Índice de desenvolvimento humano do Amazonas cresce 9,5%.


O Amazonas registrou avanço no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) em 2024, mas segue abaixo da média nacional, segundo dados pelo Radar IDHM 2024. O estado alcançou índice de 0,767, enquanto o Brasil chegou a 0,805 e entrou, pela primeira vez, no grupo de países com muito alto desenvolvimento humano.

Os dados foram divulgados, na terça-feira (26), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre 2021 e 2024, o IDHM do Amazonas cresceu 9,5%, passando de 0,700 para 0,767. Em 2012, o índice do estado era de 0,706.

O levantamento leva em conta indicadores de longevidade, educação e renda. O índice varia de 0 a 1 e, quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano.

A Região Metropolitana de Manaus também apresentou crescimento no período. O índice passou de 0,716, em 2021, para 0,786, em 2024.

Cenário nacional: No cenário nacional, o Brasil saiu de 0,744, em 2012, para 0,805 em 2024. Segundo o estudo, todas as unidades da federação registraram crescimento no período.

Apesar da melhora nos índices, o relatório aponta desigualdades sociais persistentes no país. A população branca alcançou IDHM de 0,851, considerado de muito alto desenvolvimento humano, enquanto a população negra registrou 0,774, na faixa de alto desenvolvimento humano.

O levantamento também mostra diferença entre homens e mulheres. Os homens tiveram índice de 0,802, enquanto as mulheres registraram 0,798.

Fonte: G1AM.

FEITO HISTÓRICO: pela primera vez o Brasil apresenta IDHM "muito alto".


O Brasil ingressou, pela primeira vez, na categoria de países com desenvolvimento humano “muito alto”. Em 2024, o país alcançou 0,805 no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), em comparação a 0,744 em 2012. A escala para classificar o desenvolvimento humano varia de 0 a 1, sendo muito alto: acima de 0,800.

A informação é do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil que divulgou, terça-feira (26), a pesquisa Radar IDHM. O marcador avalia os parâmetros de saúde e longevidade, educação e geração de renda, de acordo com a cor (negro e branco) e o sexo (mulher e homem). A publicação considera os últimos 13 anos – de 2012 a 2024.

O parâmetro que mais impulsionou o IDHM neste período foi a educação, ao passar de 0,679 em 2012 para 0,798 em 2024. A coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Pnud Brasil, Betina Barbosa, destacou, nesse contexto, a concessão do Bolsa Família.

De acordo com os dados do Pnud, as regiões metropolitanas são os locais onde os brasileiros vivem melhor e puxam o IDHM do país para cima.

O relatório mostra ainda que os 27 estados brasileiros conseguiram superar os impactos da pandemia e avançaram em relação aos índices registrados antes desse período. De acordo com o PNUD, esse resultado é fruto de anos de investimentos em áreas como educação, saúde e geração de renda. 

Atualmente, 10 estados já atingiram o nível mais alto da escala de desenvolvimento, enquanto os outros 17 aparecem na faixa considerada de alto desenvolvimento.

Fonte: Agência Brasil.

Conheça as capitais dos países da América do Sul.


A América do Sul é formada por 12 países independentes, cada um com sua própria capital. O subcontinente apresenta grande diversidade entre essas cidades, que vão desde metrópoles históricas e densamente povoadas até capitais planejadas e construídas no século XX.

Algumas se consolidaram como importantes centros políticos, econômicos e culturais de alcance global, enquanto outras exercem esse papel em escala mais regional. Um caso singular é o da Bolívia, único país do continente com duas capitais, uma constitucional e outra sede do governo. Juntas, essas cidades refletem a riqueza histórica, cultural e geográfica que caracteriza o continente sul-americano.

Fonte: Geografia Online.

Uiramutã, RR: pior qualidade de vida do Brasil.


O Uiramutã, em Roraima, aparece frequentemente nos levantamentos recentes como o município com a pior qualidade de vida do Brasil, segundo o Índice de Progresso Social (IPS).

Os rankings do IPS analisam fatores como:
  • Educação
  • Saúde
  • Saneamento básico
  • Moradia
  • Renda
  • Segurança
  • Acesso à informação
No IPS 2025 e 2026, Uiramutã ocupou a última posição entre os 5.570 municípios brasileiros avaliados. É o município mais ao norte do Brasil. Fica na fronteira com a Venezuela e a Guiana. Possui grande população indígena. Está localizado na região do Monte Roraima.

