Paraíba produz cerca de 20% mais energia elétrica do que consome.


Em 2025, o estado gerou 8.134,65 GWh de eletricidade, enquanto o consumo final foi de 6.733,20 GWh. Isso representa um excedente de 1.401,45 GWh, aproximadamente 20,8% acima da demanda estadual. Com esse resultado, a Paraíba passou a ser considerada exportadora de energia elétrica, contribuindo com o fornecimento para outras regiões conectadas ao Sistema Interligado Nacional.

Esse avanço está diretamente relacionado à expansão das fontes renováveis, especialmente a energia eólica e a solar fotovoltaica. Atualmente, a geração eólica representa 48,15% da capacidade elétrica instalada no estado, enquanto a solar corresponde a 27,68%. Juntas, essas duas fontes representam mais de 75% da capacidade instalada da matriz elétrica paraibana.

A localização geográfica e as condições naturais da Paraíba favorecem essa expansão. No interior, os ventos encontram condições favoráveis à instalação de parques eólicos, enquanto a elevada incidência de radiação solar durante grande parte do ano favorece a geração fotovoltaica. Essas características vêm atraindo investimentos e transformando diferentes áreas do território estadual.

É importante destacar que ser exportadora não significa que a Paraíba tenha uma rede isolada ou envie energia diretamente para um estado específico. A eletricidade circula pelo Sistema Interligado Nacional, que conecta a geração e o consumo em diferentes partes do Brasil.

O resultado representa uma mudança importante na posição da Paraíba no setor elétrico brasileiro e evidencia o potencial do estado na transição energética, embora também coloque em pauta desafios relacionados à infraestrutura de transmissão, à expansão dos empreendimentos e à integração das fontes renováveis.

IMPACTO ESPERANÇA: 12 batismos em Unidade Prisional no Pará.


A distribuição de mais de 230 mil livros missionários marcou a participação de milhares de pessoas no Impacto Esperança 2026, na região Norte do Pará, que ocorreu na última semana. Todo esse movimento girou em torno de um objetivo comum: compartilhar esperança por meio da página impressa. Entre as iniciativas voltadas para a campanha, o trabalho do Ministério Carcerário Adventista ganhou destaque ao levar a ação em quatro unidades prisionais.

Em uma dessas unidades, 12 pessoas foram batizadas como resultado de um trabalho contínuo de acompanhamento espiritual, destacando a importância da assistência religiosa nesses espaços.

Impacto Esperança é um projeto anual de incentivo à leitura e de distribuição gratuita de livros em massa promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul.

Fonte; Adventista Brasil.

Sinone Tebet, ex-ministra de Lula é cotada para vaga no STF.


A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB-SP) é um dos nomes considerados para uma futura indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Apoiadores já apresentaram a possibilidade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, publicada neste sábado (31).

De acordo com a publicação, aliados afirmam que Lula pretende escolher pelo menos uma mulher para o tribunal. Ainda não está definido, porém, qual vaga seria destinada a essa indicação. Daniela Teixeira, ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), também é mencionada.

Além da cadeira deixada por Luís Roberto Barroso em outubro de 2025, estão previstas as aposentadorias de Luiz Fux, em abril de 2028, e de Cármen Lúcia, no ano seguinte.

Aos 56 anos, Tebet é mestre em Direito pela PUC-SP, lecionou em universidades e presidiu a Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Após concorrer à Presidência em 2022, apoiou Lula no segundo turno e assumiu o Planejamento, onde ficou de janeiro de 2023 até março desse ano, quando disputou o Senado por São Paulo, mas não se elegeu.

Fonte: Agência Brasil.

Depois das eleições aumentou o ódio contra os indígenas no Brasil.


Uma onda de denúncias envolvendo ameaças, agressões, atropelamentos e ataques contra povos indígenas passou a mobilizar organizações indígenas e órgãos públicos após o segundo turno das eleições presidenciais.

A situação ganhou força principalmente em Mato Grosso do Sul, onde comunidades Guarani Kaiowá e Terena relataram intimidações, manifestações racistas e até uma ameaça de envenenamento da água utilizada por indígenas.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) levou os relatos ao Ministério Público Federal, Polícia Federal e outros órgãos federais, pedindo investigação e proteção às comunidades.

Em Tacuru, o MPF abriu apuração sobre áudios com ameaças e cobrou providências da prefeitura. Um servidor municipal chegou a ser afastado enquanto o episódio é investigado.

O Ministério dos Povos Indígenas também acionou a Polícia Federal, e a Força Nacional foi autorizada a atuar em apoio à Funai na proteção de comunidades ameaçadas em Mato Grosso do Sul.

O problema, porém, ultrapassa um único município.

