não é sinônimo de não esquecer o que houve nos “anos de chumbo”, e sim de avançar em ações de garantam a execução plena dos direitos do povo. “É importante não voltarmos a passar nem perto de uma situação como a ditadura militar, e não podemos esquecer ou deixar de homenagear a proeminência das ações dos movimentos sindicais na luta pela garantia dos direitos trabalhistas, e que influenciaram na redemocratização do país”, destacou Kalil.

O antropólogo e professor da Ufam Alfredo Wagner lembrou que “ano que vem estaremos no 30° ano de uma experiência democrática”. “Isso nos obriga a repensar essa estrutura autoritária que às vezes tem uma continuidade na sociedade brasileira. E essa estrutura não esta só no período ditatorial militar. Está bem presente no período que vivemos, dito como democrático”, falou Wagner.

Mais de 70 mil pessoas foram presas e perseguidas durante a ditadura militar. No encontro de ontem, de forma coletiva, foram lembrados, em especial, os indígenas assassinados pela ditadura, em memória e homenagem às vidas e lutas destes.

Fonte: http://acritica.uol.com.br/amazonia/Manifesto-punicao-militares-Golpe-Militar-amazonia-manaus-indigenas_0_1110488957.html

IML confirma 14 nomes de vítimas de acidente de trânsito de Manaus

Ainda faltam seis corpos serem identificados pelos familiares.

O Instituto Médico Legal confirmou 14 nomes de vítimas do acidente de trânsito ocorrido na noite desta sexta (28), na Avenida Djalma Batista, zona centro-sul de Manaus. O choque entre o caminhão e o micro-ônibus provocou 15 mortes, incluindo a de um bebê que estava na barriga de Gabriella Telo Messias, grávida de seis meses. 

Lista de vítimas fatais do acidente:

1 - Rosangela Cardoso Costa, 39
2 - Robert da Cunha Moraes, 26
3 - Adriane da Silva Fernandes, 20
4 - Lincoln Oliveira de Souza, 21
5 - Homem aproximadamente 30 a 35 anos - suposto Ricardo Oliveira, conforme IML
6 - Ozaias Costa de Almeida
7 - Quézia Guedes de Souza , 24
8 - Clarice Gomes Pires, 58
9 - Luis Miguel Guedes de Souza, 1 ano e 6 meses
10 - João Jorge Duarte Pires, 56
11 - Carlos Alberto da Silva Silveira, 50
12 - Gabriela Teles Messias, 26
13 - Tânia Mara da Rocha, 50
14 - Sebastião Alves de Araújo, 50

Acidente

Um caminhão de carga com areia perdeu o controle, entrou na contramão e se chocou contra um micro-ônibus na Avenida Djalma Batista, no sentido centro-bairro, próximo à Universidade Paulista (Unip), na zona centro-sul de Manaus. O acidente aconteceu por volta das 20h.

Dentro do micro-ônibus da linha 825 (sentido Bairro da Paz), de placas NOR-0286, bombeiros resgataram pelo menos 19 pessoas para diferentes hospitais de Manaus. A assessoria do Instituto Médico Legal confirmou, até agora, 15 vítimas fatais, incluindo a de um bebê que estava na barriga de Gabriella Telo Messias, grávida de seis meses.

Luto

O prefeito de Manaus em exercício, Hissa Abrahão, decretou luto oficial de três dias por causa do acidente de trânsito na noite desta sexta (28), na Avenida Djalma Batista, zona centro-sul de Manaus. 

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, estava em São Paulo, onde se preparava para ir a Suíça se encontrar com o presidente da Fifa, Joseph Blatter, para discutir assuntos relacionados a Copa do Mundo. Ele já anunciou que volta a Manaus ainda na madrugada deste sábado e mobilizou os secretários municipais para o local do acidente.

Fonte: http://www.d24am.com/noticias/amazonas/iml-confirma-14-nomes-de-vitimas-de-acidente-de-transito-de-manaus/109182

Lista de vítima do acidente divulgada pelo Pronto-Socorro 28 de Agosto

Pronto-socorro 28 de Agosto divulgou lista de vítimas de acidente de trânsito em Manaus.