Os estudos destacam problemas em:
  • Moradia
  • Educação superior
  • Acesso à informação e comunicação
  • Infraestrutura básica
  • Oportunidades econômicas.
Importante: apesar dos baixos indicadores sociais, Uiramutã possui grande riqueza cultural, ambiental e indígena.

TSE SUSPENDE CASSAÇÃO DE ELAN ALENCAR.


O TSE suspendeu, quinta-feira (28), os efeitos da decisão do TRE-AM que havia cassado o mandato do vereador Elan Alencar (Avante) por suposta fraude à cota de gênero nas eleições de 2024.

Durante o dia, a expectativa era de que a ex-vereadora Glória Carratte assumisse a vaga na Câmara Municipal de Manaus. Ela esteve na CMM acompanhando a movimentação e chegou a comentar sobre a demora para o cumprimento da decisão do TRE.

Nos bastidores, a Mesa Diretora aguardava um posicionamento definitivo do Tribunal Superior Eleitoral antes de oficializar qualquer mudança no mandato.

À noite, o ministro Floriano de Azevedo Marques concedeu efeito suspensivo ao recurso apresentado pela defesa de Elan, mantendo o vereador no cargo até nova análise da Justiça Eleitoral.

Fonte: O Poder.

Estados brasileiros maiores produtores de milho.


A produção de milho tem grande importância para a economia e para a cultura brasileira. Além de ser utilizado na alimentação animal e na indústria, o milho é um dos principais ingredientes das comidas típicas das festas juninas, especialmente das celebrações de São João. Pratos como pamonha, canjica, curau, bolo de milho, milho cozido e cuscuz fazem parte da tradição dessa festividade em diversas regiões do país. 

Origem do milho: O Milho é uma das plantas cultivadas mais antigas do mundo. Sua origem está na região da Mesoamérica, especialmente no território que hoje corresponde ao México. Os cientistas acreditam que o milho foi domesticado há cerca de 9.000 anos a partir de uma planta silvestre chamada teosinto.

Os povos indígenas da Mesoamérica selecionaram e cultivaram as melhores plantas ao longo de muitas gerações, transformando gradualmente o teosinto no milho que conhecemos hoje.

Importância para os povos antigos: O milho era a base da alimentação de várias civilizações pré-colombianas, como: Maias, Astecas e olmecas. Além de alimento, ele possuía importância religiosa e cultural.

Expansão pelo mundoApós a chegada dos europeus à América no século XV, o milho foi levado para: Europa, África e Ásia. Com o tempo, tornou-se uma das culturas agrícolas mais importantes do planeta.

Na safra 2024/2025, os maiores volumes de produção concentraram-se nos estados do Centro-Oeste e do Sul, com destaque para Mato Grosso, Paraná, Goiás e Rio Grande do Sul. Essa expressiva produção garante o abastecimento do mercado interno, fortalece as exportações e contribui para manter vivas as tradições culturais associadas ao milho nas festas populares brasileiras.
 
Fonte: Geolgrafia Oline.

Numeração da Seleção na Copa: Neymar reassume a camisa 10.


A CBF divulgou neste sábado a numeração completa dos jogadores na Copa do Mundo de 2026. Neymar reassume a camisa 10 após dois anos e meio sem ser convocado, enquanto Matheus Cunha vestirá a 9, Vini Jr usará o número 7, assim como no Real Madrid, enquanto Raphinha vestirá a camisa 11.

Confira abaixo a numeração completa:
1 - Alisson
2 - Wesley
3 - Gabriel Magalhães
4 - Marquinhos
5 - Casemiro
6 - Alex Sandro
7 - Vinicius Jr.
8 - Bruno Guimarães
9 - Matheus Cunha
10 - Neymar Jr.
11 - Raphinha
12 - Weverton
13 - Danilo
14 - Bremer
15 - Léo Pereira
16 - Douglas Santos
17 - Fabinho
18 - Danilo Santos
19 - Endrick
20 - Lucas Paquetá
21 - Luiz Henrique
22- Gabriel Martinelli
23 - Ederson
24 - Ibañez
25 - Igor Thiago
26 - Rayan.

Fonte: GE.

Conheça os países onde Charles III reina.


