José Ricardo solicita auditoria do TCE em convênios do Governo do Estado com ONGs que não têm endereço e nem atividade definida


O deputado José Ricardo Wendling (PT) solicitará que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) faça auditoria em convênios do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) e da Secretaria de Estado do Trabalho (Setrab), com as entidades sociais do Amazonas para quais foram repassados cerca de R$23 milhões, mas que algumas não têm nem endereço correto e não se sabe exatamente as atividades realizadas. O parlamentar irá requerer ainda, informações da Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas) sobre o atraso nos repasses dos recursos para as entidades sociais que atuam na assistência social no Estado, que até este mês estão sem receber os valores. 

Desde 2011, o parlamentar denuncia esta situação na Assembleia Legislativa. Naquele ano, as entidades receberam somente no 2º semestre. Em 2014, ano de eleições, os recursos foram antecipados precariamente no 1º semestre. Neste ano, o governo estadual prometeu pagar em maio, porém adiaram e decidiram pagar somente R$ 4 milhões priorizando entidades que têm abrigos, ficando para depois as de atendimento socioeducativo.

“Até agora, o Governo do Estado não repassou os recursos para as entidades sociais que mantêm convênios para atuar na assistência social. O repasse deveria ser periódico. Com os atrasos, as entidades não conseguem manter profissionais, pois sem salário, desistem e procuram outra atividade, comprometendo a continuidade das ações desenvolvidas”, expôs o parlamentar.

José Ricardo frisou que entidades sérias, como a Casa Mamãe Margarida, Fazenda Esperança, Apae e Adefa, Pró-menor Dom Bosco, Casa da Criança e Instituto Felipe Smaldone, são prejudicadas por esse atraso do repasse financeiro, e por isso se desdobram para conseguir dinheiro de outras maneiras, realizando feiras, feijoadas, bingos.

Para o parlamentar, falta planejamento para determinar as reais prioridades da população, já que a justificativa dos atrasos é a crise econômica. “Enquanto as entidades estão aguardando R$ 8 milhões, o governador aprovou um aumento de R$ 55 milhões na obra duplicação da estrada para Manacapuru, orçado em R$ 224 milhões, que até agora não chegou a 14% de sua realização”, afirmou.

Recentemente, foi veiculado nas redes sociais que algumas entidades receberam da Sejel cerca de R$ 23 milhões em 2015, com informações básicas desconhecidas. Exemplo disso seriam as entidades “Educação e Cultura ao Alcance de Todos” e “Instituto Periferia”, que juntas receberam somente este ano R$ 2 milhões (R$ 1 milhão cada). “Ao que parece a prioridade do Governo este ano são essas instituições. Por isso, o TCE precisa fazer auditoria em todos esses repasses, identificar quem são essas entidades e o que estão fazendo”, declarou José Ricardo.

Fonte: Assessoria de Comunicação

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RECEBE DENÚNCIA SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA VOLKSWAGEN DO BRASIL NA DITADURA CIVIL-MILITAR


A Volkswagen do Brasil é denunciada em representação ao MPF pela cumplicidade com o Estado nas graves violações de direitos humanos cometidas durante o período ditatorial de 1964 a 1985. É a primeira vez que uma empresa será denunciada por participação em crimes característicos de regimes autoritários no Brasil.

Por meio de pesquisa no Arquivo Público do Estado de São Paulo, foram levantados documentos que comprovam o envolvimento da empresa no fornecimento de dados dos trabalhadores de suas fábricas ao DOPS, na organização de um sistema próprio de vigilância e monitoramento do movimento sindical e do envolvimento direto na prisão e na tortura de seus empregados dentro do ambiente da empresa.

Segundo o pedido, a corporação foi cúmplice e solidária ao Estado na perpetração de crimes de lesa-humanidade, portanto imprescritíveis perante o direito brasileiro e o direito internacional, motivo pelo qual devem ser reparados pela empresa mediante indenização de cunho coletivo aos trabalhadores.

A iniciativa é do Fórum de Trabalhadores por Verdade, Justiça e Reparação, que reúne militantes e trabalhadores oriundos de entidades e centrais sindicais participantes do Grupo de Trabalho Ditadura e Repressão aos Trabalhadores, às Trabalhadoras e ao Movimento Sindical, da extinta Comissão Nacional da Verdade.

