Carta de gratidão à minha primeira Professora.

Itacoatiara, 26 de abril de 2023.

Querida Professora Maria Francisca Brandão – Dona Iaiá,

Escrevo esta carta com o coração cheio de gratidão e emoção. Hoje, ao me tornar Mestre em Políticas Públicas, sinto que essa conquista não é só minha, é da minha família e principalmente sua.

Foi na sala simples, mas cheia de sonhos, da Escola Estadual Eurico Gaspar Dutra, de Anori, Amazonas, onde sentei pela primeira vez numa carteira escolar, na década de 1970, que a senhora me ensinou mais do que letras e números. A senhora me ensinou a acreditar. Me mostrou o poder do conhecimento, a força da disciplina e, principalmente, a importância de nunca desistir, mesmo diante das dificuldades que a vida impõe.

Lembro com carinho das palavras de incentivo, dos olhares firmes que me mostravam que eu era capaz, mesmo quando eu duvidava. A senhora foi minha primeira guia nesse caminho que hoje me trouxe até aqui. E por isso, professora, meu muito obrigado.

Dedico esse título à senhora, Dona Iaiá. A senhora plantou em mim a semente do conhecimento. E hoje, colhemos juntos os frutos.

Com profunda admiração e respeito,

José Amadeu Lima Guedes 

Mestre em Políticas Públicas

Conheça Débora dos Santos, exemplo de mãe da direita.

 

Débora Rodrigues dos Santos — conhecida por escrever a frase “perdeu, mané” na estátua do Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos de 8 de janeiro — tem 39 anos e é natural de Irece, na Bahia, mas morava em Paulinia (SP) com a família antes de ser presa.

Ela é casada e mãe de dois filhos, um de 11 anos e outro de 8 anos. Concluiu um curso para atuar como cabeleireira em 2008, e é com isso que trabalhava desde então.

Débora estava presa desde o ano passado por envolvimento nos atos de 8 de janeiro. No último dua 28/03, o ministro Alexandre de Moraes lhe concedeu prisão domiciliar após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e ela já deixou o Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro, onde estava detida.

GUERRA COMERCIAL ENTRE ESTADOS UNIDOS E CHINA.

 

A China informou ontem, sexta-feira (4), que vai impor tarifas recíprocas de 34% sobre todas as importações dos Estados Unidos a partir de 10 de abril, cumprindo a promessa de contra-atacar depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, intensificou a guerra comercial global.

Entenda o caso - O embate comercial entre Estados Unidos (EUA) e China em relação às tarifas comerciais é um dos principais temas da geopolítica e economia global nos últimos anos. Ele se intensificou principalmente a partir de 2018, durante o primeiro governo de Donald Trump, com a chamada "guerra comercial".

O que aconteceu? Os EUA impuseram tarifas extras sobre centenas de bilhões de dólares em produtos chineses. A China retaliou, também aplicando tarifas sobre produtos americanos.

Consequências - Aumento dos preços de produtos importados nos dois países.

Calendário Gregoriano.

 

O Calendário Gregoriano é o sistema de contagem do tempo utilizado atualmente na maior parte do mundo. Ele foi introduzido pelo Papa Gregório XIII em 1582, substituindo o Calendário Juliano, que estava em uso desde a época do Império Romano.

Por que o Calendário Gregoriano foi criado? O Calendário Juliano, criado pelo Imperador romano Júlio César em 46 a.C., tinha um erro: considerava o ano com 365,25 dias, enquanto o ano solar verdadeiro tem 365,2425 dias.

 Adoção do Calendário pelo mundo - Em 1582, o calendário foi adotado imediatamente por países católicos como Espanha, Portugal, Itália e França. Inglaterra e colônias americanas só o adotaram em 1752. A Rússia só mudou após a Revolução de 1917. A Grécia adotou apenas em 1923. Hoje, o Calendário Gregoriano é o sistema oficial na maior parte do mundo.

