ALENQUER, ÀS MARGENS DO GIGANTE AMAZONAS!


Vista do alto, Alenquer, município do Oeste do Pará, se destaca em meio à imensidão amazônica, cercada por rios, ilhas e uma natureza impressionante. O Rio Amazonas é parte essencial da vida da cidade, conectando comunidades e servindo como importante rota para barcos, passageiros e mercadorias.

Alenquer é um município brasileiro localizado no estado do Pará, na região do Baixo Amazonas, banhado pelo rio Surubiú.

Dados Gerais:
  • População: Aproximadamente 60.000 habitantes.
  • Distância da Capital: Cerca de 701 km de Belém, com acesso comum por via fluvial a partir de Santarém (cerca de 2h30 de lancha ou barco).
  • Fundação: Originalmente a aldeia indígena Surubiú, foi elevada a vila em 1758 e a município em 10 de junho de 1881.
Turismo e Atrações:
  • Cachoeiras: Destaque para o Vale do Paraíso, com quedas d'água que chegam a 35 metros de altura.
  • Cidade dos Deuses: Conhecida também como Cidade de Pedras, é um impressionante sítio arqueológico com formações rochosas.
  • Cultura: A tradicional Festividade de Santo Antônio ocorre anualmente em junho.

Exposição sobre memória da COVID-19 em Manaus.


A exposição “A Infinita Memória da Pandemia: a história da Covid-19 por todos nós, brasileiros” foi aberta ao público na quarta-feira, dia 30 de setembro, no Museu da Cidade de Manaus. Entre os relatos, a mostra resgata a crise de oxigênio sofrida pela capital amazonense em 2021. Ao todo, são dez estações imersivas que transformam registros digitais em uma experiência sensorial e coletiva sobre a pandemia de Covid-19 e seus impactos na vida dos brasileiros.

Com entrada gratuita, a temporada em Manaus é realizada pelo Ministério da Saúde (MS), por meio do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), em parceria com a Prefeitura de Manaus, por meio da Manauscult e da Secretaria Municipal de Saúde. A parceria amplia a articulação entre cultura e saúde e fortalece as ações de mobilização, formação e participação dos públicos locais em torno da exposição.

Novo Porto da Manaus Moderna.


O projeto será implantado às margens do Rio Negro, na região da Manaus Moderna, próximo à foz do igarapé do Educandos. A estrutura será construída em uma área de aproximadamente 38 mil metros quadrados.

O novo porto da Manaus Moderna, sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), representa um avanço na modernização da logística e da mobilidade urbana da capital amazonense. Com investimento federal de R$ 916 milhões, o projeto é considerado estratégico para fortalecer o transporte aquaviário, essencial para o abastecimento da cidade, o turismo e a integração regional.


Implantado em uma área de aproximadamente 38 mil metros quadrados, o empreendimento contempla também um projeto urbanístico e paisagístico que valoriza as imediações. A estrutura será dividida em dois tramos principais: Feira da Manaus Moderna e Feira da Banana. Os piers contarão com berços de apoio, flutuantes intermediários, pontes metálicas de acesso e cais flutuante para atracação de embarcações, além de sistema de fundeio. Entre as edificações previstas estão terminal de passageiros, terminal de cargas e encomendas, edifício de fiscalização e controle, estação de tratamento de esgoto (ETE), subestação elétrica, guaritas, pontos de apoio e áreas de convivência com bancos de concreto, playground e estacionamento com cobertura solar equipada com placas fotovoltaicas.

O projeto foi dimensionado para receber embarcações de grande porte, como o Ferry Boat São Bartolomeu VI, com mais de 80 metros de comprimento e cerca de 768 toneladas de porte bruto. As pistas de rolagem e os módulos flutuantes terão revestimento polimérico de alta resistência, garantindo segurança para o tráfego de veículos. O terminal de passageiros terá capacidade para atender até 4 mil visitantes por dia, com infraestrutura adequada para embarque e desembarque eficiente.

Trump amplia ingerência no Brasil e injeta US$ 1 milhão contra o STF.


A revista inglesa The Guardian publicou reportagem, quarta-feira (30), com a informação de que o governo dos Estados Unidos (EUA) destinou US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões) para promover campanha contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

Os recursos são alocados pelo Congresso para o Fundo de Direitos Humanos e Democracia (HRDF). Não há informação se o dinheiro foi transferido ou apenas empenhado para os projetos no exterior definidos pela Casa Branca.

A publicação inglesa lembrou ainda que o governo de Donald Trump impôs sanções ao ministro do STF Alexandre de Moraes no ano passado, “após pressão de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente”.

Durante o julgamento por tentativa de golpe de Estado no Brasil, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão, o STF virou alvo do governo Trump.