A entrega será feita em atividade pública no dia 22 de setembro de 2015, às 16h00, na sede do MPF em São Paulo – Rua Frei Caneca, 1360. Estarão presentes centrais sindicais, parlamentares, membros do Ministério Público, figuras públicas do mundo jurídico, membros de comitês e comissões da verdade, além dos próprios trabalhadores ainda vivos que foram empregados na Volkswagen e sofreram diretamente ou testemunharam os episódios de repressão.

Audiência Pública para debater os impactos do programa “Zona Azul” no Centro de Manaus a partir do Plano de Mobilidade Urbana


Por solicitação do vereador Waldemir José (PT), a Comissão de Serviços Públicos da Câmara Municipal de Manaus (Comserp/CMM) realizará nesta quinta-feira (17), as 14h00, no plenário da Câmara, audiência Pública para debater “Os impactos da Implantação do Sistema de Estacionamento Rotativo ‘Zona Azul’ e sua relação com o Plano de Mobilidade Urbana do Município de Manaus”. 

De acordo com o autor do debate, o ordenamento do Centro de Manaus tem que acontecer, porém até agora quase nada foi feito e os estacionamentos devem estar inseridos na perspectiva do Plano de Mobilidade Urbana, ou seja, num plano mais amplo no sentido de reduzir os impactos ambientais da mobilidade urbana. 

“Os estacionamentos e o fim dos congestionamentos são as principais reivindicações dos motoristas e são elas as propostas que se confrontam com a Lei de mobilidade. Por isso, é importante que os estacionamentos se localizem nas periferias e o centro fique disponível para os pedestres e ciclovias”, afirma Waldemir. 

Outro ponto que será debatido na audiência é a proposta da Prefeitura de terceirizar a administração do Projeto “Zona Azul”. Pauta polêmica, considerando que o município perderá um grande recurso, cerca de R$ 20 milhões por ano, ao entregar o sistema rotativo de estacionamentos nas mãos de empresários. 

Deverão participar dessa audiência as cooperativas de táxis da cidade, representante da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Defensoria Pública do Estado, Ministério Público do Estado (MPE/AM), Federação do Comércio de Bens, Associação de Guardadores e Lavadores de Veículos do Amazonas (Aglavam), Instituto Municipal da Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb), Instituto Amazônico Cidadania (Iaci), Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua), Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Transito (Manaustrans), Movimento Pedala Manaus, Sindicato dos Empregados no Comércio de Manaus e Instituo do Patrimônio Histéorico e Artístico Nacional (Iphan).

SERVIÇO

O QUE: Audiência Pública para debater os impactos do programa “Zona Azul” no Centro de Manaus a partir do Plano de Mobilidade Urbana
QUANDO: 17 de setembro (quinta-feira)
HORÁRIO:  14h00
ONDE: Plenário Adriano Jorge – Câmara Municipal de Manaus (CMM),
ENDEREÇO: Rua Padre Agostinho Caballero Martin, 850  - São Raimundo

Fonte: Assessoria de Comunicação

José Ricardo vota contra mais um projeto ‘obscuro’ do Estado que aumenta para 22% a contribuição para o Amazonprev.


O deputado José Ricardo Wendling (PT) foi o único a votar contra o Projeto do Governo do Estado, aprovado hoje (16) pela maioria dos parlamentares, que aumentou de 11% para 22% a contribuição mensal para a Previdência do Estado (Amazonprev), a fim de solucionar a situação deficitária do fundo financeiro. “Já havia pedido algumas explicações do secretário da Sefaz quanto à situação da previdência do Estado, mas até hoje não tive respostas. Por isso, meu posicionamento contrário”.

Ele questionou o porquê desse aumento de alíquota ser somente para 12 meses. “Se existe um “rombo” no fundo financeiro, por que é algo temporário?”. Além disso, não apresentaram demonstrativos financeiros comprovando essa situação. “Esse Projeto estava obscuro”, observou.

De acordo com o parlamentar, o Estado vai retirar recursos financeiros do seu orçamento para aumentar esses repasses ao fundo da previdência, sem justiçar os motivos ou o tamanho dos gastos. Poderá também utilizar recursos do Fundeb, que vem do Governo Federal para investir na educação e no pagamento de professores. Não acho correto. “Serão menos recursos que poderiam ser investidos para pagar auxílio transporte integral a todos os professores, como também auxílio-alimentação e até plano de saúde”.

