As malocas da Praça de Maio - por José Ribamar Bessa.

Na Argentina, elas foram reprimidas por baionetas quando indagaram, em 1977, pelos filhos presos. Os generais golpistas debocharam:“son las locas de Plaza de Mayo”. Obstinadas, não desistiram, continuaram ocupando a Praça de Maio, desfilando o seu protesto semanal diante da Casa Rosada e da catedral até que, finamente, reconhecidas pela sociedade, contribuíram para o fim da ditadura e a prisão dos torturadores.
No Brasil, vários movimentos nos fizeram ouvir a voz de quem foi silenciado. No entanto, como ninguém entende línguas indígenas, nem se interessa por aprendê-las, não se escuta o clamor dos índios, seja de mães indígenas por seus filhos ou de índios por seus pais desaparecidos. Desta forma, os índios, sempre invisíveis na historia do Brasil, ficaram de fora das narrativas e não figuram nas estatísticas dos desaparecidos políticos. Na floresta, não há praças de maio.
Mas agora isso começa a mudar. Relatório do Comitê Estadual da Verdade do Amazonas, que será em breve publicado pela Editora Curt Nimuendajú, de Campinas (SP), começou a mapear os estragos, comprovando que na Amazônia, mais do que militantes de esquerda, a ditadura eliminou índios, entre outros, Cinta-Larga e Surui (RO/MT), Krenhakarore na rodovia Cuiabá-Santarém, Kanê ou Beiços-de-Pau do Rio Arinos (MT), Avá-Canoeiro (GO), Parakanã e Arara (PA), Kaxinawa e Madiha (AC), Juma, Yanomami e Waimiri-Atroari (AM/RR).
O foco do primeiro relatório, de 92 páginas, já encaminhado à Comissão Nacional da Verdade (CNV), incide sobre os Kiña, denominados também como Waimiri-Atroari, cujos desaparecidos são conhecidos hoje por seus nomes, graças a um trabalho cuidadoso que ouviu índios em suas línguas, consultou pesquisadores e indigenistas, fuçou arquivos e examinou documentos, incluindo desenhos que mostram índios metralhados por homens armados com revólver, fuzil, rifles, granadas e cartucheira, jogando bombas sobre malocas incendiadas.
Os desaparecidos
De noite, nas malocas, os sobreviventes narram a história da violência sofrida, que começou a ser escrita e ilustrada por crianças alfabetizadas na língua Kiña pelos professores Egydio e Doroti Schwade com o método Paulo Freire. O casal morou com quatro filhos pequenos na aldeia Yawará, sul de Roraima, em 1985 e 1986, antes de ser expulso pelo então presidente da Funai, Romero Jucá, lacaio subserviente das empresas mineradoras.
Durante esse período, Egydio registrou, com ajuda de Doroti, as narrativas contadas às crianças por adultos que testemunharam os fatos. Os primeiros textos escritos por recém-alfabetizados, ilustrados por desenhos, revelaram “o método e as armas usadas para dizimá-los: aviões, helicópteros, bombas, metralhadoras, fios elétricos e estranhas doenças. Comunidades inteiras desapareceram depois que helicópteros com soldados sobrevoaram ou pousaram em suas aldeias” – diz o relatório.
Com a abertura da rodovia BR-174 e a entrada das empresas mineradoras, muitas aldeias foram varridas do mapa. “Pais, mães e filhos mortos, aldeias destruídas pelo fogo e por bombas. Gente resistindo e correndo pelos varadouros à procura de refúgio em aldeia amiga. A floresta rasgada e os rios ocupados por gente agressiva e inimiga. Esta foi a geografia política e social vivenciada pelo povo Kiña desde o início da construção da BR-174, em 1967, até sua inauguração em 1977″ - segundo o relatório.
Alguns sobreviventes refugiados na aldeia Yawará conviveram durante dois anos com Egydio e Doroti. Lá, todas as pessoas acima de dez anos eram órfãs, exceto duas irmãs, cuja mãe ainda vivia. O relatório transcreve a descrição feita pelo índio Panaxi:
A eles se somaram outros de uma lista feita por Yaba: Mawé, Xiwya, Mayede – marido de Wada, Eriwixi, Waiba, Samyamî – mãe de Xeree, Pikibda, a pequena Pitxenme, Maderê, Wairá – mulher de Amiko, Pautxi – marido de Woxkî, Arpaxi – marido de Sidé, Wepînî – filho de Elsa, Kixii e seu marido Maiká, Paruwá e sua filha Ida, Waheri, Suá – pai de Warkaxi, sua esposa e um filho, Kwida – pai de Comprido, Tarakña e tantos outros.
Quem matou
A lista é longa, os mortos têm nomes, mas às vezes são identificados pelo laço de parentesco: “a filha de Sabe que mora no Mrebsna Mudî, dois tios de Mário Paruwé, o pai de Wome, uma filha de Antônio”, etc. O relatório se refere ao “desaparecimento de mais de 2.000 Waimiri-Atroari em apenas dez anos”. Na área onde se localiza hoje a Mineradora Taboca (Paranapanema) desapareceram pelo menos nove aldeias aerofotografadas pelo padre Calleri, em 1968, em sobrevoos a serviço da FUNAI. Os alunos da aldeia Yawará desenharam casas e escreveram ao lado frases como:
