Descontração marca primeira entrevista de Lula pós-tratamento à TV


Lula e Ratinho

Transcorreu em clima de muita descontração a primeira entrevista ao vivo, pós-tratamento do ex-presidente Lula ao Programa do Ratinho, no SBT, 5ª feira (31). Desde que saiu do Planalto dia 1º de janeiro de 2011 e após a luta vitoriosa contra o câncer, o ex-presidente estava distante da famosa telinha.

Ao comparecer aos estúdios do SBT, o ex-presidente Lula cumpriu uma promessa feita ao amigo, jornalista e ex-deputado Carlos Massa, o Ratinho. Quando ainda estava no hospital, o ex-chefe do governo prometeu que daria a primeira entrevista após sua saída da Presidência ao Programa do Ratinho.

Em forma, com a "corda toda" como se diz popularmente e acompanhado de ex-ministros do seu governo, o ex-presidente contou sobre a luta contra o câncer e passou o recado a todos os acometidos pela doença: é fundamental ter disciplina e cumprir todas as regras do tratamento.

O dia seguinte à saída do Planalto

Outro tema explorado por Ratinho foi a saída do ex-presidente do Planalto. De forma divertida, o ex-presidente contou o que sentiu no dia seguinte à sua saída da Presidência. Lembrou a todos, também, que entre ele e a presidenta Dilma Rousseff não há divergências.

Ao falar sobre 2014, reafirmou que será cabo eleitoral dela. "Tenho certeza que a presidenta Dilma chegará muito forte (no fim de seu mandato), e eu serei cabo eleitoral para elegê-la". O ex-presidente frisou, ainda, que a única hipótese dele voltar ao Planalto - uma das questões colocadas pelo apresentador - será uma recusa da presidenta de disputar a reeleição. "Eu não vou permitir que um tucano volte à presidência", justificou.

O programa contou com depoimentos de personalidades próximas ao ex-presidente, como o ex-jogador Ronaldo Fenômeno, e o músico Zeca Pagodinho. Ele falou, também, sobre a saúde no Brasil, quando lembrou o fato de a oposição ter extinguido no Congresso a CPMF, retirando cerca de R$ 40 bi/ano destinados à saúde pública dos brasileiros. E, comemorou a revolução promovida pelo ProUni, responsável pela entrada de 1 milhão de jovens egressos de escolas públicas nas universidades.

"Seminário: Desafio Geracional da Juventude para o Desenvolvimento Sustentável" da Secretaria Nacional de Juventude do PT (JPT), realizado em Manaus, de 1º a 3 de junho 2012.

Financiamento de campanha e CPMI: tudo a ver

Alguma coisa não vai bem quando se fala em corrupção, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa no Brasil. O tema esteve presente no Seminário Nacional de Probidade Administrativa, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em Brasília na quinta e sexta-feiras últimas. Mas o centro dos debates foram os entraves existentes na legislação e no próprio Judiciário para que se chegue às condenações efetivas dos acusados em questões ligadas à corrupção e à improbidade administrativa.

Entendo a importância de se debater os problemas existentes no Judiciário mas, assim como alguns participantes do Seminário, vejo que o centro do problema está no financiamento privado das campanhas eleitorais. E no pouco interesse por parte de políticos, principalmente da oposição, de avançarmos na direção de modificar a forma de financiamento de campanha, verdadeiramente a base que fornece o verdadeiro estímulo para boa parte da corrupção no meio político.

Daí a importância de retomarmos a reforma política, parada na Câmara, apesar dos esforços do PT e do relator Henrique Fontana, do PT do Rio Grande do Sul, para aprovar seu relatório na Comissão Especial instituída para analisar o tema.

É preciso que se exponha de forma nua e crua os interesses e os nomes dos que se colocam em oposição ao financiamento público e à mudança do sistema de voto uninominal, causas mais do que conhecidas da busca de financiamento privado via empresas e dos altos custos das campanhas eleitorais. O financiamento público e o voto em lista – ou misto –, reduziriam a busca de recursos privados e o custo das campanhas em pelo menos 80%.

Participantes do Seminário trataram do tema
 

José Eduardo CardozoAlguns dos participantes do Seminário do CNJ em Brasília chegaram a tratar do tema do financiamento público das campanhas políticas. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi um dos que abordou a questão com clareza: "Esse sistema [político-eleitoral] vai na direção contrária aos valores da Constituição Federal porque cria uma tal situação de promiscuidade no momento da captação dos recursos eleitorais que ela é geradora da improbidade, seja no momento da eleição, seja depois".

