ALDO REBELO(PC do B) RASGA O CÓDIGO FLORESTAL!


A comissão especial que analisa mudanças no Código Florestal aprovou nesta terça-feira (6) o projeto que trata do tema mantendo o texto do relator, Aldo Rebelo (PC do B-SP). Os destaques foram rejeitados e o projeto está agora pronto para votação em plenário, mas isso deverá acontecer apenas após o período eleitoral.

Aldo afirma que seu relatório tem a intenção de regularizar a situação de 90% dos produtores rurais brasileiros, que estariam atualmente na ilegalidade. A idéia é fazer uma consolidação das áreas que já estão em uso na agricultura e proibir o desmatamento nos cinco anos posteriores à promulgação da lei.

O Relator apresenta mudanças no projeto que altera o Código Florestal Relator descarta adiar votação de projeto de lei sobre Código Florestal para 2011. O texto afirma que nas pequenas propriedades, com até quatro módulos rurais, não é preciso fazer a recomposição das áreas já desmatadas de sua reserva legal. Nas áreas maiores, a recomposição florestal tem que ser feita em áreas do mesmo bioma e no prazo de 20 anos.

Uma das polêmicas é que a pessoa que regularizar sua propriedade terá uma espécie de “anistia” das multas que sofreu por causa do desmatamento ou da não preservação da área de reserva legal.

Outra mudança feita por Aldo nessa semana flexibiliza a possibilidade de desmatamento de florestas que tenham autorização ou tenham licenciamento ambiental. Pelo relatório anterior, só poderia desmatar quem obteve essa permissão até 22 de julho de 2008. Com o novo texto, o desmatamento será permitido para quem conseguir a permissão até a promulgação da lei. O argumento de Aldo é que a data anterior poderia provocar “problemas jurídicos”.

Outro tema controverso é sobre a possibilidade de flexibilização do tamanho da área de preservação permanente na margem dos rios. Aldo retirou de seu texto a permissão de que os estados reduzam pela metade essa reserva. O relatório, no entanto, abre a possibilidade que algum órgão do Sistema Nacional de Meio Ambiente faça alterações no tamanho das áreas de preservação permanente. Entre os órgaõs do sistema existem conselhos estaduais.

Para críticos do projeto, as mudanças feitas pelo relator nos últimos dias não resolveram o problema. O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) é um dos mais exaltados contra o projeto. Para ele, a proposta beneficia principalmente os grandes produtores e é um risco para o meio ambiente.

“Podemos estar cometendo aqui um grande retrocesso na questão ambiental. Estamos mudando aqui para atender a interesses pequenos, isolados. A questão ambiental é de todos”, protestou o líder do PV, Edson Duarte (BA).

A votação aconteceu depois de muito debate e sob forte obstrução dos parlamentares ligados à causa ambientalista. Eles tentaram de toda a forma adiar a votação, mas não conseguiram.

A sessão foi acompanhada por dezenas de militantes a favor e contra a mudança no código. A segurança foi reforçada na sala em que se realizou a reunião, mas mesmo assim manifestantes do Greenpeace conseguiram entrar na frente da mesa da presidência com faixas contra o relatório de Aldo. Após a votação, defensores do código comemoraram gritando “Brasil” enquanto os adversários respondiam com o grito de “retrocesso”.

Fonte: http://g1.globo.com/

AGENDA DA DILMA


Chegou a hora que estávamos esperando! A campanha eleitoral começa oficialmente hoje e a partir de agora cada um de nós assume um papel estratégico para eleger Dilma Rousseff - a primeira mulher a ser Presidente do Brasil!

Temos uma longa caminhada até o dia 03 de outubro, quando homens e mulheres de todo o país levarão sua decisão às urnas. Até lá, precisamos trabalhar juntos. Com determinação, propostas e respeito aos nossos adversários, faremos a diferença nas eleições deste ano.

Para continuar o projeto iniciado por Lula, vamos juntos! Por que Agora é Dilma!

Agenda

Fique de olho na programação da nossa candidata. Participe das ações, envie suas mensagens de apoio e lembre-se: criatividade é a palavra-chave para mostrarmos por que a nossa militância é a mais mobilizada, aguerrida e vitoriosa do país!

Terça-feira (6/7)

A partir das 11h, acompanhe e divulgue as atividades da Dilma em Porto Alegre, durante o lançamento da candidatura de Tarso Genro ao governo do Rio Grande do Sul.

Quarta-feira (7/7)

Dilma participa da caminhada de arrancada da campanha em São Paulo. A concentração inicia às 11h, em frente ao Teatro Municipal.