- Apapa takweme apapeme batkwapa kamña nohmepa [o meu pai foi atirado com espingarda por civilizado e morreu] , escreveu Pikida, ao lado do desenho que ilustra o fato.
- Taboka ikame Tikiriya yitohpa. Apiyamyake, apiyemiyekî? [Taboca chegou, Tikiria sumiu, por que? Por que?]
A resposta pode ser encontrada no ofício 042-E2-CONF. do Comando Militar da Amazônia, de 21/11/1974, assinado pelo General Gentil Nogueira, que recomendava o uso da violência armada contra os índios, segundo o relatório encaminhado à Comissão Nacional da Verdade.
Um mês e meio depois, o sertanista Sebastião Amâncio da Costa, nomeado chefe de Frente de Atração Waimiri-Atroari (FAWA), em entrevista ao jornal O Globo (06/01/1975), assumiu de público as determinações do general Gentil, declarando que faria “uma demonstração de força dos civilizados que incluiria a utilização de dinamite, granadas, bombas de gás lacrimogêneo e rajadas de metralhadoras e o confinamento dos chefes índios em outras regiões do País”.
O resultado de toda essa lambança é descrito por Womé Atroari, em entrevista à TV Brasil, relatando um ataque aéreo a uma aldeia e outros fatos que presenciou:
- Foi assim tipo bomba, lá na aldeia. O índio que estava na aldeia não escapou ninguém. Ele veio no avião e de repente esquentou tudinho, aí morreu muita gente. Foi muita maldade na construção da BR-174. Aí veio muita gente e pessoal armado, assim, pessoal do Exército, isso eu vi. Eu sei que me lembro bem assim, tinha um avião assim um pouco de folha, assim, desenho de folha, assim, um pouco vermelho por baixo, só isso. Passou isso aí, morria rapidinho pessoa. Desse aí que nós via.
Os tratores que abriam a estrada eram vistos pelos índios como tanques de guerra. “Muitas vezes os tratores amanheciam amarrados com cipós.Essa era uma maneira clara de dizer que não queriam que as obras continuassem. Como essa resistência ficou muito forte, o Departamento Estadual de Estradas de Rodagem do Amazonas-DER-AM, inicialmente responsável pela construção, começou a usar armas de fogo contra os indígenas”.
Sacopã e Parasar
O relatório informa que “as festas que reuniam periodicamente os Waimiri-Atroari foram aproveitadas pelo PARASAR para o aniquilamento dos índios”. Conta detalhes. Registra ainda o desaparecimento de índios que se aproximaram, em agosto de 1985, do canteiro de obras da hidrelétrica do Pitinga, então em construção:
“É muito provável que tenham sido mortos pela Sacopã, uma empresa de jagunços, comandada por dois ex-oficiais do Exército e um da ativa, subordinado ao Comando Militar da Amazônia, empresa muito bem equipada, que oferecia na época serviços de “limpeza” na floresta à Paranapanema no entorno de seus projetos minerais. Os responsáveis pela empresa foram autorizados pelo Comando Militar da Amazônia a manter ao seu serviço 400 homens equipados com cartucheiras 20 milímetros, rifle 38, revolveres de variado calibre e cães amestrados”.
Os autores do relatório dão nomes aos bois, esclarecendo que quem comandava a Sacopã no trabalho de segurança da Mineração Taboca/Paranapanema e no controle de todo acesso à terra indígena eram dois militares da reserva: o tenente Tadeu Abraão Fernandes e o coronel reformado Antônio Fernandes, além de um coronel da ativa, João Batista de Toledo Camargo, então chefe de polícia do Comando Militar da Amazônia.
É Rondon de cabeça pra baixo: “Matar ainda que não seja preciso; morrer nunca”, num processo iniciado com o colonizador e ainda não concluído.  Na Amazônia, o cônego Manoel Teixeira, irmão do governador Pedro Teixeira, em carta ao rei de Portugal, em 5 de janeiro de 1654, escrita no leito da morte, declara que “no espaço de trinta e dois anos, são extintos a trabalho e a ferro, segundo a conta dos que ouviram, mais de dois milhões de índios de mais de quatrocentas aldeias”.
O relatório é um bom começo, porque evidencia que os índios precisam de uma Comissão da Verdade não apenas para os 21 anos de ditadura militar, mas para os 514 anos de História em que crimes foram e continuam sendo cometidos contra eles. Assim, podem surgir praças de maio dentro das malocas, cobrando mudanças radicais na política indigenista do país.
Fonte: http://www.taquiprati.com.br/cronica.php?ident=1089