Segundo levantamento apresentado pelo Governo Federal, 45 casos de possível violência política envolvendo 47 vítimas passaram a ser acompanhados após o segundo turno. Entre as ocorrências relatadas estão agressões, atropelamentos, disparos e mortes. O governo informou que três das vítimas fatais eram indígenas e atribuiu as denúncias a episódios envolvendo apoiadores de lados opostos da disputa eleitoral — fatos que continuam sob investigação.

Em Naviraí, por exemplo, imagens de uma tentativa de duplo homicídio circularam nas redes como se mostrassem indígenas assassinados por motivação política. O MPF verificou que o caso não tinha relação étnica ou eleitoral.

Denúncia falsa precisa ser corrigida. Ameaça verdadeira precisa ser investigada. E violência contra povos indígenas nunca pode ser tratada como consequência “normal” de uma eleição.
Divergência política não autoriza racismo, perseguição, ameaça ou violência.

Neste momento, proteger as comunidades, registrar denúncias, preservar provas e cobrar investigação séria é mais importante do que alimentar boatos.

Fonte: Florestal Brasil.

Richarlison ontém vitória na justiça envolvendo ilha em Angra dos Reis.


A Justiça do Distrito Federal negou o pedido de tutela de urgência apresentado pela empresa WT Administração de Imóveis e Bens S/A e pelo advogado Willer Tomaz contra o jogador Richarlison, em ação relacionada às manifestações do atleta sobre a disputa judicial envolvendo a Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no litoral fluminense. A decisão, assinada pelo juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília, considerou que não estavam demonstrados, naquele momento, os requisitos necessários para a concessão da medida.

Os autores pretendiam que Richarlison removesse publicações nas quais teria afirmado que o imóvel lhe havia sido tomado, além de se abster de divulgar novas manifestações de teor semelhante. O pedido também previa a possibilidade de aplicação de multa em caso de descumprimento. A ação inclui ainda um pedido de indenização por danos morais no valor de R$ 200 mil e de esclarecimento público nas redes sociais do jogador.

Um dos pontos considerados pelo magistrado foi a falta de comprovação de que ainda existissem publicações ativas nos perfis de Richarlison. Segundo a decisão, os próprios autores informaram que os conteúdos divulgados nos stories, formato de publicação que desaparece automaticamente após 24 horas, já haviam expirado. Um comentário feito em uma publicação de terceiro também teria sido apagado pela titular do perfil.

Diante dessas circunstâncias, o juiz entendeu que não havia, naquele momento, comprovação de conteúdo ativo que justificasse a concessão da medida de remoção solicitada.

A decisão também destacou que determinar previamente que o jogador se abstivesse de fazer novas manifestações sobre o caso, com uma proibição em diversas redes sociais e formatos de publicação, poderia configurar censura prévia e violar a liberdade de expressão, o que seria inconstitucional.

TANCREDO NEVES: Presidente eleito que nunca assumiu.


Tancredo de Almeida Neves, 74 anos, nascido em São João del-Rei (MG), foi eleito presidente pelo Colégio Eleitoral em 15 de janeiro de 1985, com 480 votos contra 180 de Paulo Maluf.

Seria o primeiro civil a governar o Brasil depois de 21 anos de ditadura militar. Nunca chegou a assumir o cargo.

Desde meados de 1984, Tancredo sofria com fortes dores abdominais e escondeu o problema. Temia que a ala mais dura dos militares usasse a doença para barrar a transição.

Aconselhado a se tratar, teria dito: “Façam de mim o que quiserem, depois da posse!”

Na noite de 14 de março, véspera da posse, passou mal durante uma missa em Brasília e foi levado às pressas ao Hospital de Base, cuja UTI estava em obras.

Antes de aceitar a cirurgia, exigiu a garantia de que o vice, José Sarney, seria empossado. Sarney assumiu no dia 15 e leu o discurso que Tancredo havia escrito.

Os boletins mudavam a cada dia: primeiro apendicite, depois divertículo de Meckel, depois diverticulite.

Anos mais tarde, veio à tona que a peça retirada era um leiomioma, um tumor benigno infectado, e que a palavra “tumor” foi evitada para não causar pânico.

Em 25 de março, o fotógrafo Gervásio Baptista registrou Tancredo sentado num sofá, ao lado da esposa, Risoleta, e da equipe médica. A imagem deveria acalmar o país.

Horas depois, ele sofreu uma grave hemorragia. No momento da foto, havia sondas no corpo do presidente eleito durante o clique, e uma enfermeira segurava o soro atrás do sofá.

Transferido para o Incor, em São Paulo, passou por sete cirurgias no total, duas em Brasília e cinco na capital paulista. Já debilitado, teria dito: “Eu não merecia isso”.

Morreu em 21 de abril de 1985, Dia de Tiradentes, aos 75 anos, após 38 dias de internação. Mais de dois milhões de pessoas acompanharam o cortejo.

Em 2010, o historiador Luís Mir concluiu, com base em documentos e depoimentos, que Tancredo foi vítima de sucessivos erros médicos.