1. Jéssica Lourdes de Aguiar Gonçalves - 20 anos, avaliada estável e encaminhada ao Pronto-Socorro João Lúcio para avaliação e conduta neurocirúrgica.
 
2. Maria Tereza da Silva Gonçalves - 70 anos, com trauma na face, avaliada pela oftalmologia, lúcida, orientada e encaminhada ao Pronto-Socorro João Lúcio para avaliação neurocirúrgica. 

3. José Honorato Pinheiro - 34 anos, avaliado pela ortopedia e cirurgia, está em observação. 

4. Francisco José da Silva Ferreira - 28 anos, prestado os cuidados de emergência, lúcido, estável, foi de alta após avaliação cirúrgia e ortopédica. 

5. Tânia Maria da Rocha - vítima chegou ao hospital já em óbito (família não reconheceu a vítima). 

6. Antonio Wilson da Silva - 55 anos, atendido na sala de emergência, encontra-se estável e em observação. 

7. Juscelino Pantoja de Oliveira - 47 anos, lúcido, estável, alta hospitalar após avaliação. 

8. Domingos Messias de Souza - 60 anos, com múltiplas lesões, diagnosticado com traumatismo crânio-encefálico, fratura de crânio, encaminhado ao Pronto-Socorro João Lúcio para avaliação e conduta neuro-cirúrgica. 

9. Raimundo Nogueira dos Santos - 46 anos, com lesão na face, edema e otorragia esquerda. Encaminhado ao Pronto-Socorro João Lúcio para avaliação e conduta neurocirúrgica. 

10. Gabriela Telo Messias - 25 anos, em parada cardiorrespiratória (constatado óbito), tentando parto pela equipe da Samu sem sucesso. Criança nasceu em óbito.

Acidente entre caçamba e micro-ônibus deixa pelo menos 14 mortos na av. Djalma Batista

Choque entre veículos foi de frente

O caminhão vinha em alta velocidade e colidou de frente com o micro-ônibus da linha 825 (Centro/Bairro da Paz). Pelo menos 14 vítimas fatais e 20 sobreviventes foram confirmados.

Um grave acidente envolvendo uma caçamba e um micro-ônibus deixou 14 vítimas fatais e 20 feridos confirmados, por volta das 20h desta sexta-feira (28), na avenida Djalma Batista, Zona Centro-Sul da capital, ao lado do viaduto Ayrton Senna.

O caminhão de cor branca e placas OAJ-8863, que prestava serviços terceirizados para a Prefeitura de Manaus e vinha no sentido bairro/Centro, colidiu de frente com microônibus da linha 825 (Bairro da Paz) e placas NOL-0286, que vinha no sentido Centro/bairro.

Conforme a frentista Tatiana Faray, 35, o motorista do caminhão caçamba perdeu o controle do veículo, ultrapassou o meio-fio de aproximadamente 1 metro de altura e invadiu a pista contrária, colidindo de frente com o microônibus.

"Estávamos aqui no posto e vimos tudo. O ônibus estava normal, indo em 40 km/h. A caçamba que veio de lá e bateu de frente. Tinha uma grávida que morreu na hora. Outro foi cuspido para fora, já morto, e um outro homem conseguiu pular e se salvar", disse Faray.

Segundo testemunhas do acidente, o caminhão caçamba estava vindo em alta velocidade desde a avenida Torquato Tapajós, e perseguia um veículo menor, um modelo S-10 não identificado. O motorista da S-10 teria conseguido se desvencilhar da caçamba e ganhado metros depois.

“Quando aconteceu o acidente, esse motorista da S-10 parou mais na frente e saiu do carro gritando, acusando o motorista da caçamba. ‘Esse cara está doido, ele quer me matar’”, contou o eletricista Pablo Pessoa, 23, que saía da faculdade Unip e presenciou o fato.

Vítimas

O número de 14 vítimas fatais foi confirmado pela Polícia Civil e o Instituto Médico Legal (IML) recolhia os corpos. Entre os mortos estavam o motorista do microônibus, Robert da Cunha Moraes, 27, que trabalhava prestando serviços terceirizados para a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf).