Confira também os portais:


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A TORRE DAS DONZELAS: a vida de Dilma Rousseff no presídio Tiradentes

A TORRE DAS DONZELAS - Luiza Villaméa e Claudio Dantas Sequeira*

Como era a vida de Dilma Rousseff na masmorra que abrigava presas políticas durante o regime militar no presídio Tiradentes.

Durante quase três anos, Dilma Rousseff, a candidata do PT à Presidência da República, morou na Torre das Donzelas. A construção colonial não pertencia a nenhum palácio. Encravada no presídio Tiradentes, em São Paulo, ganhou o singelo nome por abrigar presas políticas do regime militar. Para chegar à Torre, Dilma e suas companheiras atravessavam um corredor com celas em uma das laterais. Os cubículos eram ocupados pelas corrós, as presas correcionais, tiradas de circulação por um mês, em geral por vadiagem ou prostituição. Essas mulheres costumavam ficar seminuas ou com a roupa virada pelo avesso, para se apresentarem em trajes limpos quando liberadas.

“Terrorista! Linda! O que você está fazendo aqui?”, gritavam as corrós ao verem passar uma nova presa política. Depois do corredor, havia um pequeno pátio. Em seguida, vinha a Torre. Dilma atravessou o corredor das corrós em fevereiro de 1970, aos 23 anos, após mais de 20 dias nos porões da repressão política. “Ela chegou fragilizada pela tortura, mas logo se recuperou”, lembra a jornalista Rose Nogueira, 64 anos, que passara pelo mesmo processo três meses antes.

O presídio Tiradentes, onde Dilma esteve presa, já havia sido usado para encarcerar os estudantes detidos no Congresso da UNE em Ibiúna (SP), em 1968. Na era Vargas também abrigara presos políticos, entre eles o escritor Monteiro Lobato. Criado em 1852, o presídio Tiradentes recebeu no começo escravos recapturados. A Torre das Donzelas, onde ficaram Dilma e suas companheiras, é a construção redonda ao centro. Todo o complexo foi demolido a partir de 1973, durante a construção do metrô. Assim, diante desse presídio, mães de estudantes faziam protesto contra a prisão de seus filhos. As mães das “donzelas da Torre” chegavam para as visitas nas tardes de sábado. Era o contato delas com o “mundão”.

Ao entrar pela primeira vez na Torre, Dilma viu as celas pequenas do térreo e duas escadarias laterais que saíam de uma espécie de hall e se encontravam no piso superior. Nesse andar, havia a cela 4, chamada de celão, pois se espalhava por 80 metros quadrados. Tinha também a cela 5, mais tarde adaptada como cozinha, e a 6, que Dilma dividiu com outras mulheres. “No começo, ficávamos na tranca o tempo todo”, conta a advogada Maria Aparecida Costa, a Cida Costa, 65 anos, uma das ocupantes da cela 6. Depois de algumas semanas e muitas reivindicações, as celas passaram a ficar abertas durante o dia.

Não demorou para que as donzelas da Torre se agrupassem, primeiro com base nas organizações clandestinas às quais pertenciam no “mundão”. Porque a Torre, no vocabulário das presas, era o “mundinho”. Mas as afinidades pessoais também contavam muito, como relata a médica e pesquisadora Guiomar Silva Lopes, 66 anos. “No mundão, o vínculo era de vida e morte”, diz Guiomar. “Na cadeia, estabelecemos uma relação de confiança inabalável.” Dilma é até hoje lembrada pelo espírito solidário. Durante um período, cuidou de uma estudante de arquitetura. “Quando a menina chegou da tortura, estava muito desestruturada emocionalmente”, afirma a advogada Rita Sipahi, 72 anos. “A Dilma ficou de olho nela o tempo todo para evitar que cometesse algum desatino.”

Com a possibilidade de circular entre as celas, as presas políticas tentavam curar as feridas umas das outras e também se organizavam. Havia escala para as tarefas da limpeza e da cozinha. Com os víveres levados pelas famílias, elas preparavam as próprias refeições. Algumas conseguiam bons resultados, embora só contassem com dois fogareiros elétricos. Outras, nem tanto. A dupla mais desastrada na cozinha era formada por Dilma e Cida. “Não dominávamos a arte do tempero”, reconhece Cida. Numa ocasião, as duas resolveram caprichar no preparo de um prato de legumes. Acabaram servindo uma sopa de quiabo intragável. “Ficamos um pouco frustradas com o resultado, pois havíamos nos esforçado.”

