Após afirmar que o filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não havia recebido nem "um centavo do Master", o deputado federal Mário Frias (PL), produtor executivo do longa, recuou. Em nova nota, enviada após cerca de 20 horas da primeira, ele diz que "não há contradição material entre os posicionamentos públicos sobre o financiamento do projeto, mas uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento".
Segundo o texto, "'quando afirmei anteriormente que não há 'um centavo do Master' no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora".
A produtora GOUP Entertainment também divulgou nota sobre o tema na noite de quarta (13) e informou "categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário".
Em áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobra Vorcaro por pagamentos atrasados para a produção do filme "Dark Horse" (termo em inglês para azarão).
Segundo o Intercept, Vorcaro chegou a pagar cerca de R$ 61 milhões para financiar o filme.
Após a divulgação do áudio, Flávio divulgou um vídeo em que confirmou ter pedido dinheiro ao banqueiro para o filme, mas negou irregularidades. Ele disse que Vorcaro "simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato". "Sim, tinha um contrato que, ao não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, sequer ser concluído", afirmou.







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