Para José Ricardo, o governador deveria cobrar judicialmente que o Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o Ministério Público Estadual (MPE) cumpram a Constituição Federal e passem a contribuir com o regime da previdência social do Estado. “Assim, não teríamos esse déficit nas contas da previdência, que agora vai penalizar ainda mais os trabalhadores do Estado e a população”, finalizou o petista.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Waldemir propõe a criação da Comissão Especial do Passe Livre.


Diante da falta de protagonismo da Comissão de Transporte, Viação e Obras Públicas da Câmara Municipal de Manaus (CVOP/CMM) em relação ao debate sobre o Passe Livre, o vereador Waldemir José (PT) deu entrada nesta quarta-feira (16), no requerimento que solicita à Mesa Diretora da CMM criação de uma Comissão Especial para tratar exclusivamente do Passe Livre.

Além disso, Waldemir também usou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), durante a Sessão Plenária, para cobrar do presidente da Comissão de Transporte, vereador Rosivaldo Cordovil (PTN), a realização da reunião agendada para acontecer na última segunda-feira, que trataria da criação de uma agenda para o debate acerca da emenda à Lei Orgânica do Município (Loman) que, se aprovada, garantirá o Passe Livre.

De acordo com o parlamentar, a presidência da Câmara firmou um acordo com os estudantes de que seria realizada uma reunião na segunda-feira (14), mas foi cancelada sem aviso prévio, sob a justificativa, segundo Rosivaldo Cordovil, de que não teria informações suficientes para que fosse realizada.

Sobre o requerimento, Waldemir justifica que a Comissão Especial, que será formada por membros das Comissões de Transporte, de Educação e de Direitos da Criança, do Adolescente e do Idoso, tem por finalidade promover parecer sobre a implantação do Passe Livre estudantil no município de Manaus. “Nos lugares onde existe o Passe Livre os índices de evasão e reprovação escolar são baixos, além de contribuir para incluir nas escolas pessoas que não possuem renda sequer para pagar a meia passagem”, disse.

*Fonte: Assessoria de Comunicação

Manifesto pró-Dilma chama atos da oposição de ‘nova forma de golpismo’

No manifesto, os parlamentares se manifestaram apoio ao mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Um grupo de deputados da base aliada ao governo entregou manifesto à presidente Dilma Rousseff em que defende a legitimidade do mandato da petista. O documento, intitulado “Declaração em Defesa da Democracia e do Mandato Popular”, foi assinado por líderes ou presidentes do PT, PCdoB, PDT, PMDB, PP, PR, Pros, PSD e PRB. Entregue durante café da manhã no Palácio do Planalto na manhã de terça-feira (15), em que a presidente reuniu membros da Câmara para buscar apoio ao ajuste fiscal, o texto chama o movimento oposicionista pelo impeachment de Dilma de “nova forma de golpismo”.

“Considerando que tal processo se constitui numa clara e nova forma de golpismo, a qual, embora não se utilize mais dos métodos do passado, abusa dos mecanismos solertes das mentiras, dos factóides e das tentativas canhestras de manobras pseudo-jurídicas para afrontar o voto popular e a democracia”, assinam os deputados.

Divulgado pelo blog do jornalista Fernando Rodrigues, o manifesto não faz uso da palavra impeachment, mas não deixa de destacar que, para os governistas, os congressistas da oposição estão tentando “deslegitimar e encerrar de forma prematura o mandato popular conquistado, de forma limpa, em pleito democrático” por Dilma.

Conforme explica o jornalista, as lideranças desses partidos comandam cerca de 301 deputados na Casa legislativa. O número já impediria que o processo de impeachment da presidente fosse aberto, já que com 257 votos é suficiente para barrar a vontade da oposição. Contudo, o governo não tem conseguido conquistar apoio completo das bancadas dos partidos considerados governistas.

Para o jornalista, o manifesto faz parte de uma estratégia do Palácio do Planalto de acumular forças, por meio de declarações de autoridades importantes em prol da presidente, fazendo com que a disputa política não seja protagonizada apenas pela oposição.