O conselheiro do CNJ Gilberto Martins Valente, que apresentou os números de condenações por improbidade administrativa no Brasil (“o número de condenações é ínfimo” [não passam de 500]; “A estrutura [do judiciário no que diz respeito à questão] não está funcionando e temos de saber os motivos”, declarou o conselheiro), concorda com a visão expressa pelo ministro da Justiça: "Temos de melhorar o sistema eleitoral brasileiro, a forma de financiamento das campanhas e a transparência”, disse.

Também o ministro Jorge Hage Sobrinho, chefe da Controladoria-Geral da União, um dos palestrantes no Seminário, apesar de reconhecer que o combate à improbidade administrativa e à corrupção avançou muito nos últimos anos, identificou no financiamento de campanha pelo setor privado “a principal causa de corrupção no Brasil e em outros países”. O ministro contou que se afastou da política – ele já foi prefeito de Salvador e deputado –, em 1990, por causa do sistema de financiamento de campanha eleitoral vigente no Brasil. “Sem o financiamento público era impossível para mim”, explicou.

CPMI e reforma política

Vejo com enorme satisfação que vai se alastrando pelo país a consciência sobre a necessidade da implementação do financiamento público por meio da reforma política. Não entendo porque na CPMI o tema da reforma política não aparece. A ligação é óbvia, uma vez que a Comissão investiga justamente o enraizamento de uma organização criminosa nos meios políticos e administrativos. Não tratar da questão é se restringir às consequências ao invés de ir à raiz do problema.

É preciso que os cidadãos saiam às ruas e se mobilizem para fazer a reforma política andar no Congresso. Os parlamentares e militantes do PT estarão na linha de frente dessa mobilização, pois temos consciência da importância do tema para que ocorra uma mudança radical nas condições e nos personagens da política em nosso país.
 
Fonte: http://www.zedirceu.com.br

Tefé – Amazonas: Comandante do Batalhão da Policia Militar prende Liderança do Movimento Nacional de Luta por Moradia!

O Major Ayrton Norte, Comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar, Batalhão Solimões com sede em Tefé (AM), prendeu ontem pela manhã (1º) o Senhor Aluízio de Oliveira um dos Lideres do Movimento Nacional por Moradia – MNLM, membro da Coordenação do Movimento no Amazonas. A prisão ocorreu quando mesmo transitava em uma das ruas da cidade de Tefé, onde estava acompanhando as famílias da ocupação Colônia Ventura.

Segundo testemunhas, o Major Norte sem apresentar nenhuma ordem judicial, abordou o Líder do MNLM e deu voz de prisão, levando em seguida para a Delegacia onde a Delegada titular é a Dra. Helen Vasconcelos, que também é esposa do Major Norte, um verdadeiro abuso de autoridade e um atestado de servilismo ao Prefeito do Município, que segundo informações é um dos proprietários das terras da Colônia Ventura, onde se encontram mais de mil famílias que fugindo da alagação tiveram que ocupar esse espaço que se encontrava ocioso há muitos anos.

Segundo boatos que circulam na cidade, o Prefeito que responde pela alcunha de PAPI em parceria com o Major e a Delegada, aproveitaram a ausência de Juiz na Comarca de Tefé, para cometerem esse ato arbitrário com o intuito de intimidar as famílias que estão alojadas na Colônia Ventura, e pegaram como vítima um dos Lideres Nacional do MNLT.

Em sua página no Facebook, o Movimento Nacional por Moradia - MNLM, declara que, tem como Missão estimular a organização e articular nacionalmente dos sem tetos, inquilinos, mutuários e ocupantes, na busca da unificação de suas lutas, pela conquista de uma politica habitacional de interesse social com reforma urbana que garanta a universalização dos direitos sociais - saúde, transporte, educação, saneamento básico ambiental, preservação do Meio Ambiente, trabalho e a participação popular, contribuindo para a construção de uma sociedade socialista, igualitária, democrática.

A Senadora Fátima Cleide (PT-RO) fala da importância do "Seminário: Desafio Geracional da Juventude para o Desenvolvimento Sustentável", da Secretaria Nacional de Juventude do PT (JPT), realizado em Manaus, de 1º a 3 de junho de 2012.