DIA DA MENTIRA

 

O Dia da Mentira, celebrado em 1º de abril, tem origens incertas, mas a explicação mais aceita remonta ao século XVI, na França.

Origem na França - Até 1564, o Ano Novo era comemorado entre 25 de março e 1º de abril. No entanto, com a adoção do Calendário Gregoriano pelo rei Carlos IX, o Ano Novo passou a ser celebrado em 1º de janeiro. Algumas pessoas resistiram à mudança ou simplesmente não tomaram conhecimento dela, continuando a festejar em abril. Como forma de zombar dessas pessoas, outras começaram a lhes pregar pegadinhas e a enviar convites para festas inexistentes. Assim, surgiu a tradição do "Dia da Mentira".

Inglaterra e Escócia - A tradição se espalhou pela Europa e, no século XVIII, tornou-se popular na Inglaterra e Escócia, onde o costume de pregar peças no dia 1º de abril se consolidou.

O Dia da Mentira no Mundo - Nos EUA, é chamado de April Fools' Day, e jornais, empresas e até órgãos governamentais fazem pegadinhas elaboradas.

No Brasil - A tradição chegou no século XIX, possivelmente influenciada por Portugal. O primeiro jornal a fazer uma brincadeira foi o “A Mentira”, que, em 1º de abril de 1828, publicou a falsa notícia da morte de Dom Pedro I.

Xântipe: a esposa de Sócrates.



A mulher de Sócrates foi Xântipe. Ela é frequentemente retratada na tradição filosófica como uma esposa de temperamento forte e difícil.

Quem teria imaginado que o filósofo Sócrates, conhecido pela sua sabedoria, inteligência e palavras poderosas, vivia num ambiente repleto de gritos, ignorância e hostilidade por parte da sua mulher? Esta mulher era conhecida por ter palavras afiadas, ser forte e dominadora, forçando o seu marido a sair de casa ao amanhecer e a não voltar antes do pôr do sol todos os dias.

Uma mulher difícil - Apesar do seu comportamento difícil, Sócrates sempre falou da sua mulher com respeito e gratidão. Ele dizia mesmo que lhe devia uma boa parte do seu conhecimento, pois sem ela nunca teria aprendido que a sabedoria reside no silêncio e a felicidade no sono.

Um homem sábio e paciente - Sócrates era conhecido pela sua sabedoria e paciência. Ele sempre respondia às investidas da sua mulher com calma e dignidade. Um dia, enquanto estava sentado com os seus estudantes, a sua mulher começou a gritar e a insultá-lo, como era habitual. Mas, desta vez, para surpresa de todos, ela despejou água sobre a cabeça dele. Sócrates enxugou o rosto com espanto e comentou calmamente: "Deveríamos ter esperado chuva depois de todo este trovão."

A morte da mulher de Sócrates - A mulher de Sócrates acabou por falecer de um ataque cardíaco, depois de mais uma vez provocar uma discussão com o marido. Enquanto Sócrates permanecia silencioso, pacífico e imperturbável, ela explodiu como um vulcão. A raiva intensa provocou dores agudas no seu coração e ombro, levando à sua morte na mesma noite.

Um legado duradouro - A história da mulher de Sócrates recorda-nos a importância da paciência, da sabedoria e da dignidade face à adversidade. Sócrates deixou um legado duradouro como filósofo e como homem, e a sua história continua a inspirar pessoas hoje em dia.

ASPECTOS FÍSICOS E GEOGRÁFICOS DE ITACOATIARA.