PCdoB oficializa apoio à pré-candidatura de Eduardo Braga.

Convenção do PCdoB que declarou apoio à Braga foi realizada no auditório da Fieam

Mais um partido declarou apoio à pré-candidatura do senador Eduardo Braga (PMDB) ao cargo de governador do Amazonas nas eleições deste ano. Dirigentes do PCdoB, como o presidente estadual do partido, Eron Bezerra, anunciaram o apoio durante reunião neste domingo (1º), no auditório da Fieam, em Manaus.

A direção do PCdoB tomou decisão unânime de se ligar a Eduardo Braga durante as próximas eleições. “O PCdoB não apoia ninguém porque essa pessoa faz parte do governo. Nós apoiamos pelos compromissos que essa pessoa tem com o nosso projeto e nosso estado. Nosso objetivo é fortalecer um projeto nacional, de reeleição de Dilma Rousseff”, disse Bezerra.

Esta será a quarta vez que o PCdoB fará aliança com Braga. Ambos estiveram juntos em 1998, em 2006, 2010 e agora em 2014. Eron Bezerra disse que apenas em 2002 as duas siglas estiveram em campos opostos. Na ocasião, Braga elegeu-se pela primeira vez ao governo do Amazonas. Além do PCdoB, PT, PTB e PRB também a pré-candidatura do senador.

Eduardo Braga compareceu ao ato de apoio organizado pelo PCdoB, que reuniu aproximadamente 500 pessoas, entre a senadora Vanessa Grazziotin, a ex-secretária de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), Alessandra Campelo, o ex-deputado estadual Francisco Balieiro e o líder estudantil Yann Evanovick.

Fonte: http://acritica.uol.com.br/noticias/PCdoB-candidatura-Eduardo-Braga-Amazonas_0_1148885116.html

Auxiliadora - por Dom Sérgio Castriani.


Maio passou e deixou no ar a atmosfera mariana que o marca. Ele é também mês das mães, das noivas, das flores, do trabalho. Nele, celebramos a festa de Maria Auxiliadora dos cristãos, uma devoção que veio de tempos violentos de guerras entre cristãos e infiéis pela hegemonia religiosa na Europa. Nos tempos modernos foi assumida por Dom Bosco e seus filhos e filhas.