Dilma se sobressaía nos grupos de estudo. “Ela é muito engenhosa na macroeconomia”, elogia outra companheira da Torre, a economista Diva Burnier, 63 anos. Na cadeia, Dilma, que abandonara a faculdade por causa da clandestinidade, dava aulas de economia para as colegas e participava dos debates. Num deles, defendeu a ampliação dos limites marítimos do Brasil. “Embora fosse uma iniciativa dos militares, Dilma apoiava, pois acreditava ser uma questão de soberania”, recorda Rose. “Hoje é fácil perceber a importância daquela decisão, tanto por causa da biodiversidade como pelo pré-sal.”

Aos 82 anos, a advogada Therezinha Zerbini, mulher do general Euryale de Jesus Zerbini, cassado em 1964, também recorda de Dilma com admiração. Presa na Torre durante o ano de 1970, Therezinha se destacava tanto pela origem quanto por ser uma senhora entre a população carcerária extremamente jovem. “As amigas dela me chamavam de ‘burguesona’ e ela me defendeu. Ela tinha uma liderança nata”, diz Therezinha. Quando precisava, Dilma endurecia. No final do ano, Therezinha estava bordando o vestido que a filha usaria no Réveillon quando um grupo de militares a procurou. “Acho que queriam me convencer a entrar num programa de arrependidos”, diz, referindo-se aos presos que foram à tevê renegar a opção pela resistência ao regime. “Não quis atendê-los. Eles voltaram mais tarde e, quando eu estava mandando-os ir embora, a Dilma gritou: ‘Dá duro neles, Therezinha. Se precisar, nós colocamos todos para fora’ .”

Naqueles tempos, a atitude desafiadora só seria possível mesmo no presídio Tiradentes. Como muitos torturadores costumavam repetir durante as sessões que promoviam, o Tiradentes “era o paraíso”. Isso porque, ao entrar no presídio, a pessoa estava com a prisão reconhecida pelo Estado. Às vezes, era levada para interrogatórios em outras instituições, mas praticamente não corria risco de morrer ou “desaparecer”. Na escala macabra estabelecida nos porões do regime, a Operação Bandeirante (Oban) era o inferno, ficando o purgatório por conta da Delegacia Estadual de Ordem Política e Social (Deops). Como várias companheiras de cadeia, Dilma passou pelo inferno e pelo purgatório antes de chegar à Torre.

Por conta das sevícias, sofreu uma disfunção hormonal que levou anos para ser curada. Não perdeu, porém, o gosto pela vida. Com Cida, passava horas lendo os livros de ficção científica. Quando o rodízio do único aparelho de tevê da Torre caía em sua cela, entrava na madrugada vendo os filmes da sessão “Varig, a dona da noite”. Aprendeu até a bordar. “Ela fez uma tapeçaria com flores coloridas, que colocamos na parede”, lembra Rose. Na Copa do Mundo de 1970, acompanhou os jogos de perto. “A Dilma torceu muito pela Seleção Brasileira”, diz a socióloga Rosalba de Almeida Moledo, 66 anos.

No período em que o advogado Carlos Franklin Paixão de Araújo, seu companheiro, permaneceu encarcerado no Tiradentes, Dilma se comunicava com ele com a ajuda dos presos comuns. A rota usada por ela e outras presas políticas consistia em baixar mensagens por meio de uma corda artesanal, chamada “teresa”, para a carceragem dos “comuns”, que ficava embaixo da Torre. “De cela em cela, as mensagens chegavam ao destinatário, na ala dos presos políticos”, comenta Guiomar. “O recurso também era fundamental para sabermos o que estava acontecendo lá fora.”

Outro canal com o “mundão” eram as visitas, nas tardes de sábado, a maioria proveniente da capital paulista. “Nossas famílias, de Belo Horizonte, não conseguiam viajar com tanta frequência”, diz a pró-reitora da Universidade Federal de São Paulo, Eleonora Menicucci de Oliveira, 66 anos. “De qualquer forma, a mãe da Dilma e o irmão dela conseguiam vir bastante. Era uma alegria.” Para a mãe e as irmãs de Eleonora, viajar era mais complicado. Elas cuidavam de Maria, a filha de Eleonora, que tinha apenas um ano e dez meses quando a mãe foi presa.