Itacoatiara é um município brasileiro localizado na Região Metropolitana de Manaus, no estado do Amazonas. É a segunda cidade mais populosa do estado, com 112.520 habitantes, de acordo com estimativas de 2024 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
  • Localização: Situado na 8ª Sub-Região – Região do Médio Amazonas. 
  • Limites: Itapiranga Silves, Urucurituba, Boa Vista do Ramos, Maués, Nova Olinda do Norte, Autazes, Careiro, Manaus e Rio Preto da Eva. 
  • Área Territorial: 8.910 Km².
  • Distância da sede municipal para Manaus: Em linha reta 175 km, Via fluvial 201 km e 270 via rodoviária.
  • Rios Principais: Amazonas e Urubu. 
  • Povos Indígenas: Mura. Clima: 
  • Clima: Equatorial (Tropical úmido).
  • Temperatura: Máxima de 40ºC.
  • Mínima: 23º C.
  • Média: 27ºC.

Terremoto em Mianmar e Tailândia: mais de 1.600 mortos.

Subiu para 1.654 o número de mortos em Mianmar e Tailândia após o terremoto que atingiu a Ásia. Segundo a última atualização, 3.408 pessoas ficaram feridas e mais de 180 continuam desaparecidas.
A maioria dos mortos está na cidade de Mandalay. 

O terremoto superficial de magnitude 7,7 atingiu o noroeste da cidade de Sagaing, no centro de Mianmar, no início da tarde dessa sexta-feira (28/3), seguido minutos depois por um tremor secundário de magnitude 6,7.

O terremoto destruiu prédios, derrubou pontes e danificou estradas em áreas de Mianmar, com danos graves relatados na segunda maior cidade, Mandalay.

Porque Itacoatiara é conhecida por ser a cidade da pedra pintada.


O nome Itacoatiara é originário da língua indígena Tupi-Guarani ou nheengatu: itá (pedra) e coatiara (pintado, gravado, escrito, esculpido). Mas por que a cidade amazonense recebeu esse nome?

O município de Itacoatiara, localizado na Região Metropolitana de Manaus, no estado do Amazonas, é considerado o terceiro mais populoso do Estado, com 104.046 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fundado em 1683 por padres jesuítas, a cidade antes de receber o nome Itacoatiara, era chamada de Velha Serpa.

Os registros de início de povoamento datam do ano de 1655, quando o Padre Antônio Vieira criou a Missão dos Aroaquis na Ilha de Aiibi, próximo da boca do Lago do Arauató.

O núcleo urbano da cidade foi fundado em 8 de setembro de 1683, por padres jesuítas, na calha do Rio Madeira, que depois foi transferida para as margens do Rio Amazonas, onde a cidade de Itacoatiara está localizada.

Anteriormente, o aniversário era comemorado no dia 25 de abril, em alusão à emancipação e reconhecimento como cidade em 1874, entretanto, documentos históricos indicam que a cidade foi fundada no dia 8 de setembro. Em 2020, o então prefeito Antônio Peixoto sancionou a lei n°. 404/2019, reconhecendo como a data da fundação.

O município ganhou este nome, pois na margem da cidade, em período de vazante, foi encontrada uma pedra pintada com uma figura rupestre intrigante. A ponta de pedra possui na face principal desenhos, símbolos religiosos e inscrições em português. Entre elas, contém a palavra 'TROPA', além de uma cruz sobre uma escada e as datas 1744 e 1754, que foram gravadas em ferro e fogo para marcar a passagem de Mendonça Furtado pelo lugar, em 1754, e o sargento-mor Francisco Xavier de Moraes (1700-c. 1788) em 1744, que chefiando uma bandeira, passou pelo local e acabou deixando o seu registro.

A pedra foi removida na década de 1970 e está exposta da praça da cidade, como ponto turístico.

De acordo com o Sistema de Gerenciamento do Patrimônio Arqueológico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), 46 sítios arqueológicos estão registrados no município, divididos nas categorias: Histórico, Pré-colonial e de contato.