Convidado para celebrar a sua festa, numa obra salesiana, fui envolvido por uma atmosfera juvenil como poucas vezes acontece. Chegando ao Pró-Menor, instituição já tradicional em Manaus, encontrei-me com mais de mil jovens envolvidos numa gincana mariana. O ambiente era de festa e cada equipe tinha bandeiras de diferentes países, o que lembrava Copa do Mundo, mas também fraternidade universal. As equipes vibravam num espírito de camaradagem tão próprio da juventude. Os jovens que ali passam frequentam cursos profissionalizantes e, em geral, estão em programas de aprendizagem nas empresas de Manaus.

O ambiente não era de escola comum, mas de uma grande família. Além de profissionalização, deu para sentir que ali se vive a alegria da juventude, tempo de sonhos, de ideais, de descobertas, de entusiasmo e generosidade. A pedagogia salesiana era visível na presença tranquila do diretor e dos assistentes e educadores que com o olhar terno e exigente como é próprio de quem ama a tudo supervisionavam e davam segurança, permitindo aos jovens experimentar uma liberdade que leva à realização pessoal quando vivida dentro dos limites da responsabilidade por si e pelos outros.

Sai revigorado na minha fé e na minha esperança, e consciente de que havia testemunhado o reinado de Deus que já está entre nós. Presenciei o presente e o futuro que se encontram nesta idade tão bela e tão dramática. Esqueci, por uns momentos, da realidade trágica de jovens assassinos e assassinados, tomei consciência de que somos nós, os adultos, que, às vezes, nos comportamos como lobos vorazes e destruidores de sonhos e revivi os sonhos de Dom Bosco, sentindo a urgência de priorizarmos crianças e juventude nos nossos planos de pastoral e nas políticas públicas, senti um santo orgulho de ser parte de uma igreja que produz tantos frutos de santidade, de solidariedade e de paz.

Percebi na presença numerosa de jovens que frequentam outras comunidades eclesiais, que na juventude repousa também a esperança de um mundo plural, que respeita diversas expressões culturais e religiosas. Toda a agitação era presidida por Maria, cuja imagem foi trazida com alegria e respeito na procissão que deu início à eucaristia solene, seguida por todos, com respeito e com os silêncios previstos no rito. Senti a responsabilidade de ser pastor e ao mesmo tempo uma gratidão imensa por todos os que gastam suas vidas para que jovens possam viver.

Relatório mostra que empresa de Joaquim Barbosa funciona em apartamento do STF.

Só a Folha deu a matéria, após semanas correndo na blogosfera. O Globo não.

Os brasileiros que se limitam a se informar pela grande mídia ainda não sabem que Joaquim Barbosa, presidente do STF, comprou um apartamento em Miami usando uma “corporation”, aberta em seu nome. E que usou um apartamento funcional como endereço sede da empresa.

Hoje o Globo diz que Barbosa renunciou porque recebeu um telefonema no qual uma voz diz a ele “que sua hora está chegando”.

Nada disso. Barbosa renunciou porque fez uma besteira atrás da outra. A mídia tentou blindar ao máximo.

Pois bem, temos uma novidade. Mesmo depois de tantas denúncias, Barbosa não atualizou o endereço da Assas JB Corporation. O relatório de 2014 mostra que o endereço do apartamento funcional continua lá, firme e forte.

Antes, uma interpretação amiga poderia até considerar que Barbosa usou o endereço de um apartamento funcional como sede de sua “empresa” criada em Miami por um descuido. Agora não há mais essa desculpa. Barbosa foi negligente e continua sendo. Agora é quase um desafio à lei. Ele pode tudo.

Confira neste link, o relatório anual da Assas JB Corp para 2014, divulgado ao final de abril.


Fonte: http://www.ocafezinho.com/2014/06/01/bomba-o-relatorio-de-2014-da-empresa-de-joaquim-barbosa-em-miami/

A poucos dias para Copa, rodoviária de Manaus entra em reforma.

Segundo cobradora de ônibus, coletivos também sofrem os efeitos do descaso na Rodoviária (Foto: Jamila Alves/G1)

A 11 dias para a Copa do Mundo, a Rodoviária de Manaus entrou em reforma. Os trabalhos no terminal começaram sábado (31). O local é alvo de constantes críticas da população por conta da sujeira e falta de estrutura. Atualmente, as plataformas de embarque e desembarque foram interditadas, enquanto salas e fachadas são pintadas.