Uma criança e uma mulher grávida de seis meses também morreram. Os técnicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda tentaram fazer o parto da da grávida, mas sem sucesso.

O coordenador do Samu, Enzo Monteiro, informou que oito sobreviventes foram levados para o Hospital e Pronto Socorro (HPS) 28 de Agosto; oito para o HPS João Lúcio e quatro para Serviços de Pronto Atendimento (SPA) das redondezas.

O comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Antônio Dias, informou que o número de vítimas fatais pode aumentar e os trabalhos de socorro aos envolvidos continuaram pela noite. Um caminhão guincho ainda se preparava para separar o caminhão caçamba do microônibus.

As causas reais do acidente serão investigadas pelo 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e pela Delegacia Especializada em Acidentes de Trânsito (Deat). Peritos do Instituto de Criminalística estavam, ontem, marcas na pista e coletaram vestígios da colisão.

Fonte: http://acritica.uol.com.br/noticias/Colisao-microonibus-Avenida-Djalma-Batista_0_1109889046.html

José Ricardo cobrou mais uma vez a criação de um Conselho de Transparência e Controle Social da ALE


O deputado José Ricardo cobrou mais uma vez a criação de um Conselho de Transparência e Controle Social da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE), na Casa, para que haja a possibilidade dos deputados fiscalizarem e participarem, juntos à presidência, das decisões quanto a destinação dos recursos do Poder Legislativo. O parlamentar destacou que a proposta visa resguardar a credibilidade da instituição perante a sociedade da qual é representante.

“Vamos dar esse passo. Acredito que Assembleia tem todas as condições para discutirmos melhor o que vai ser feito com esse recurso. O recurso não é do presidente e nem dos deputados, mas pertence à população, então, nada mais justo do que discutir isso com todos”, expôs. 

Ele destacou que, os meios de comunicação, volta e meia, publicam matérias referentes aos gastos exacerbados da ALE, o que prejudica a imagem da Casa como um todo, a exemplo do que ocorreu com a obra do edifício-garagem executada na gestão anterior, do deputado Ricardo Nicolau (PSD). À época, os membros da mesa diretora, afirmavam desconhecer os investimentos feitos nesta obra, na ordem de R$6 milhões. 

Recentemente a imprensa divulgou notícias questionando o contrato firmado entre a ALE e duas empresas publicidade, na ordem de R$6 milhões, e uma outra, sobre a contratação de empresa especializada em prestação de serviços de locação de aeronave, de mesmo valor. 

Fonte: Assessoria de Comunicação

7 COISAS DA IGREJA CATÓLICA QUE TENTAM ESCONDER DE VOCÊ - Por Fábio Castro


Como o Brasil, onde a estrutura da Igreja Católica forma uma das maiores bases sociais para a população, é preciso que todos nós saibamos qual o tamanho dessa Igreja para que possamos ajudá-la em sua missão e propagação do Evangelho. Formada por homens e mulheres; jovens e idosos; religiosos e religiosas; leigos e leigas, a Igreja Católica é a maior instituição benfeitora e promotora de caridade do Brasil, alimentando quem tem fome e tratando quem procura por seus hospitais. Ninguém distribui mais alimentos do que sua gente, o povo de Deus!

Portanto, há sete pontos em que a Igreja Católica Apostólica Romana é insuperável no Brasil:

#Verdade 1: Maior instituição de caridade do planeta;
#Verdade 2: A instituição que mais distribui alimentos;
#Verdade 3: Maios mantenedora de bolsas para a educação;
#Verdade 4: Melhor programa de combate a mortalidade infantil;
#Verdade 5: Mais de 300 mil projetos sociais;
#Verdade 6: Quem mais presta assistência aos idosos;
#Verdade 7: Única instituição presente em todos os municípios do Brasil.

Educa mais alunos que qualquer outra instituição de ensino desse país, como as crianças em suas creches e os idosos em seus lares de convivência. Ninguém distribui mais bolsas para a educação do que seus colégios e faculdades com mais de 2 milhões de alunos. Por isso, está presentes em todos os municípios do Brasil levando amor, unidade e esperança para todas as pessoas de fé, de todas as raças, guiados pela Boa Nova da verdade e da paz, sempre na defesa do bem e da dignidade da pessoa humana e firmes no propósito de evangelizar, como nos ordenou Jesus.