Esse mapa mostra um fato curioso: esses são 15 países independentes, mas cada uma deles divide o mesmo monarca, o Rei Charles III. Porém, o poder do rei é quase totalmente simbólico. A tomada de decisões fica nas mãos do parlamento e do primeiro ministro, cada país tem seu próprio parlamento e primeiro ministro.

O rei Charles III é chefe de Estado de 15 países conhecidos como Commonwealth Realms (Reinos da Commonwealth). Esses países são independentes são:
1. Antígua e Barbuda
2. Austrália
3. Bahamas
4. Belize
5. Canadá
6. Granada
7. Ilhas Salomão
8. Jamaica
9. Nova Zelândia
10. Papua-Nova Guiné
11. Reino Unido
12. Santa Lúcia
13. São Cristóvão e Névis
14. São Vicente e Granadinas
15. Tuvalu.
Fonte: Narrando a história.

Lula cria a Universidade Federal Indígena (Unind).


Durante séculos, os povos indígenas brasileiros ocuparam as páginas de livros acadêmicos, foram tema de pesquisas universitárias e objeto de estudo de antropólogos, historiadores e cientistas sociais. Agora, pela primeira vez, uma instituição federal nasce com a proposta de inverter essa lógica: colocar indígenas não apenas como tema do conhecimento, mas como protagonistas de sua produção.

A sanção da lei que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva quinta-feira, 28, representa mais do que a abertura de uma nova universidade pública. O projeto inaugura uma experiência inédita no ensino superior brasileiro ao prever uma instituição construída a partir das demandas dos próprios povos originários, com gestão indígena e processos formativos voltados às realidades culturais, territoriais e linguísticas das comunidades.
Fonte: Jornal Opção.

João Fonseca bate Djokovic de virada em maior vitória da carreira e vai às oitavas de Roland Garros.


Fã declarado de Novak Djokovic, João Fonseca entrou pela primeira vez para um jogo na quadra Philippe Chatrier, a principal de Roland Garros. O palco do tri de Gustavo Kuerten era o cenário perfeito para encarar o ídolo. E o roteiro foi especial para o brasileiro de 19 anos: uma vitória de virada depois de estar perdendo por 2 sets a 0, selada com incríveis três aces seguidos. Em uma batalha de 4h53, o número 30 do mundo superou por 3 sets a 2 o quarto do ranking, o maior campeão de Grand Slam da história - parciais de 4/6, 4/6, 6/3, 7/5 e 7/5. Nesta sexta-feira, João Fonseca teve o maior triunfo da carreira e pela primeira vez avançou às oitavas de final de um Grand Slam.

João Fonseca se tornou apenas o segundo tenista a arrancar uma virada em Roland Garros diante de Novak Djokovic depois de sair perdendo por 2 sets a 0. Esse feito só tinha sido alcançado pelo austríaco Jurgen Melzer em 2010. Tudo isso justamente no dia do aniversário da mãe Roberta, que viu da arquibancada da Philippe Chatrier o filho lhe dar de presente uma vitória gigante.

Dono de 24 títulos de Grand Slam, mesmo número de Margaret Court, Djokovic deixou escapar uma grande chance de se isolar como o maior recordista de troféus da categoria, uma vez que era o único campeão de Grand Slam vivo na chave de Paris. Roland Garros 2026 vai ter um campeão inédito.

João Fonseca completou os duelos contra o top-4 do ranking tendo seu primeiro sucesso. Em Indian Wells, contra o italiano Jannik Sinner, o brasileiro chegou a ter um set point, mas perdeu por 2 a 0. Em Miami, foi eliminado pelo espanhol Carlos Alcaraz, por duplo 6/4. Em abril, o carioca foi superado pelo alemão Alexander Zverev nas quartas do Masters 1000 de Monte Carlo. Nesta sexta, deu Fonseca, que conseguiu sua segunda vitória em oito partidas contra um top-10, a primeira diante de um top-5.

Em sua melhor campanha em um Grand Slam, João Fonseca enfrenta nas oitavas o norueguês Casper Ruud (16º do ranking), que superou o e o americano Tommy Paul (21º) também em cinco sets. Graças ao desempenho em Paris, o brasileiro vai subindo uma posição no "ranking live", que conta os pontos somados na atual semana, mas ainda pode crescer caso continue avançando em Roland Garros.

Fonte: GE

Índice de desenvolvimento humano do Amazonas cresce 9,5%.

O Amazonas registrou avanço no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) em 2024, mas segue abaixo da média nacional, segundo dados ...