Uma tese de mestrado realizado pela pesquisadora e arqueóloga Marta Sara Cavallini, pela Universidade de São Paulo (USP), em 2021, aponta que o sítio Ponta do Jauary mostra não apenas uma, mas várias rochas com figuras gravadas que ficam submersas e aparecem na época de vazante do rio. De acordo com o estudo, a primeira descrição das gravuras de Itacoatiara foi realizada pelo Padre João Daniel, durante a segunda metade do século XVII:

"Nas margens do Amazonas ha ûa paragem, entre Pauxi e a foz do rio Madeira, chamada na língoa dos índios natuares - ita cotiará - que quer dizer pedra pintada ou debuxada [;] venm-lhe o nome de várias figuras e pinturas delineadas naquelas pedras; e pouco mais acima estão estampadas em outras pedras alguas pegadas de gente. O que suposto, discorrem alguns, que tanto uns como outros serãp signaes misteriosos, como as pegadas esculpidas no pavimento do altar, que dissemos no Rio Xingu; porque não parecem feitas por engenho da arte. Outros porém concedendo a causal, dizem, que estas podem ser por causa natural, que pode ser, que passando por ali algum curioso índio, quando ainda aquelas pedras estivessem barro brando. debuxaria por divertimento as taes pinturas e figuras; e pela mesma razão de brandas, passando por cima das outras, deixaria estampadas nelas os pés, e ao depoes fazendo-se pelo decurso dos tempos aqueles barros petrefactos, conservam as mesmas figuras. "(Daniel, 1976:61-62)

O sítio arqueológico é caracterizado como um sítio de arte rupestre a céu aberto na beira do rio e possui além de símbolos, o registro de rostos humanos "picoteados". O local fica à margem da cidade, no porto de Itacoatiara, no bairro Jauary.
Foto: Reprodução / Tese de Mestrado da Marta Sara Cavallini

Além deste sítio arqueológico, existem mais outros dois localizados em Itacoatiara que são registrados como concentração de arte rupestre: Sítio Sangáua II e o Sítio São José da Enseada.

De acordo com a tese, no rio que banha a região de Itacoatiara, estudos apontam que essas figuras rupestres tenham sido feitas dentro do milênio depois de Cristo (d.C.), sendo relacionado à ocupação indígena do período pré-colonial tardio.

"No baixo rio Urubu, estudos sugerem a data de 2.000 AP para o surgimento dos primeiros assentamentos sedentários associados à fase Itacoatiara e o começo da parábola de incremento demográfico que teria seu ápice em torno do ano 1.000 d.C. Em tal época, o aumento da interação entre grupos indígenas teria levado à formação de comportamentos territorialistas, possivelmente representados na relação entre a variabilidade formal e a homogeneidade temática do registro rupestre." (CAVALLINI, Sara Marta. 2014. p.200)

Fontes de referências:

CAVALLINI, Marta Sara. As gravuras rupestres da bacia do baixo rio Urubu: levantamento e análise gráfica do sítio Caretas, Itacoatiara - Estado do Amazonas. Uma proposta de contextualização. 2014. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) - Museu de Arqueologia e Etnologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. doi:10.11606/D.71.2014.tde-21102014-161559. Acesso em: 2022-04-25.

SILVA, Francisco Gomes da. Fundação de Itacoatiara (1º volume da Trilogia Itacoatiara 330 anos) - 2ª edição revista e ampliada. Manaus: Governo do Estado do Amazonas - Secretaria de Estado de Cultura, 2017.

Ufam concede primeiro título de doutorado a uma mulher indígena.


Além de ser a primeira mulher indígena a obter o título de doutorado pela Ufam, a professora Alva Rosa Lana Vieira, da terra indígena do Alto Rio Negro de São Gabriel da Cachoeira, é a primeira doutora em Educação do povo Tukano.

Ao defender a tese intitulada “Política dos territórios etnoeducacionais no Amazonas: perspectiva para efetivação da Educação Escolar Indígena”, a professora Alva Rosa Lana Vieira tornou-se a primeira doutora indígena em educação pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

A defesa foi realizada no último dia 30 de janeiro, na Casa dos Saberes da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), em São Gabriel da Cachoeira, município amazonense considerado o de maior predominância de indígenas no Brasil.