Acolhe milhões de pessoas em suas casas, trazidas pela fé que anima essa Igreja. Seus carismas são inspirados pelo Espírito Santo e estão presentes em mais de duzentas mil comunidades pregando o Evangelho, sob a intercessão e proteção de Maria, nossa Mãe e Mãe de todos os povos. Todos!

São mais de 130 milhões unidos em uma só família: a Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil. Este é o sinal que nos faz criar laços de comunhão fraterna, favorecendo uma Igreja presente e atuante em nossos tempos. E todos devem conhecer e colaborar com isso. É um compromisso de solidariedade e fraternidade com os nossos irmão e irmãs em Cristo!

Por isso, como batizados, somos convidados a favorecer cada vez mais o bem comum e colaborar com essa Igreja que precisa da sua ajuda, sempre. Lembre-se que há mais de 500 anos essa Igreja evangeliza o Brasil, guiada pela sua profissão de fé em Cristo Jesus. Suas missões estão nos quatro cantos do país e do mundo. Enquanto todos já se esqueceram do Haiti, seus missionários e suas missionárias permanecem por lá ajudando quem necessita, sob o Evangelho de Jesus Cristo.

Fonte: http://materecclesiauna.wordpress.com/2014/03/11/7-coisas-da-igreja-catolica-que-tentam-esconder-de-voce/

MPF/AM e Comitê da Verdade promovem debate sobre autoritarismo na Amazônia

Dois mil índios waimiri-atroari contrários à rodovia desapareceram durante regime militar no Brasil
Dois mil índios waimiri-atroari contrários à rodovia desapareceram durante regime militar no Brasil.
O evento se propõe a discutir a situação de povos da Amazônia frente aos empreendimentos e modelos vigentes, no passado e no presente.

Em parceria com o Comitê da Verdade no Amazonas, o Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) vai realizar, na próxima sexta-feira (28), o evento "Amazônia contra o autoritarismo: 50 anos depois", como parte das atividades do projeto MPF em Movimento. Às vésperas do aniversário do golpe militar de 1º de abril de 1964, o evento se propõe a discutir a situação de povos da Amazônia frente aos empreendimentos e modelos vigentes, no passado e no presente.

O debate será realizado a partir das 9h, no auditório Rio Solimões, localizado no Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), setor norte do campus. A mesa de convidados contará com a participação do antropólogo e professor da Ufam Alfredo Wagner, da liderança indígena Ivanildo Tenharim, do procurador da República Julio Araujo e do procurador do Trabalho Renan Bernardi Kalil. Após a exposição da mesa, haverá espaço para debate.

Em parceria com o Comitê da Verdade no Amazonas, o Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) vai realizar, na próxima sexta-feira (28), o evento "Amazônia contra o autoritarismo: 50 anos depois", como parte das atividades do projeto MPF em Movimento. Às vésperas do aniversário do golpe militar de 1º de abril de 1964, o evento se propõe a discutir a situação de povos da Amazônia frente aos empreendimentos e modelos vigentes, no passado e no presente. 

O debate será realizado a partir das 9h, no auditório Rio Solimões, localizado no Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), setor norte do campus. A mesa de convidados contará com a participação do antropólogo e professor da Ufam Alfredo Wagner, da liderança indígena Ivanildo Tenharim, do procurador da República Julio Araujo e do procurador do Trabalho Renan Bernardi Kalil. Após a exposição da mesa, haverá espaço para debates e propostas de atuação conjunta.

Representantes de todos os movimentos sociais atuantes em Manaus e na região metropolitana podem participar do evento. Para confirmar a participação basta enviar e-mail para o endereço eletrônico mpfemmovimento_pram@pram.mpf.gov.br, identificando-se pela entidade ou órgão de que faz parte.