Secretaria Nacional de Juventude do PT realiza “Seminário: Desafio Geracional da Juventude para o Desenvolvimento Sustentável”

O Seminário acontece entre os dias 1 e 3 de junho em Manaus, no Amazonas.
Na abertura do evento, no início da noite de hoje (1º), Julio Barbosa (Secretário Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento), ressaltou que "a conjuntura nacional do Governo do PT, que colocou o Brasil como 6ª economia mundial; a crise mundial do capitalismo e sua conseqüente crise ambiental, têm nos colocado constantemente novos desafios ao projeto de desenvolvimento democrático popular". Além disso, destacou a importância da juventude do PT (JPT) ser protagonista do debate ambiental.
Jerson Lima (Secretário Nacional de Juventude), por sua vez, destacou o desafio de realizar o Seminário em Manaus e agradeceu as pessoas que contribuíram para o evento. Além disso, afirmou que "precisamos debater a temática do seminário, pois de 15 a 23 junho deste ano, na cidade do Rio de Janeiro, teremos a oportunidade de participar ativamente de um momento sociopolítico que poderá ser histórico para o mundo, pois ocorrerá a Rio + 20 ‐ Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável e, paralelamente, a Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental, organizada pela sociedade civil.
 
A abertura do Seminário encerou-se com apresentação de Boi-Bumbá e de grupos Afrodescentes.

Gilmar Mendes, um político de oposição - Elói Pietá*


"Lula, como principal liderança do PT, teria todo direito de dizer ao ministro que fazer este julgamento antes das eleições é usar o processo como arma eleitoral"
A polêmica suscitada pelo ministro do Supremo, Gilmar Mendes, a respeito de recente encontro seu com o ex-presidente Lula, merece algumas considerações sobre os juízes e a política.

Os juízes tem muito poder, assim como os governantes e os parlamentares. E tem ideologia. Às vezes são mais elitistas, às vezes mais igualitários. Nos processos e nas sentenças eles expressam mais a técnica jurídica ou mais as suas convicções. Sempre haverá a presença dos dois.

Como tantos fatos demonstram, Gilmar Mendes é um magistrado tecnicamente preparado, mas profundamente político. Escolhido no governo do PSDB, seu lado sempre demonstrou ser de oposição ideológica ao PT. Entre as muitas relações políticas que cultivou na oposição, uma agora lhe é incômoda: Demóstenes Torres. Compartilhavam eventos familiares. Viajavam juntos no exterior. Juntos protagonizaram o anúncio de um suposto grampo telefônico, nunca comprovado, que levou à demissão de um por eles indesejado diretor da ABIN. Juntos tiveram na revista Veja seu prioritário canal de expressão midiática. Juntos se enganaram quanto aos amigos: Demóstenes diz que achava Cachoeira não mais agir na ilegalidade; Gilmar diz que achava Demóstenes uma pessoa diferente da que agora foi revelada.

Na versão da polêmica atual a respeito de seu diálogo com Lula, são dois contra um. O ex-presidente e o ex-ministro do Supremo, Nelson Jobim, negam a afirmação de Gilmar Mendes de que Lula sugeriu adiar pra depois das eleições o julgamento do chamado mensalão.

E, se Lula realmente quisesse dizer isso, qual o problema? Gilmar em nada dependeu ou depende de Lula. É ministro vitalício. Tem posições fortes. Lula, como principal liderança do PT, teria todo direito de dizer ao ministro que fazer este julgamento antes das eleições é usar o processo como arma eleitoral.

Expor um ponto de vista jamais tira a liberdade do julgador. É do cotidiano no Judiciário. É da natureza de qualquer instituição de poder receber pressões sociais nesta ou naquela direção. Vide a intensa pressão para o STF fazer este julgamento antes das eleições. A oposição nacional, em todos os seus matizes partidários e midiáticos, quer o julgamento agora. Para influenciar a seu favor o resultado eleitoral. Ao PT, obviamente, interessa o julgamento após outubro.

O problema então estaria em supostas insinuações de Lula de que o ministro poderia ser alvo na CPI de Cachoeira. Fato mais uma vez negado. Dois contra um. O ministro Mendes, conforme ele mesmo diz, relatou de imediato suas impressões da conversa a Agripino Maia, presidente do DEM. Evidencia-se que buscou guarida e conselhos no jogo político, que ele também joga. Tanto que foi compartilhá-la com um dos principais líderes da oposição, e não com seus colegas do Supremo. Quando resolveu, calculadamente, jogá-la a público, um mês depois, pelo canal oposicionista da Veja, certamente buscou tirar algum proveito político contra o PT ou para blindar preventivamente a si mesmo.

O ministro Gilmar Mendes afirmou que as pressões do PT para adiar o julgamento do mensalão seguem uma lógica burra, irresponsável, imbecil. Ao reverso dá para entender que, para ele, as pressões da oposição, em que milita, seguiriam uma lógica inteligente, responsável, esperta.