Confira íntegra do manifesto:

“Declaração em Defesa da Democracia e do Mandato Popular

Nós, representantes dos partidos que dão sustentação ao governo legítimo e democrático da presidenta Dilma Rousseff,

CONSIDERANDO que a presidenta Dilma Rousseff tomou posse, há pouco mais de oito meses, para um mandato de quatro anos, após vencer um pleito democrático, limpo e livre;

ASSINALANDO que é dever cívico, constitucional e democrático da presidenta da República honrar o mandato a ela concedido pelo povo brasileiro até o seu final;

ENFATIZANDO que o cumprimento do mandato obtido legitimamente nas urnas significa, sobretudo, respeito ao voto popular, base de qualquer democracia digna desse nome;

LAMENTANDO, contudo, que, desde a apuração dos resultados das urnas, forças políticas radicais, que exibem baixo compromisso com os princípios democráticos, venham se dedicando diuturnamente a contestar e questionar o mandato popular da presidenta Dilma Rousseff, utilizando-se dos mais diversos subterfúgios políticos e jurídicos, que vão desde o absurdo e inédito questionamento da urna eletrônica, lisura do pleito até a tentativa de criminalização de práticas orçamentárias em um contexto de crise fiscal e utilizadas por vários governos no passado, incluindo a contestação intempestiva das contas de campanha previamente aprovadas na justiça eleitoral;

CONSIDERANDO que tal processo se constitui numa clara e nova forma de golpismo, a qual, embora não se utilize mais dos métodos do passado, abusa dos mecanismos solertes das mentiras, dos factóides e das tentativas canhestras de manobras pseudo-jurídicas para afrontar o voto popular e a democracia;

COLOCANDO EM RELEVO que, embora manifestações populares que expressem anseios e insatisfações sejam legítimas, elas não podem servir de escusa torpe e oportunista para que invistam contra o mandato legítimo da presidenta, pois a ordem constitucional brasileira sabiamente impõe processo rigoroso e fundamentos jurídicos muito sólidos para a recepção de contestações de mandatos populares;

SALIENTANDO, ademais, que, num regime presidencialista, a legitimidade do mandato é dada exclusivamente pelas urnas, não podendo ficar ao sabor de pesquisas de opinião que retratam uma conjuntura econômica adversa e impactada pelo crise internacional associada a volatilidade de uma crise política artificialmente cevada por aqueles que se recusam a reconhecer sua derrota na última eleição;

OBSERVANDO, a esse respeito, que o principal entrave ao reequilíbrio das contas públicas e à consequente retomada do crescimento econômico com distribuição de renda, como é o desejo de todos os brasileiros, reside no atual clima político deteriorado, gerado pelo golpismo que tenta se impor sobre a governabilidade e que dissemina sentimentos de insegurança, pessimismo e intolerância política por toda a sociedade;

CONVICTOS de que a presidenta Dilma Rousseff, cidadã incontestavelmente proba, honrada e dedicada, de forma integral, a trabalhar pelo bem do Brasil, fez avanços notáveis em seu governo para promover o combate à corrupção, ao fortalecer as instituições de controle e ampliar a transparência da administração pública, algo que seus críticos nunca fizeram;

CERTOS, do mesmo modo, de que a presidenta Dilma Rousseff, a qual enfrenta, desde o início de seu primeiro mandato, a pior crise mundial desde a Grande Depressão de 1929, esteve e está sinceramente empenhada, como o ex-presidente Lula, na promoção do desenvolvimento econômico com eliminação da pobreza e redução das desigualdades, processo até aqui exitoso, pois resultou na extinção prática da miséria e na ascensão social de 40 milhões de brasileiras e brasileiros, o que demonstra que os acertos desses governos progressistas foram muito superiores aos seus erros; e

CONSIDERANDO, por último, que é chegada a hora de todas forças sociais e políticas efetivamente comprometidas com o Brasil e sua democracia reafirmarem sua inestimável e bem-vinda contribuição para que o país supere suas atuais dificuldades e retome, o mais rapidamente possível, o desenvolvimento econômico e social, num ambiente de paz, reconciliação e respeito incondicional aos princípios democráticos;

DECLARAMOS:

1. Nosso firme e decidido apoio ao mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff, que se extinguirá somente em 31 dezembro de 2018;