As más condições do terminal causam transtornos aos passageiros. "Está precária a situação. Tem que pegar chuva, correr e não tem ninguém para informar sobre o ônibus que você vai pegar. Está complicado", disse a funcionária pública Meyre Castelo Branco.

O terminal recebe cerca de 30 mil passageiros por mês e dentre outros fatores, a desorganização incomoda até mesmo os funcionários do local. "Eu estou com o sapato molhado, mas a gente enfrenta. Toda vez que chove aqui é esse sacrifício. Esperamos que essa reforma traga melhorias para o nosso setor de trabalho", contou o agente de plataforma Divanir Souza.

Durante a Copa do Mundo, além de atender quem vive no interior do Amazonas, a Rodoviária de Manaus deverá receber também turistas de Roraima e da Venezuela. Os operários correm contra o tempo para finalizar as obras antes do início do Mundial, no dia 12 de junho.

Procurada pela reportagem, a Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas (Arsam) informou que tem um escritório que funciona durante 24h, todos os dias na Rodoviária e que qualquer dúvida da população pode ser sanada através do telefone 0800 280 8585 ou do site da instituição.

Fonte: http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2014/06/poucos-dias-para-copa-rodoviaria-de-manaus-entra-em-reforma.html

Candidatos disputam horário eleitoral na TV, no Amazonas.

Candidatos fazem alianças por mais tempo de exposição na televisão

Dois fatores que podem contribuir na vitória de uma eleição majoritária estão sendo disputados "a tapa" pelos principais pré-candidatos ao Governo do Amazonas: o apoio dos partidos políticos e seus respectivos tempos no rádio e na TV. Os dois principais candidatos à disputa, o senador Eduardo Braga (PMDB) e o governador José Melo (PROS), receberam as primeiras adesões de siglas partidárias nas últimas semanas.

Embora tenha o maior número de legendas, até agora, sete ao todo (PROS, PSD, DEM, PTN, PSC, PSL, PRP), o tempo de exposição de Melo no rádio e na televisão, caso a propaganda eleitoral gratuita estivesse começado, seria de 3 minutos e 6 segundos, sem contar o tempo a ser distribuído igualitariamente (1/3) entre os partidos, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) - em torno de 26 segundos.

O senador Eduardo Braga já recebeu o apoio oficial do PT, PTB, PRB e PPL. Hoje, o PCdoB, da senadora Vanessa Grazziotin, embarca na candidatura Braga levando à coligação seus quase 43 segundos. Reunindo o tempo previsto do PMDB, que é de 2 minutos e 34 segundos, o senador contaria hoje com 7 minutos e 33 segundos porque o PT, com a maior bancada de deputados federais, dispõe de generosos 3 minutos e 3 segundos de propaganda.

Amazonino

No jogo das probabilidades, tudo indica que o PDT, do ex-governador Amazonino Mendes, que conta com 43 segundos de tempo no rádio e na TV, ficará ao lado do senador peemedebista. Se essa parceria se concretizar, virão também o PV, PRTB e PTC, todos sob influência de Amazonino, e mais 44 segundos das três legendas.

A última aquisição da chapa Braga poderá ser o Solidariedade (SD), comandado pelo deputado federal Henrique Oliveira. O senador tem cortejado o parlamentar, mas Henrique diz não ter desistido de uma candidatura própria ao Governo do Estado. O tempo do SD é de 1 minuto. A partir dessas conjeturas, Eduardo Braga teria 11 partidos e quase 10 minutos na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão que começa no dia 19 de agosto.

Alfredo

O governador José Melo também poderá ampliar o seu arco de alianças e o tempo no rádio e na televisão. Um deles é o Partido da República (PR), do senador Alfredo Nascimento. Embora venha afirmando que as aparições ao lado do governador não significam aliança para as eleições, Alfredo e o PR tendem a ficar com o PROS, assim como o PRTB, do irmão dele, Evilázio Nascimento. As duas legendas têm 1 minuto e 40 segundos, um bom tempo de exposição na mídia eletrônica.