Conhecidas desde os tempos em que estudavam em Belo Horizonte, Dilma e Eleonora comemoravam com as meninas da Torre o Natal, o Réveillon e o Carnaval. As fantasias eram improvisadas, é claro, mas havia até desfile no “celão”. No caso de Dilma, as estratégias para manter o moral elevado atrás das grades também passava pelo humor. “Ela pôs apelido em todas nós”, conta Rita. “Uma era a Ervilha, outra a Moló, porque tinha jogado um coquetel-molotov em uma ação.” Essa faceta pouco conhecida de Dilma é ressaltada por outras entrevistadas. “Ela tem um humor impagável”, garante Eleonora. Quando a hoje presidenciável deixou a Torre, as companheiras de cadeia repetiram o ritual criado para o momento da libertação: cantaram “Suíte do Pescador”, de Dorival Caymmi, que começa com o verso “Minha jangada vai sair pro mar”. Quase 40 anos depois, tudo o que sobrou do presídio foi o portal de pedra, tombado como patrimônio histórico. No final de 1972, a construção de 1852 começou a ser demolida, para a construção do metrô paulistano.

* Adaptação da reportagem publicada na Revista Isto é, edição no. 2120, de 25 junho de 2010

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens. Acessado em 29 de junho de 2010

MONALE REALIZA SEU 2o. FESTIVAL DE MÚSICA


O Movimento Nacional pela Educacão - MONALE, realizará nos dia 20, 21 e 22.08.10, o 2º FESTIVAL CANTA TARUMÃ DE MÚSICA POPULAR. O festival é um importante evento, pois mosta à sociedade que a periferia NÃO PRODUZ SOMENTE DESGRAÇA, como a mídia publica. A periferia produz ARTE e CULTURA também. Na periferia tem grandes artistas, compositores e poetas que carecem de um espaço para tornar público sua obra. A cultura, neste estado, está restrito ao teatro Amazonas e seus Largos, não sendo possível o acesso daqueles e daquelas residentes na periferia de nossa cidade, uma vez que para se chegar ao Teatro as dificuldades são muitas, principalmente no que se refere ao quesito finança. Contato com Antônio Fonseca pelo telefone (92) 9162-4048.

PARA A ELITE BRASILEIRA LULA NÃO ENTENDE...


Lula, que não entende de sociologia, levou 32 milhões de miseráveis e pobres à condição de consumidores.
E que também não entende de economia, pagou as contas de FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.
Lula, o analfabeto, que não entende de educação,criou mais escolas e universidades que seus antecessores juntos [14 universidades públicas e entendeu mais de 40 campi], e ainda criou o PRÓ-UNI, que leva o filho do pobre à universidade (meio milhão de bolsa para pobres em escolas particulares).
Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas, elevou o salário mínimo de 64 para mais de 291 dólares (valores de janeiro de 2010), e não quebrou a previdência como queria FHC.
Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da nação e o Brasil passou pela grande crise bem melhor que a grande maioria do resto do mundo. Embora o PIG - Partido da Imprensa Golpista, que "entende de tudo", diga que não. 
Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país à liderança mundial de combustíveis renováveis (maior programa de energia alternativa ao petróleo do planeta).
Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas mundiais e colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser respeitado e enterrou o G-8 (criou o G-20).
Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi sindicalista brucutu, mandou às favas a ALCA, olhou para os parceiros do sul, especialmente par a os vizinhos da América Latina, onde exerce liderança absoluta sem ser imperialista.
Tem fácil trânsito junto a Chaves, Fidel, Obama, Evo, etc. "Bobo" que é, cedeu a tudo e a todos.
Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o primeiro negro no Supremo (desmoralizado por brancos) uma mulher no cargo de primeira ministra, e que pode inclusive, fazê-la sua sucessora.
Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha (a convite dela) e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.
Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC; antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir. Hoje o PAC é um amortecedor da crise.
Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a indústria automobilística a bater recorde no trimestre, como também na linha branca de eletrodomésticos.
Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem influência entre os líderes mundiais, é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes no mundo atual (o melhor do mundo para o Le Monde, Times, News Week, Financial Times e outros...).
Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já tinha empatia e relação direta com George Bush - notada até pela imprensa americana - e agora tem a mesma empatia com Barack Obama.
Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador... É amigo do tal John Sweeny (presidente da AFL-CIO - American Federation Labor-Central Industrial Congres - a central de trabalhadores dos Estados Unidos, que lá sim, é única...) e entra na Casa Branca com credencial de negociador e fala direto com o Tio Sam lá, nos "States".
Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar um mapa, é autor da maior mudança geopolítica das Américas na história.
Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois "nunca estará preparado", age com sabedoria em todas as frentes e se torna interlocutor universal.
Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de bravatas, faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil.
Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é um "pacifista ingênuo", já é cotado pelos palestinos para dialogar com Israel.
Lula, que não entende nada de nada... É bem melhor que todos os outros!!!...