2. Nosso mais veemente repúdio a toda forma de retrocesso democrático, que tente deslegitimar e encerrar de forma prematura o mandato popular conquistado, de forma limpa, em pleito democrático;

3. Nosso entendimento de que o Brasil demanda a superação do atual clima político deteriorado, o qual coloca sérios obstáculos à governabilidade e à recuperação econômica, dissemina a insegurança, o pessimismo, a intolerância e o ódio político pela sociedade, bem como envenena a democracia do país, duramente conquistada com a luta incansável de gerações de brasileiros;

4. Nossa absoluta convicção de que o Brasil e sua democracia são muito maiores que as dificuldades econômicas e políticas que enfrentamos, e que o país superará, em breve, todos os entraves à retomada do desenvolvimento econômico e social, preservando e aprofundando o processo democrático do qual todos os brasileiros se orgulham e se beneficiam;

5. Nosso sincero convite a todas as forças políticas responsáveis do Brasil, que não apostam no “quanto pior melhor” ou não se omitem diante dos incapazes de apresentar propostas, a que dêem sua bem-vinda contribuição para que o país se reencontre no caminho do crescimento econômico, da justiça social, da soberania e do crescente aprofundamento de sua bela e jovem democracia

Assinaturas:

Deputados federais:

André Figueiredo, PDT-CE, líder do partido
Domingos Neto, Pros-CE, líder do partido
Celso Russomano, PRB-SP, líder do partido
Eduardo da Fonte, PP-PE, líder do partido
Jandira Feghali, PC do B- RJ, líder do partido
José Guimarães, PT-CE, líder do governo
Leonardo Picciani, PMDB-RJ, líder do partido
Maurício Quintela Lessa, PR-AL, líder do partido
Orlando Silva, PC do B-SP, vice-líder do partido
Rogério Rosso, PSD-DF, líder do partido
Ságuas Moraes, PT-MT, vice-líder do partido
Aguinaldo Ribeiro, PP-PE

Presidentes e vice-presidentes de partido:

Gilberto Kassab, presidente do PSD
Luciana Santos, presidente do PCdoB
Rui Falcão, presidente do PT
Moacir Bicalho, vice-presidente do Pros
Valdir Raupp, vice-presidente do PMDB”

Governo anuncia medidas adicionais para alcançar o reequilíbrio fiscal e melhorar as contas para 2016.

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O governo anunciou nesta segunda-feira (14) medidas adicionais de reequilíbrio fiscal, visando melhorar as contas públicas para 2016. Os ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Fazenda, Joaquim Levy, anunciaram medidas que envolvem, de um lado, corte nos gastos e, de outro, aumento da arrecadação.

O governo informou que reduzirá em R$ 26 bilhões as despesas previstas para 2016, com nove diferentes iniciativas, e aumentará a arrecadação em pouco mais de R$ 40 bilhões, com três ações. Com isso, atenderá ao objetivo proposto de um superávit primário de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem. Barbosa lembrou que a redução adicional de despesas se soma ao esforço fiscal feito em 2015, que já alcança um valor total de R$ 134 bilhões, ou 2,3% do PIB.

Entre as medidas de diminuição de despesas para 2016 estão a redução de custeio com gastos administrativos, a utilização do FGTS para pagamento de parte das despesas do Minha Casa Minha Vida, a eliminação do abono de permanência para servidores que já têm condições de se aposentar, mas continuam trabalhando, e a diminuição de valores previstos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O governo também propôs o adiamento do reajuste a servidores e a suspensão de concursos públicos.

Para aumentar a arrecadação, o governo irá atuar nas seguintes frentes: reduzir gastos tributários, por meio da diminuição de benefícios tributários concedidos a empresas nos últimos anos; realocar fontes de receita, utilizando parte das alíquotas da folha do Sistema S para equilibrar as contas da Previdência Social; e estabelecer duas medidas arrecadatórias, a saber: a CPMF, provisória por até quatro anos, com alíquota de 0,2%, também a ser utilizada para cobrir os gastos da Previdência; e imposto de renda sobre venda de bens acima de R$ 1 milhão. Algumas das medidas precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional.

“Temos instrumentos para melhorar nossa situação fiscal e para recuperar o crescimento da economia o mais rápido possível. Isso envolve sim, o custo. É um custo que nós estamos procurando distribuir da maneira mais equilibrada possível, nos diversos gastos e nas diversas receitas da União”, disse Nelson Barbosa.

