O governo Donald Trump escalou dois dos principais nomes de sua diplomacia ideológica para uma missão ao Brasil que pretende levantar dúvidas sobre a imparcialidade e a integridade do sistema eleitoral brasileiro antes da eleição presidencial de 4 de outubro. A informação foi revelada pelo Washington Post.
A delegação seria formada por Riley M. Barnes, secretário-assistente de Estado para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, e Samuel Samson, secretário-adjunto assistente do Departamento de Estado. Eles trabalhariam para favorecer Flávio Bolsonaro. Por isso, foi negado o visto de entrada de ambos no Brasil.
Embora ocupem cargos ligados à “promoção da democracia e dos direitos humanos”, ambos se tornaram conhecidos por atuar justamente em frentes políticas alinhadas à agenda do trumpismo, aproximando-se de movimentos da extrema direita em diversos países e contestando instituições democráticas sob o discurso da defesa da liberdade de expressão e dos “valores ocidentais”.

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