Pelo fato de ter participado de dois encontros com Melo, o PHS, do vereador Wilker Barreto, tende a compor a chapa do PROS e garantir seus 2 segundos na propaganda eleitoral. Por esses cálculos, o governador teria até aqui o apoio de 10 partidos e um total de 4 minutos e 48 segundos no rádio e na TV.

PSB, PPS e PMN estão na disputa

A disputa eleitoral no Amazonas, no entanto, não se resume apenas ao senador Eduardo Braga e ao governador José Melo. O PSB, com 1 minuto e oito segundos de tempo no rádio e na TV, vai lançar o deputado estadual Marcelo Ramos. O PPS, dono de 27 segundos de propaganda eleitoral gratuita, está determinado na candidatura do vice-prefeito de Manaus, Hissa Abrahão. E ainda tem o nome do deputado estadual Chico Preto, do PMN, que conta com dois segundos de tempo na TV.

Há quem aposte na união dos três partidos e dos seus respectivos nomes e transformar em uma só candidatura, mas a estratégia do PSB, PPS e PMN é ampliar o leque de opções na primeira fase das eleições para levar o pleito ao segundo turno.

Os partidos chamados de “esquerda” não vão se unir nas eleições de 2014. O Psol, único com tempo previsto de 21 segundos e 46 décimos, por ter três representantes na Câmara dos Deputados, queria uma coalizão de forças no Amazonas, mas PSTU, PCO e PCB vão lançar candidatos próprios porque todos terão candidatos a presidente da República. Terão direito apenas ao tempo que será distribuído igualitariamente entre os partidos.

Propaganda eleitoral

A propaganda será veiculada entre 19 de agosto e 2 de outubro. Os programas serão transmitidos duas vezes por dia e cada um terá 25 minutos. O tempo exato dos partidos e das coligações para as eleições de 2014 será calculado e distribuído pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) a partir de julho, após ocorrerem as convenções. De acordo com a legislação, o espaço no horário eleitoral gratuito de 2014 será proporcional ao tamanho da bancada na Câmara conquistada nas eleições de 2010.

Fonte: http://acritica.uol.com.br/noticias/Candidatos-disputam-horario-eleitoral-TV_0_1148885101.html

DILMA: "Transcarioca dará aos passageiros mais tempo para viver".

A presidenta Dilma e o prefeito Eduardo Paes foram do Galeão à Madureira no BRT Transcarioca. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Após inaugurar o BRT (Bus Rapid Transit) Transcarioca, neste domingo (1), no Rio de Janeiro, a presidenta Dilma Rousseff elogiou a qualidade da obra, que liga o aeroporto do Galeão ao bairro da Barra da Tijuca. Ela considerou que o mesmo padrão pode servir de exemplo para projetos de mobilidade urbana em outras cidades do Brasil, em área com R$143 bilhões investidos pelo governo.

“Eu acho que o BRT Transcarioca, ele dá samba. Porque só as coisas grandes desse país deram samba, então para mim, o que posso falar para ele de melhor é que o BRT Transcarioca tem estatura, tem história e tem benefício para dar samba. A Transcarioca vai nos orgulhar, é um orgulho para o nosso país. É o padrão que nosso povo merece, e temos o compromisso, e mostramos hoje aqui, é possível fazer transporte público de massa de qualidade”, exaltou.

Fonte: http://blog.planalto.gov.br/

Ex-lateral da seleção brasileira, Marinho Chagas morre aos 62 anos.


O ex-lateral Marinho Chagas, que atuou pelo Brasil na Copa de 1974, morreu, aos 62 anos, na madrugada deste domingo (1º), em João Pessoa (PB). Após passar mal em um evento, no sábado (31), enquanto discursava, ele foi internado no Hospital de Emergência e Trauma, em decorrência de uma hemorragia digestiva, e não resistiu.

O corpo do ex-jogador da seleção brasileira Marinho Chagas será velado no estádio Frasqueirão, em Natal, onde ele nasceu. De temperamento irreverente, ele era ídolo na cidade, tendo atuado pelo ABC, clube ao qual pertence o estádio, antes de ter fama nacional.