De acordo com ele, as medidas são resultado de um trabalho que já vinha sendo feito pelas equipes da Fazenda, do Planejamento e da Casa Civil. “Um trabalho que contou, também, com discussões e sugestões de vários agentes do setor privado, do Parlamento, de prefeitos, de governadores, da sociedade como um todo”, acrescentou.

Joaquim Levy, por sua vez, ressaltou que o País vive um momento em que são necessários ajustes e que “o governo está fazendo isso sem deixar de cumprir suas obrigações”. “Nós estamos buscando esse equilíbrio redimensionando programas e tendo apoio do funcionalismo durante essa travessia. E também otimizando outras fontes, para conseguirmos atravessar esse momento com o mínimo de aumento de imposto”.

Saiba mais sobre o que será feito para reduzir as despesas:

– adiamento do reajuste dos servidores, resultando em uma redução de R$ 7 bilhões na despesa obrigatória. O reajuste já negociado ou em negociação com servidores do Executivo está mantido, mas a data de início da parcela prevista para 2016 será adiada de janeiro para agosto;

– suspensão de concursos, com impacto de R$ 1,5 bilhão a menos nas despesas obrigatórias, sendo R$ 1 bilhão no Poder Executivo e R$ 0,5 bilhão nos demais poderes;

– eliminação do Abono de Permanência, o valor recebido por servidores públicos que já têm condições de se aposentar, mas continuam trabalhando. A medida requer uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e alcançará a economia de R$ 1,2 bilhão;

– a implementação do teto remuneratório do serviço público, que é limitado pelo subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal, com economia prevista de R$ 800 milhões. A medida irá disciplinar a criação de verbas adicionais extra-teto e determinar o cruzamento de dados entre União, estados e municípios para evitar extrapolação do teto;

– redução de gasto com custeio administrativo. Por meio de renegociação de contratos (aluguel, manutenção, segurança, veículos e outros itens), limites para gastos com servidores (diárias, passagens, auxílio moradia e telefone) e redução de ministérios e cargos de confiança (Reforma Administrativa), será alcançado um corte de R$ 2 bilhões;

– direcionamento de recursos do FGTS para o pagamento de parte das despesas da faixa I do Programa Minha Casa Minha Vida, substituindo gastos inicialmente previstos no orçamento da União. O impacto será de R$ 4,8 bilhões a menos nos gastos discricionários;

– redução de R$ 3,8 bilhões no valor inicialmente previsto para o PAC em 2016, com proposta de direcionamento de emendas parlamentares obrigatórias para os programas do PAC;

– cumprimento do gasto constitucional com Saúde, reduzindo as despesas em R$ 3,8 bi. Haverá uma recomposição pelo gasto obrigatório das emendas parlamentares individuais, para as programações prioritárias da Saúde;

– revisão do gasto com subvenção de garantia de preços agrícolas. O valor do Programa de Garantia do Preço Mínimo será revisado para a média de execução do programa nos últimos quatro anos (R$ 600 milhões), uma redução de R$ 1,1 bilhão.

Fonte: http://blog.planalto.gov.br/governo-anuncia-medidas-adicionais-para-alcancar-o-reequilibrio-fiscal-e-melhorar-as-contas-para-2016/

Seminário vai debater o Saneamento Básico de Manaus


Os deputados estaduais José Ricardo Wendling e Sinésio Campos, os vereadores de Manaus Waldemir José da Silva, Professor Bibiano e Rosi Matos, juntamente com a direção municipal do Partido dos Trabalhadores realizarão neste sábado (12/9), às 9h, Seminário saneamento básico: água e esgoto. Este é o quarto do ciclo de debates denominados “Construindo Uma Nova Manaus”.

A exposição será feita pelo coordenador da Frente Nacional pelo Saneamento Ambiental, assessor de Saneamento da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) e membro do Comitê Técnico de Saneamento do Conselho Nacional das Cidades, Edson Aparecido. 

“A falta de saneamento básico tem um reflexo direto na sua saúde e no bem estar da população, mas, infelizmente ainda é um serviço bastante negligenciado pelos governos. É uma área que deveria ter uma atenção prioritária, porque a falta de água devidamente tratada e de esgoto causam várias doenças, que afetam principalmente os mais vulneráveis, as crianças”, ressaltou o deputado José Ricardo.