Na política, Gilmar Mendes tem lado. No Supremo, se inspira neste lado.
* Secretário-Geral Nacional do PT.
Fonte: http://www.pt.org.br

Conheça os processos do EVANGÉLICO (?) Sabino Castelo Branco – PTB/AM


O deputado federal FICHA-SUJA do Amazonas, Sabino Castelo Branco (PTB/AM), responde os seguintes processos, até agora:
  1. STF – Processo nº 538 – Réu em ação penal movida pelo Ministério Público Federal por peculato;
  2. STF – Inquérito nº 2940 – É alvo de inquérito que apura crimes contra a ordem tributária. TSE;
  3. Processo nº 504786.2010.604.0000 - É alvo de recurso contra expedição de diploma apresentado pelo Ministério Público Eleitoral por abuso de poder econômico e uso indevido de meio de comunicação social - TSE;
  4. Processo nº 874.2011.604.0000 - É alvo de representação movida pelo MPE por captação ou gasto ilícito de recursos financeiros de campanha eleitoral;
  5. TRE-AM – Processo nº 90095.2002.604.0000 - Teve reprovada prestação de contas referente às eleições de 2002;
  6. TRE-AM – Processo nº 424843.2010.604.0000 - Teve reprovada prestação de contas referente às eleições de 2010;
  7. TRE-AM – Processo nº 485034.2010.604.0000 - É alvo de representação movida pelo MPE.TRF-1 Seção Judiciária da Amazônia – Processo nº 0001172-68.2007.4.01.3200 – É alvo de ação de execução fiscal movida pela Fazenda Nacional;
  8. TJ-AM Comarca de Manaus – Processo nº 0039972-21.2002.8.04.0001 – É alvo de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.

Enchente 2012 - José Ricardo*

O Amazonas vive a maior enchente da história, com o rio Negro atingindo a marca dos 29,97 metros e o Solimões igualando-se à cheia do ano de 2009. Já são mais de 80 mil famílias atingidas, num total de 50 municípios em estado de emergência e outros três em calamidade pública.

Em Manaus, fui visitar os bairros e os igarapés mais atingidos pelas águas, como São Jorge, São Raimundo, Glória, Compensa, Presidente Vargas, Educandos e Centro.

Vi e ouvi o sofrimento de homens, de mulheres e de crianças. É lamentável a forma como as famílias estão vivendo, no meio de águas sujas e contaminadas de doenças, como a leptospirose, a hepatite A e a malária, e de animais peçonhentos, como ratos e cobras.

As condições são precárias: falta água potável e todos fazem um verdadeiro malabarismo para andar sobre pontes de madeiras estreitas; e dentro de casa os assoalhos foram suspensos, mas a madeira doada pelos governantes ainda é insuficiente para garantir proteção.

A ação dos governos limitou-se à doação de um cartão enchente, com parcela única no valor de R$ 400 (Governo) e R$ 600 (Prefeitura), na doação de madeira e de rancho. Mas é muito pouco. Tenho defendido, inclusive, que esse cartão tenha validade por três meses, tempo que leva da enchente ao início da seca dos rios.

O Governo do Estado deveria atuar mais na prevenção da enchente, já que todos os anos sofremos com esse fenômeno. O Prosamim é exemplo dessa falta de planejamento. Os moradores da Comunidade do Bariri, no bairro Presidente Vargas (Matinha), esperam há quatro anos pelo início das obras.

Apresentei proposta para que o Governo do Estado crie um fundo financeiro para que haja mais recursos neste momento de emergência e de calamidade pública, como ainda mais dinheiro para a Defesa Civil.

Enquanto o Governo não prioriza o planejamento para prevenir as enchentes, a sociedade está ajudando essas famílias que sofrem as consequências das cheias dos rios, com alimentos, roupas e água potável.

* Economista e deputado estadual pelo PT

Ativistas de topless sao presas na Ucrânia após ataque a mascotes


Grupo de ativistas do Femen foi preso na manha desta 5a feira por realizar protesto em parque municipal, no centro de Kiev, na Ucrânia - atacando mascotes esportivas em exibiçao. O Femen protesta contra a exploraçao sexual na Ucrânia e tem como marca registrada o topless. As ativistas sao contra a competiçao Euro-2012 na Ucrânia, consideram que será uma "tragédia para as mulheres" e irá alimentar a indústria da prostituiçao no país. O torneio, que será organizado por Polônia e Ucrânia, tem início no próximo dia 8.

"TODOS NEGROS": Policial conduzia sete homens amarrados pelo pescoço.

“Meu pai é trabalhador. Olha aqui a carteira dele.” Selma da Silva Santos chorava diante dos policiais, tentando provar que seu pai não era ...