Em 2012, os filhos pediram à Justiça acesso aos registros do atendimento.

Post de Anaisa Sampaio.

PF INUTILIZA 72 BENS DE GARIMPO ILEGAL EM RONDÔNIA.


A Polícia Federal, com apoio do Ibama, deflagrou na terça-feira (27/10) a Operação Nêmesis, para combater a extração ilegal de ouro no leito do Rio Madeira, em Rondônia. A ação foi feita entre os distritos de Calama e São Carlos, em Porto Velho.

Foram inutilizados 72 bens usados no garimpo: 17 dragas, 2 rebocadores, 3 voadeiras, 21 motores, 25 bombas de draga e 4 bombas de água. Também foram inutilizados 16 mil litros de óleo diesel destinados a abastecer as estruturas.

Os agentes apreenderam ainda três frascos de mercúrio e oito celulares. O material será analisado e pode ajudar a identificar os donos das dragas e os financiadores da atividade.

Os responsáveis poderão responder por usurpação de bem da União, extração de recursos minerais sem autorização e uso de substância tóxica. As investigações continuam.

Fonte: Polícia Federal.

JATO USADO POR FLÁVIO PERTENCE A UM CONDENADO NOS EUA.


O avião privado usado por Flávio Bolsonaro para deixar o Brasil tem conexões empresariais com um nome ligado a um caso de narcotráfico e crimes financeiros nos Estados Unidos. Segundo reportagem do portal BP Money publicada nesta quarta-feira (28), a aeronave pertence à Baires Fly, empresa argentina associada ao empresário Sergio Mastropietro, que manteve sociedade e negócios com Federico “Fred” Machado. Machado admitiu crimes financeiros nos Estados Unidos em acordo judicial, mas a acusação relacionada ao tráfico de drogas foi afastada nesse acordo.

O jato utilizado na viagem é um Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW. A Baires Fly também aparece em apurações argentinas sobre suspeitas de lavagem de dinheiro em contratos da Agência Nacional de Deficiência durante o governo de Javier Milei.

Flávio deixou o país após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o cancelamento de seus passaportes e proibir sua saída do Brasil, segundo a Folha de S.Paulo. A rota relatada pela imprensa passou por Puerto Iguazú, na Argentina, com destino inicial a Guayaquil, no Equador, antes da chegada aos Estados Unidos.

Fonte: BP Money e Revista Fórum.

PF prende irmão de ex-prefeito em operação contra queimadas No Amazonas.


A Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante Paulo Peixoto de Lima, irmão do ex-prefeito de Borba Simão Peixoto (MDB), durante a Operação Fagulha, na terça-feira (27). Ele foi preso por posse irregular de arma de fogo. A ação investiga suspeitas de incêndio e degradação ambiental em uma área rural do estado.

Durante a operação, os agentes apreenderam dinheiro em espécie, armas e munições. Uma arma de fogo foi encontrada na casa de Paulo, um imóvel de luxo localizado no bairro Parque Dez, na Zona Centro-Sul de Manaus.

A PF cumpriu três mandados de busca e apreensão em Manaus. As diligências também incluíram uma fazenda no interior do estado, onde os agentes realizaram buscas. A prisão ocorreu durante o cumprimento dos mandados.

A investigação começou depois que sistemas de monitoramento ambiental identificaram focos de calor na região. Em seguida, equipes fizeram buscas em campo e encontraram indícios de retirada de vegetação nativa, queimadas em uma área extensa e possível exploração econômica do local.

Segundo a PF, os fatos investigados podem configurar crimes ambientais, como desmatamento, incêndio em vegetação e poluição. Outros possíveis crimes também poderão ser apurados durante a investigação.

Após a prisão, Paulo foi levado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas para os procedimentos legais.

A Operação Fagulha faz parte das ações da PF para combater crimes ambientais na Amazônia Legal.

Fonte: G1 AM.

Democratas criticam plano Trump de conceder visto a Flávio Bolsonaro.


O Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, ligado aos democratas, criticou a decisão do governo americano de conceder vistos ao senador Flávio Bolsonaro (PL) e a seus familiares.

Em publicação nas redes sociais, o grupo comparou o tratamento previsto para o brasileiro à política migratória dos Estados Unidos em relação a pessoas que fogem de conflitos no Sudão e no Haiti.

Políticos democratas também publicaram críticas nas redes sociais à possibilidade de o brasileiro obter asilo nos EUA.

Em publicação na rede social Threads, o candidato democrata Isaiah Martin criticou a possibilidade de acolhimento do senador brasileiro nos Estados Unidos.

Martin chamou Flávio de “imigrante ilegal criminoso” e afirmou que os contribuintes americanos arcariam com os custos para proteger a família Bolsonaro e suas viagens pelo país.

Fonte: G1.

Conheça a primeira promotora de justiça quilombola do Brasil.

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