IBOPE CONFIRMA LIDERANÇA DA DILMA


A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, aparece na liderança da corrida presidencial com índices que variam de 38,2% a 40%, dependendo da lista de candidatos apresentados.
No cenário com todos os postulantes, ela tem 38,2% das intenções de voto, contra 32,3% de José Serra (PSDB) e 7% de Marina Silva (PV). No cenário em que só aparecem os três, Dilma vai a 40%, Serra a 35% e Marina a 9%.
Os dados fazem parte da pesquisa encomendada ao Ibope pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira (23).
Em um eventual segundo turno, o cenário também é favorável à ex-ministra da Casa Civil. Dilma venceria Serra por 45% a 38% e bateria a verde Marina Silva por 53% a 19%.
Na pesquisa espontânea, Dilma também alcança a dianteira com 22%. Neste cenário Serra tem 16%, Marina Silva outros 3% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pela legislação é proibido de disputar uma nova reeleição, tem 20%.
A pesquisa CNI/Ibope foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 16292/2010 e realizada entre os dias 19 e 21 deste mês. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 140 municípios.

PASSAGEM DE ÔNIBUS VOLTA AO PREÇO DE R$ 2,10


A juíza Ida Maria Costa de Andrade, da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal, atendendo a uma Ação Civel Púvlica da promotora Ana Cláudia Daou, determinou que o preço das passagens de ônibus em Manaus voltem a ser cobrado o valor de R$ 2,10, em 72 duas horas. Estamos de olho nesse processo!

RECID-AM ENCERRA ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCADORES


Com a participacao de educadores e educadoras populares de 11 municípios dos territórios do Baixo Amazonas e de  Manaus e em torno, a Rede de Educacao Cidada - RECID, TALHER do Amazonas, encerra hoje em Parintins, dia 20/06, o Encontro Estadual de educadores populares que teve como tema "Tecendo os fios da educação popular as margens do rio Amazonas". O evento contou a presenca da Sra. Vera Barreto e do Sr. Silvino Heck, da Comissao Nacional da RECID.

HOMENAGEM ÀS MULHERES

Que nasce uma pequena criança, torna-se uma grande mulher e para se firmar como mulher...
São elas agricultoras, pescadoras, professoras, universitárias, líderes, comunitárias, filhas e mães ou simplesmente mulheres do movimento social MMC, AVOCA...
Que arando a terra, nela planta e colhe; cultivando nossas tradições;
Com base na agroecologia, obtêm-se alimentos saudáveis;
A esperança que brota da terra é regada a suor, pelas mãos calejadas de mulheres guerreiras que lutam pela sobrevivência e o bem-estar de nossas comunidades.
No princípio era Eva, criada para a felicidade de Adão, mais tarde fui Maria, que deu a luz a Jesus, que nos trouxe a salvação;
Depois passei a ser Amélia, “a mulher de verdade”, que para a sociedade não tinha qualquer vaidade; mas sonhava com a igualdade e, então, decidi:
Não quero mais ser oprimida, inferior, discriminada, violentada ou até rejeitada...
Quero minha dignidade, pois tenho ideais; hoje não sou só esposa ou filhas,
Sou pai, mãe, arrimo de família; sou camioneira, taxista, pilota de avião e não de fogão;
Operária de construção, camponesa, feminista... mais uma conquista:
A primeira mulher a conseguir o “OSCAR” como melhor diretora de filme
Que o futuro nos aguarde, presidenta de uma nação
Ao mundo peço licença para atuar onde eu quiser
Pois meu sobrenome é competência e...

Meu nome é MULHER!

Nilcinha de Jesus – Agente sócio-ambiental do Careiro Castanho - Amazonas

SOF-MDA REALIZA OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS


A Sempreviva Organização Feminista - SOF e a Assessoria Especial de Gênero e Etnia - AEGRE, do MDA, buscando articular ações visando constituir a igualdade entre homens e mulheres de Manaus e em torno (Território da Cidadania 10), realiza hoje e amanhã Oficina de Elaboração de Projetos, na Maromba, tendo como Facilitadora a Economista Marta Valéria da Comissão Pastoral da Terra CPT.

O evento está sendo coordenado pela Gorete Oliveira da SOF. Além de Manaus, estão particioando mulheres dos muncípios de Autazes, Careiro Castanho, Careiro da Várzea, Itapiranga, Itacoatiara, Presidente Figueiredo e Silves.   

48 mil litros de combustível abastecem garimpeiros na floresta do Amazonas.

Os 48 mil litros de combustível encontrados em uma operação contra o garimpo ilegal na estação ecológica Juami-Japurá são uma pista mais rev...