Washington também tem criticado as restrições impostas pelo Supremo a plataforma digitais dos EUA com objetivo de inibir crimes praticados no ambiente digital. O governo Trump tem pressionado países a não adotarem qualquer regra em relação as bigtechs.

REAÇÃO DO CONGRESSO AMERICANO

Na semana passada, congressistas norte-americanos acusaram o governo de Donald Trump de tentar interferir nas eleições brasileiras, em uma carta enviada ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Esta semana, senadores cobraram da gestão Trump, também por meio de uma carta a Rubio, garantias de que Washington aceitará o resultado do pleito.

No novo documento, os senadores expressaram "preocupação com ações do governo (dos EUA) que ameaçam nossa aliança estratégica com o Brasil" e voltaram a apontar uma suposta tentativa de interferência por parte de Washington.

Incêndio florestal em Itacoatiara chega ao 11º dia.


Um incêndio que atinge uma área de floresta na região do Lago do Canaçari, na zona rural de Itacoatiara, no Amazonas, chegou ao 11º dia na quarta-feira (30). A fumaça voltou a se espalhar pela região e já chega à área urbana do município, afetando a qualidade do ar.

Segundo o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), o incêndio foi identificado pela primeira vez em 19 de setembro e continua ativo. A área de influência do evento chegou a 832,54 hectares, o equivalente a cerca de 1,1 mil campos de futebol.

O combate ao fogo começou depois que as equipes conseguiram chegar ao local, que fica em uma área de várzea e tem acesso difícil. Para alcançar os focos, os militares precisaram percorrer trechos de mata e lama.

Massacre do Rio Abacaxis: Justiça condena União e AM a indenizar famílias.


A Justiça Federal proferiu as primeiras sentenças sobre o Massacre do Rio Abacaxis, no Amazonas, e reconheceu a responsabilidade civil da União e do Estado do Amazonas por mortes ocorridas durante uma operação policial em agosto de 2020. As decisões, assinadas nos dias 3 e 8 de setembro, determinaram o pagamento de R$ 900 mil em indenizações a familiares de três vítimas, além de pensões mensais e pedidos públicos de desculpas.

Os casos envolvem a morte de um ribeirinho e de dois irmãos indígenas da etnia Munduruku. As decisões também apontaram falhas na atuação das forças de segurança diante do risco de violência na região, que fica entre os municípios de Borba e Nova Olinda do Norte.

As sentenças foram proferidas pela juíza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe, da 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Amazonas.

Em uma das ações, a Justiça determinou que a União e o Estado do Amazonas paguem, de forma solidária, R$ 400 mil por danos morais ao pai de uma vítima. Também foi determinada uma pensão mensal equivalente a um terço do salário mínimo e a publicação de um pedido formal e público de desculpas à família.

Na outra ação, os dois entes foram condenados a pagar R$ 500 mil por danos morais à mãe dos dois irmãos indígenas mortos. A decisão também determinou o pagamento de pensão mensal de um terço do salário mínimo e um pedido formal e público de desculpas à família.

Além de responsabilizar o Estado do Amazonas pelos atos atribuídos a policiais militares, a Justiça Federal também reconheceu a responsabilidade civil da União. Segundo a sentença, órgãos federais já tinham sido informados sobre o aumento das tensões na região antes da operação.

Morte de ribeirinho

Uma das ações trata da morte de Anderson Barbosa Monteiro, de 34 anos. Segundo a Defensoria Pública da União, ele navegava com a companheira, um adolescente e outro homem após retornar de uma atividade de extrativismo de óleo de copaíba.

A embarcação foi interceptada por policiais militares em 5 de agosto de 2020, nas proximidades da Comunidade Monte Horebe.

Testemunhas disseram ter visto a vítima algemada dentro de uma lancha militar. Registros de geolocalização dos celulares dos policiais também foram considerados pela Justiça para confirmar a presença da guarnição no local da abordagem e, posteriormente, no Igarapé Taracuá, onde ocorreram as agressões e o homicídio.

A decisão cita um laudo da Polícia Federal que apontou que o ribeirinho foi atingido por disparos de arma de fogo de alta energia, compatíveis com um fuzil utilizado pela Polícia Militar.

Com base nas provas, a Justiça afastou a alegação de que os policiais teriam agido em legítima defesa ou no estrito cumprimento do dever legal e reconheceu a relação entre a atuação da tropa estadual e a morte do ribeirinho.

Morte de dois irmãos indígenas

A segunda ação trata da morte de dois irmãos indígenas da etnia Munduruku, também ocorrida em 5 de agosto de 2020.