O velório acontece neste domingo (1), e o enterro ocorrerá às 9h desta segunda-feira (2) no cemitério Morada da Paz.

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou nota lamentando a morte do ex-jogador, um dos destaques no futebol brasileiro dos anos 70.
 
Marinho Chagas, natural de Natal, revelou ainda jovem seu estilo impetuoso e ousado. Do Riachuelo, foi para o Náutico e, encantando por sua técnica ofensiva, logo foi contratado pelo Botafogo-RJ, com o qual despontou como um dos grandes nomes do futebol na época, chegando à seleção para disputar o Mundial em 1974. 

Ele também atuou em outros clubes, como Fluminense e São Paulo, marcando época no futebol paulista, compondo a famosa "Máquina Tricolor".

Marinho Chagas também deixou sua marca pelo futebol dos Estados Unidos, onde defendeu o NY Cosmos, no auge da equipe, e o Fort Lauderdale Stikers, entre outros, antes de encerrar a carreira, no Augsburg, da Alemanha.

Fonte: http://esportes.r7.com/futebol/copa-do-mundo-2014/ex-lateral-da-selecao-brasileira-marinho-chagas-morre-aos-62-anos-01062014

Presidenta Dilma inaugura nova área de embarque do Galeão.

Presidenta Dilma e ministro Moreira Franco fazem visita inaugural à ampliação do Terminal 2 do Galeão. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff inaugurou, neste domingo (1), no Rio de Janeiro, a nova área de embarque do Terminal de Passageiros 2 do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, o Galeão. Com a conclusão deste terminal, o aeroporto terá sua capacidade ampliada em 13 milhões de passageiros/ano, passando para 30,4 milhões de passageiros/ano.

O novo espaço possui 11.109 m² de área e conta com a nova entrada para o embarque internacional, além de duas novas ilhas de check-in com 32 balcões de atendimento, equipados com um novo sistema de esteiras de bagagem com endereçamento automático dos pertences e a inspeção de 100% do material em cinco níveis de segurança. O novo embarque internacional conta ainda com seis pórticos com raio X para bagagem de mão, além de um raio X exclusivo para as mercadorias das lojas localizadas dentro do embarque e outro para bagagens especiais.

Fonte: http://blog.planalto.gov.br/

Mauricio Torres, apresentador do Esporte Fantástico, morre aos 43 anos.


O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,morre-aos-43-anos-narrador-esportivo-mauricio-torres,

O apresentador e narrador esportivo da Rede Record, Mauricio Thomé Torres, morreu neste sábado (31) em São Paulo. Ele estava internado desde o dia 1º de maio no hospital Sírio Libanês na capital depois de sofrer uma arritmia cardíaca durante um voo entre Rio de Janeiro e São Paulo. Torres teve falência múltipla dos órgãos segundo boletim médico oficial e morreu no início da noite. Ele deixa esposa e uma filha de oito anos. 

O velório do apresentador vai ocorrer neste domingo, 1º, a partir das 11h, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, no Rio de Janeiro. O enterro será às 16h, no mesmo local.


O jornalista iniciou a carreira no sistema Globo de Rádio na década de 90, e em 1996 chegou à Rede Globo de Televisão, local no qual ficou até se transferir para a Rede Record.

Torres chegou à Record em 2005 para as transmissões de futebol. No mesmo ano, participou dos programas Terceiro Tempo e Debate Bola.

O narrador também esteve na equipe olímpica da Record nos Jogos de Inverno de Vancouver (2010), nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara (2011), na Olimpíada de Londres (2012) e nos Jogos de Inverno de Sochi (2014).

Fonte: http://esportes.r7.com/mauricio-torres-apresentador-do-esporte-fantastico-morre-aos-43-anos-01062014

"TODOS NEGROS": Policial conduzia sete homens amarrados pelo pescoço.

“Meu pai é trabalhador. Olha aqui a carteira dele.” Selma da Silva Santos chorava diante dos policiais, tentando provar que seu pai não era ...