Em 2014, o Instituto Trata Brasil divulgou o ranking do saneamento básico no País, e Manaus ficou entre os piores índices. O estudo revela que apenas 27,5% da capital tem acesso à rede de tratamento de esgoto, recebendo por isso a nota 0,69 (o máximo é 2,5). O levantamento confirma que 0,20% dos mais de R$ 231,9 milhões que foi arrecadado pelo serviço de água e esgoto em Manaus, foi investido na ampliação da rede na capital.

A pesquisa informa ainda, que Manaus precisaria fazer 330.226 novas ligações de água e 25.019 ligações de esgoto nos próximos 20 anos para alcançar a meta estabelecida pelo instituto. E mais, de toda água consumida pela população manauara, somente 24,33% recebe coleta e tratamento de esgoto. Para fazer o ranking foram avaliados os números do Sistema Nacional de Informação de Saneamento (SNIS).

As primeiras discussões trataram do transporte público e mobilidade urbana, educação, saúde, nos meses de junho, julho e agosto, respectivamente. Ao final de cada seminário, é criado um grupo de trabalho que formulará um projeto sobre o tema abordado. 

SERVIÇO
  • O QUE: Seminário Saneamento Básico: água e esgoto;
  • QUANDO: No próximo sábado (12/9);
  • HORÁRIO: 9h;
  • LOCAL: Cefam (Centro de Formação da Arquidiocese de Manaus);
  • ENDEREÇO: Av. Joaquim Nabuco, 1023, Centro
Fonte: Assessoria de Comunicação

Conheça a programação de setembro do Projeto Tacacá na Bossa.

Tacacá na Bossa/ Foto Gabriela Rassy

O Tacacá da Gisela promove semanalmente um evento de música ao ar livre. O Tacacá na Bossa convida toda quarta-feira um artista para se apresentar no palco montado em frente ao quiosque. O som começa às 19h, no Largo São Sebastião, e a entrada é franca. O projeto foi criado em 2005, portanto, essa é a décima temporada.

Confira a programação das próximas semanas:

  • 16/09 - Ludi Souza - Despedindo-se do público manauara;
  • 23/09 - Sérgio Souto e Zeca Torres (Torrinho); e 
  • 30/09 - The Walrus - Especial Paul McCartney.

Inter humilha Vasco e aplica goleada histórica no Beira-Rio.

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Oito jogos sem vencer no Brasileiro, cinco derrotas consecutivas, seis partidas sem marcar gols dentro do campeonato e, agora, vítima da maior goleada do Brasileirão. Os números negativos do Vasco não têm fim. Nesta quarta, a equipe carioca viveu mais um triste capítulo de sua campanha em 2015. No Beira-Rio, foi presa fácil para o Internacional, que venceu por 6 a 0 no Beira-Rio. Ernando, Eduardo Sasha, Lisandro López (duas vezes), Valdívia e Nilton fizeram os gols colorados.

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O Vasco entrou com uma proposta de congestionar o meio e apostar na experiência. Porém, a estratégia foi frustrada logo aos 10 minutos, com um gol de cabeça de Ernando marcado em uma falha coletiva dos cariocas na bola aérea defensivas. Sem forçar o ritmo, os gaúchos ampliaram a vantagem com Sasha antes do intervalo. No começo da etapa final, Lisandro matou de vez o jogo. Valdívia e Nilton fizeram dois golaços a seguir, e Lisandro fez mais um nos acréscimos.

Com a 15ª derrota em 22 jogos, o Vasco segue afundado na lanterna, estacionado nos 13 pontos. A equipe ganhou só três partidas, marcou apenas oito gols (não faz sequer um pelo campeonato desde 26 de julho) e sofreu 40 até agora. No próximo sábado, o desafio é ainda mais complicado: o vice-líder Atlético-MG, em São Januário. O Colorado sobe a 31, terminando o jogo em 8º lugar. A equipe de Argel Fucks entra em campo também no sábado, no Morumbi, diante do São Paulo.

Terremoto no Japão de 7,1 na ecala de Richter.

O terremoto de magnitude 7,1 atingiu o sul do Japão terça-feira, dia 28, causando forte explosão em shoppng cerca de uma hora após os tremor...