Fonte: http://acritica.uol.com.br/amazonia/MPFAM-Comite-Verdade-autoritarismo-Amazonia_0_1108089218.html

Prefeita de Novo Airão aposta na Economia Solidária

Os chapéus e bolsas são feitos com linhas de tricô e lacres de tampa de cerveja
Prefeita de Novo Airão, Lindinalva Ferreira (PT-AM), joga todas as suas cartas, e, aposta numa saída para geração de emprego e renda no seu município, sobre a regência da cartilha da Economia Solidária. Lindinalva ao assumir Novo Airão, encontrou muitas dificuldades, principalmente, a falta de estrutura na questão de geração de emprego e renda, a maioria da população não tinha como, e, o que produzir, para se sustentar, se mantendo basicamente, atrelada nas malhas do assistencialismo, ou batendo nas portas da Prefeitura a procura de um emprego.

A saída encontrada pela Prefeita foi a Economia Solidária, que sobre o tema, já tinha participado de muitos encontros, de palestras, portanto, conhecia bem essa prática regida pelos valores – entre outros – de autogestão e valorização do trabalho humano, na prática de princípios como igualdade, cooperação e democracia, se contrapondo aos resultados amargos da economia dominante que fomenta a famigerada desigualdade social.
 
A criatividade dos artesãos ajudou a produzir essa bolsa feita de saco de cebola
“Na realidade é assim, eu sempre acreditei na Economia Solidária, mesmo antes de estar na gestão, já participava de encontros, de palestras em relação ao assunto, até porque, eu vejo como uma saída. A Prefeitura na verdade, não têm condições, de ter todas essas pessoas trabalhando dentro da administração, então, a Economia Solidária, além de fazer com que as pessoas se auto-sustentem cria, também, a dignidade, então, eu acredito, que nós estamos no caminho certo”, afirmou a Prefeita.

Em Novo Airão, já se encontra produtos produzidos por grupos de pessoas que estão trilhando os caminhos da Economia Solidária: Verduras, Bolsas, sandálias, chapéus, doces, licores, e, muitas coisas ainda estão por vir. A prefeitura e seus parceiros estão investindo comprando equipamentos para poder atender a todos, porque deseja um futuro melhor para a vida da sua gente.

Disse a Prefeita: “A gente está investindo, nessa questão da Economia Solidária juntamente com os parceiros, porque, eu acredito que vai dar certo, eu tenho toda a certeza que vai dar certo, e eu vejo isso aí, como uma saída para o meu município, a questão das pessoas poderem; elas, realmente decidirem, o que elas querem das suas vidas”, enfatizou.

As hortas comunitárias são uma forma de ofertar alimentos mais baratos à população
A Prefeita falou também, sobre alguns políticos que gostam de ter a população nas mãos: “Infelizmente alguns políticos, eles, acho que gostam; se sentem bem, quando tem o povo atrelado diretamente a eles, é uma maneira de manipular as pessoas. Eu já penso diferente: acho que as pessoas têm que ter autonomia para decidir o que elas querem das suas vidas, para realmente, ter uma melhor qualidade de vida, então eu acredito muito na Economia Solidária, e o que for possível ser feito, nós vamos continuar fazendo. Já começamos, estou, assim, animada com tudo que está acontecendo, eu tenho certeza que nós vamos sair na frente, e, que, o município vai progredir muito.

A Economia Solidária parece ser uma coisa nova, mas não é. Ela sempre existiu dentro das sociedades, todavia, embaçada por sistemas geradores de lucros desiguais. É uma forma de viver bem, se relacionar democraticamente, respeitando basicamente os princípios básicos de uma vida igualitária, sem ter o produto da ganância, por perto, gerada por uma economia dominante, que manipula o cidadão, o levando, sempre, a um plano inferior na escala de um sistema explorador. Novo Airão quer agrupar a sua sociedade em torno dessa outra economia que acontece.

Fonte: http://www.blogdafloresta.com.br/prefeita-de-novo-airao-aposta-na-economia-solidaria/

Terremoto no Japão de 7,1 na ecala de Richter.

O terremoto de magnitude 7,1 atingiu o sul do Japão terça-feira, dia 28, causando forte explosão em shoppng cerca de uma hora após os tremor...