Segundo a sentença, os dois jovens foram abordados por policiais militares enquanto navegavam em uma canoa motorizada na Terra Indígena Kwatá-Laranjal. Testemunhas relataram que, depois da abordagem, foram ouvidos disparos. Os dois irmãos morreram.

A Justiça também analisou registros de geolocalização e dados telemáticos para confirmar a presença da guarnição no local e no horário das mortes.

A sentença considerou comprovada ainda a ocultação dos corpos. Um dos jovens foi encontrado dias depois no leito do rio. O corpo do outro teria sido levado pelos policiais, esquartejado e ocultado. Os restos mortais foram localizados posteriormente, e a identidade de uma das vítimas foi confirmada por exame genético.

Entenda o caso

O conflito na região do Rio Abacaxis começou no fim de julho de 2020. Na ocasião, uma embarcação esportiva que transportava um secretário executivo do governo estadual entrou sem autorização em uma área de conservação ambiental e em território indígena. Após um desentendimento com moradores, a lancha foi alvo de disparos.

Dias depois, policiais militares à paisana retornaram ao local em uma embarcação particular. Houve um novo confronto, que terminou com a morte de dois policiais.

Em resposta, o Governo do Amazonas enviou mais de 50 policiais para a região, em uma operação comandada pela cúpula da Polícia Militar.

Nas semanas seguintes, moradores de 11 comunidades relataram espancamentos, ameaças, cárcere privado e sessões de tortura física e psicológica para obtenção de informações.

A Polícia Federal concluiu o inquérito e indiciou 13 pessoas. Os investigados são acusados de crimes como homicídio qualificado, tortura, ocultação de cadáver, constituição de milícia privada e fraude processual.

PILOTO REGISTRA IPÊ-ROSA NA AMAZÔNIA.


Durante um sobrevoo pela Amazônia, um piloto registrou um lindo ipê-rosa completamente florido, se destacando no meio da imensidão verde da maior floresta tropical do planeta.

Vista do alto, a árvore impressiona pela intensidade do rosa de suas flores e pelo forte contraste com os diferentes tons de verde ao redor. Em meio a milhares de hectares de mata fechada, o ipê surge como um ponto de cor e vida.

As imagens viralizaram e mostraram como a Amazônia ainda guarda espetáculos naturais surpreendentes, mesmo nos lugares mais distantes e preservados.

O registro reforça a importância da preservação da floresta e da proteção de espécies nativas como o ipê, símbolo da beleza e da resistência da natureza brasileira.

Barcarena, no Pará, se destaca pela forte ligação com os rios.


Barcarena é um município brasileiro do estado do Pará, integrante da Região Metropolitana de Belém, conhecido por sua importância industrial, portuária e por suas belas praias de água doce.

Na região, o transporte fluvial também faz parte da movimentação da pecuária, com bois sendo embarcados em balsas e outras embarcações para seguir viagem pelos rios amazônicos.

Entre portos, comunidades e grandes embarcações, Barcarena mostra como os rios funcionam como verdadeiras estradas da Amazônia, conectando a produção local a outros destinos.

Pelos caminhos do Rio Amazonas.


Uma visão cinematográfica da imensidão amazônica, onde o Rio Amazonas se divide entre canais, ilhas e extensas áreas de floresta. Na paisagem aparecem referências como Itacoatiara, Manacapuru, Tabocal, Santa Maria e Paraná do Serpa, mostrando como os rios conectam cidades e comunidades do interior do Amazonas.

No grande rio, as embarcações fazem parte da vida cotidiana, transportando cargas, passageiros e abastecimento por longas distâncias. Vista do alto, a Amazônia revela toda a força de sua geografia: água, floresta e comunidades ligadas por uma gigantesca rede fluvial.

Operação sobre aluguel de táxi aéreo no Amazonas.


A Polícia Federal (PF) e o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) cumpriram, sexta-feira (25), mandados de busca e apreensão na sede da Cleiton Táxi Aéreo Ltda. (CTA), em Manaus. A medida faz parte de uma investigação sobre possíveis irregularidades relacionadas a despesas de campanha nas eleições de 2026.

A reportagem buscou comunicação com o deputado Silas Câmara para uma posição sobre o assunto. Em nota, o parlamentar negou que a operação tenha a ver com ele e que está em “paz” sobre o assunto. “Comento, sim. A operação não foi sobre mim, mas sobre aviação na eleição. Estou em paz, nada devo e nada fiz de irregular, nem na CTA, nem em qualquer outra empresa de táxi aéreo.”

ALENQUER, ÀS MARGENS DO GIGANTE AMAZONAS!

Vista do alto, Alenquer, município do Oeste do Pará, se destaca em meio à imensidão amazônica, cercada por rios, ilhas e uma natureza impres...