terça-feira, 8 de abril de 2014

Inclusão produtiva reverte extrema pobreza no país


Com o lançamento do Plano Brasil Sem Miséria em 2011, o governo federal criou uma rota de inclusão produtiva para retirar da extrema pobreza agricultores familiares, assentados da reforma agrária e povos e comunidades tradicionais. Um dos componentes dessa estratégia é o Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, que já alcançou mais de 286 mil famílias no país.

Em uma única ação, o governo federal reúne, de forma inovadora, os serviços de assistência técnica e extensão rural e a transferência de recursos não reembolsáveis e de sementes para que as famílias agricultoras em situação de extrema pobreza desenvolvam suas atividades produtivas e ampliem a produção de alimentos.

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, afirma que, embora apenas 15% dos brasileiros estejam na zona rural, metade da população em extrema pobreza na época do lançamento do Brasil Sem Miséria vivia no campo. Por isso, a política do governo para a superação da miséria requer uma estratégia específica para lidar com a pobreza no meio rural, ajudando as famílias a produzir mais e melhor e a comercializar seus produtos , ressalta.

Para apoiar a estruturação da produção familiar, o governo federal contrata serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater) para o atendimento de agricultores extremamente pobres registrados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Isso ajuda a aumentar a quantidade, a qualidade e o valor dos produtos , destaca Tereza. As famílias podem assim ter bons alimentos para consumo próprio, melhorando sua situação nutricional, e gerar excedentes para comercializar, aumentando renda e qualidade de vida , aponta.
 
Fonte: Ascom/MDS