Sem os dois principais candidatos, o debate, esvaziado, deve contar apenas com Renan, Caiado, Cury e Zema. O inelegível Pablo Marçal (PRTB) apelou à emissora para receber um convite, mas o Tribunal Superior Eleitoral proibiu sua participação em debate.
O primeiro debate presidencial das eleições de 2026, marcado para 23 de agosto, há de fato uma situação incomum: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) não participarão, e o debate ficará com Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).
Isso faz com que o debate tenha uma forte predominância de candidatos identificados com a direita e extrema-direita.
A ausência de Lula foi atribuída pela campanha à avaliação de que ele estaria em desvantagem em um debate com vários adversários.
Já Flávio Bolsonaro anunciou que pretende participar, no primeiro turno, somente de debates em que Lula também esteja presente, evitando enfrentar outros candidatos da direita.
O resultado é curioso: os dois candidatos que lideram as pesquisas para a Presidência estarão ausentes justamente do primeiro debate televisivo da campanha.


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