Território indígena na Universidade

A doutora em Educação, que é liderança do povo Tukano, afirma que seu trabalho aponta a necessidade de se elaborar urgentemente uma efetiva política de Educação Escolar Indígena no Amazonas.

"Há mulheres indígenas no Amazonas que obtiveram o título de doutorado em Universidades de outras partes do Brasil, mas ter o título de doutorado em Educação pela Ufam significa marcar território indígena na universidade, significa mostrar que nós, indígenas, existimos, somos resistentes, mesmo com toda política anti-indígena sofrida nos últimos quatro anos do governo federal", afirma Rosa.

Ela lembra que cursou o doutorado no mandato de Jair Bolsonaro (PL), denunciado na Justiça brasileira e na ONU pelo descaso e omissão com os povos indígenas. "Acompanhei de perto todo o desmonte dos direitos indígenas em todos os âmbitos, especialmente, no que tange à política de Educação Escolar Indígena no MEC. Minha pesquisa faz um raio-x da Educação Escolar Indígena nos nove (09) Territórios Etnoeducacionais do Amazonas e apresenta a necessidade de se pensar, urgentemente, em uma política, de fato, de Educação Escolar Indígena no Amazonas", explica.

Segundo a professora, o resultado da política de desmonte da Educação Escolar Indígena da gestão Bolsonaro atingiu, diretamente, as escolas indígenas. Sua tese, afirma ela, ao mesmo tempo em que é uma proposta teórica apresentada para obtenção de um título, aponta as ações práticas que devem ser adotadas para que a Educação Escolar Indígena seja implementada.

"Como lutadora e defensora da causa de Educação Escolar Indígena, estarei ajudando na discussão da construção dessa política, de fato, junto aos povos indígenas, no movimento indígena e também como professora indígena”, declarou ela.

Compromisso com a formação

Ao cumprimentar a professora Alva Rosa pela conquista do título e os profissionais e departamentos da Ufam que viabilizaram a formação, o reitor da Ufam, professor Sylvio Puga, anunciou que no próximo mês de março iniciam as aulas da primeira turma de mestrado em Sociedade e Cultura no município de São Gabriel da Cachoeira.

"Parabéns à professora Alva Rosa Lana Vieira, primeira mulher indígena a receber o título de doutorado em Educação pela Ufam; à professora doutora Valéria Weigel, pela orientação, e ao PPGE/Faced, pela formação. No mês de março, iniciaremos a primeira turma de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Sociedade e Cultura no município de São Gabriel da Cachoeira, o que demonstra o compromisso da instituição com a formação indígena no campo da pós-graduação", informou Puga.

Marco histórico

A pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação da Ufam, professora Selma Baçal, classificou a diplomação da professora Alva Rosa como um marco histórico resultante da política institucional da Ufam voltada aos povos indígenas. "Para a Ufam, a titulação da nossa mais recente doutora, a indígena Alva Vieira, é um marco histórico. Ela é a primeira doutora em Educação do povo Tukano e a primeira doutora indígena formada pela Ufam. Estamos muito alegres porque isso faz parte de uma política institucional que a Propesp vem desenvolvendo para intensificar a participação das comunidades indígenas nas mais diversas esferas de formação, especialmente nos níveis de mestrado e doutorado, o que é muito importante para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia nas próprias comunidades indígenas", declarou a gestora da Propesp.

Banca examinadora

A banca de avaliação do trabalho foi presidida pela professora Valeria Weigel, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amazonas. Além dela, compuseram a banca de avaliação do trabalho da professora Alva Rosa os professores indígenas Edilson Martins Melgueiro Baniwa (Ifam/SGC) e Gersen José dos Santos Luciano Baniwa (UnB) e as professoras Jonise Nunes Santos (Ufam), Célia Aparecida Bettiol (UEA), Eulina Maria Nogueira (Ufam) e Arminda Rachel Botelho (Ufam).

Fonte: UFAM.

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